sábado, 5 de junho de 2010

Esse silencio me atordoa!


Os leitores desde blog sabem que aqui é um espaço claramente esforçado a propagar e defender ideias politicas a partir de um pensamento mais avançado, humanitário de civilizado. Aqui não há espaço para informações sensacionalista como é comum nos noticiários ede TV, jornais e sites com intuito mercantil.

Embora o Raízes e Tronqueiras tenha um significado muito local, estou muito atento as questões nacionais e internacionais. Tenho muita´preocupação com os rumos do nosso país, por essa razão, sempre procuro neste espaço enaltecer as conquistas alcançadas pelo governo do presidente Lula e a necessidade da continuidade e aperfeiçoamento desse projeto. Defendo a candidatura de Dilma desde o primeiro momento que foi ventilado seu nome para a tarefa de levar adiante um projeto que vem dando certo.

Ultimamente, tenho dispensado aqui, pouco espaço para as questões locais e estaduais. as razões são óbvias: Não vejo muita preocupação com sequencia do projeto da frente popular. A oposição que temos não se apresenta com credenciais para ser alternativa O que me preocupa do nosso lado é a visão pragmática exagerada e o apego exacerbado pela estatítisca, utilizada para defender a continuidade do nosso projeto.

Aqui na nossa aldeia, a coisa é mais complexa. Estamos vivendo uma omissão flagrante perante os graves problemas que Tarauacá enfrenta. Parece que o sentimento de justiça deu um "branco".

Ontem após uns dias de indisposição física, causada pelos efeitos de medicação num tratamento de saúde, decidi dar um volta na cidade. Sai motivado para assistir o show do bom cantor TOM CLEBER.

Na primeira parada no bar da esquina presenciei uma cena que me causou simpatia. Um carro da policia parou em frente ao Bar e as duas promotoras de Justiça do município saíram do carro acompanhadas de vários policiais e vistoriaram mesa por mesa a procura de alguma irregularidade no estabelecimento. O foco principal era verificar se havia menores ingerindo bebidas alcólicas. Cheguei no Swing para assistir o show e la estavam as duas agentes do MP na mesma missão. Legal, essa é realmente uma atribuição do ministério publico, agir na defesa dos interesses da infância e da juventude. Minha empolgarão com a noite terminou seis horas depois. Hoje, as 10 horas da manhã chovia muito, estava sentado na sala e ouvi uma criança toda molhada patendo palma, Era o ex-Engraxaste Zezinho, agora vendedor de tapioca. Ele carregava uma grande bicicleta cargueira com vários baldes e muitas Tapioca pra vender. Comprei duas, recebi uma e ofertei a outra para ele que aparentava fome. Ele agradeceu de e continuou pedalando na chuva oferecendo sua tapioca.

Não posso deixar de manifestar minha admiração por aquele "moleque".Sei que ele nunca será um bandido, mas lamento o prejuízo com sua infância. A questão da proteção a infância e a juventude não pode ser tratada com policia, deve prioritariamente ser cuidada com publicas de inclusão social. É preciso também que o MP, A câmara de Vereadores e a sociedade, se posicione sobre o descaso do poder publico com as politicas de proteção das pessoas. Não podemos achar normal e calar vendo as condições de proteção das nossas crianças.

Um foto grave que está acontecendo aqui parece que as autoridades de boa fé não sabem. Vou contar- Somente este mês, três crianças indígenas foram a óbitos. Causa: diarreia e desidratação. Hoje mesmo uma criança foi sepultada na comunidade do Caucho. A causa parece que só os índios sabem. Falta de atendimento de saúde, causado por uma Rixa politica da prefeitura com os índios.

Os corumins são acusados de serem comunistas. Em fução dessa divergencia ideológica, o prefeito não libera os recursos para as equipes de saúde chegarem até as aldeias. Todos os dias recebo visitas de indios na minha casa a procura combustivel ou alimentação, São pessoas que vieram das aldeias com filhos ou parentes doente. Isso me deixa atordoado e não posso permancer em silencio.

Viva liberdade!

Viva a democracia e o direito a vida!



Campanha para indicação de Lula ao Prêmio Nobel da Paz






O senador Aloizio Mercadante (PT/SP) está encaminhando petição indicando o presidente Lula para o prêmio Nobel da Paz de 2011.

Pelas normas, podem fazer a indicação parlamentares, integrantes de governos, além de professores universitários e membros de cortes internacionais.

Para Mercadante, o presidente Lula merece o prêmio Nobel da Paz pelo seu trabalho para uma distribuição de renda mais justa e pela democracia no Brasil, bem como pelo seu importante papel internacional no combate à pobreza e à fome e na busca da paz pela mediação negociada de conflitos.

“É fundamental o apoio da população brasileira para que os avanços registrados no governo Lula tenham este importante reconhecimento internacional”, opina Mercadante.

O senador disponibilizou uma petição apoio popular em seu site. Todo brasileiro que quiser assinar seu apoio pode assinar no link:

http://mercadante.com.br/nobelprolula

Neste mesmo link há opção de imprimir em formulário para recolher assinaturas em papel e encaminhar pelo correio a seu gabinete no Senado. Os diretórios do PT nos estados também se dispõe a receber a lista para encaminhar ao Senador.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Lula sanciona Ficha Limpa



De OGlobo:

A nova lei que exige Ficha Limpa para os candidatos começa a vigorar a partir de segunda-feira, quando deve ser publicada.

Com isso, a regra da inelegibilidade pode valer já para as próximas eleições. Segundo informações da Casa Civil da Presidência da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto nesta sexta-feira.

A lei torna inelegíveis os candidatos que forem condenados por órgão colegiado em crimes como improbidade administrativa, abuso de autoridade, racismo, tortura, abuso sexual, formação de quadrilha, crimes contra a vida e crimes hediondos, dentre outros.

O texto final do projeto aprovado pelo Senado gerou dúvidas se a lei só valerá para candidatos que forem condenados a partir de agora ou se inclui também quem já tem as condenações previstas no texto . A divergência deve ser resolvida pela Justiça.

Mais DEMos enrolados

Supremo investiga senador Efraim Morais do DEM por fraude

Um filme que não agrada a reação


Estréia no Brasil, nesta sexta-feira, nos cinemas, o documentário "Ao Sul da Fronteira", sobre os governos de esquerda da América do Sul. O filme, dirigido por Oliver Stone, se concentra principalmente em Hugo Chávez, o mais "odiado" pela imprensa e pelos conservadores estadunidenses, além do interesse que os campos de petróleo Venezuelos sempre despertaram. Mas o presidente Lula é um dos destaques, assim como Cristina e Nestor Kirchner, Fernando Lugo, Evo Morales e Rafael Correa.

O documentário critica o PIG (imprensa oligárquica) dos EUA e dos países sul-americanos.

O diretor esteve no Brasil esta semana, e encontrou-se com Dilma Rousseff. Leia mais na Rede Brasil Atual.

A bomba explodiu no colo do Serra


O Conversa Afiada publlica um texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr., que será lançado logo depois da Copa, em capítulos, na internet.

Vai desembarcar na eleição.

É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.

Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.

É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.

Um dos documentos Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.

O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros e pelo relator da CPI do Banestado, o petista José Mentor.

Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.

Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.

As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.

Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.
Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.

Leia aqui a introdução ao livro que aloprou o Serra:

A arte de viver da fé

Música do dia

Eles não usam black-tie:Reflexões sobre a frágil condição humana




Ontem corpus Cristis, um bom dia para reflexão. Recorri a Obra genial de Gianfrancesco Guarnieri, para alimentar e conservar minhas covicções.Fiquei quase duas horas na frente da televisão para assistir pela quarta vez o filme "Eles não usam black-tie", um filme brasileiro de 1981 dirigido por Leon Hirszman, baseado na peça premiada do mesmo ator Gianfrancesco Guarnieri.


O filme conta a história de um movimento grevista numa empresa. Um operário com medo de perder o emprego, resolve furar a greve, que é liderada por seu pai, iniciando um conflito familiar que se estende às assembléias e piquetes.


Eles não usam black-tie, tem como pano de fundo um debate sobre a sobre a frágil condição humana, sobre os homens e seus conflitos. É a história de um choque entre pai e filho com posições ideológicas e morais completamente opostas e divergentes.

O pai, Otávio, é operário de carreira, um idealista e ao mesmo tempo, um revolucionário por convicção e consciente de suas lutas. Forte e corajoso entre os seus companheiros. Experimentou algumas prisões, com isso ganha destaque como um dos cabeças do movimento grevista. O filho, Tião está mais preocupado com o seu futuro do que com a luta de seus companheiros, que sonham com melhores salários. Para Tião, greve é algo utópico. Ele não tem tempo para esperar, precisa resolver seus problemas de imediato.

Na realidade, Tião não tem medo do confronto com o inimigo. O seu medo é outro, é o medo de ser pobre, por isso quer subir na vida. A sua mãe, mulher de pulso, determinada e responsável pelo equilíbrio da casa e da família.

Eles não usam black-tie é um texto político e social, sempre atual para a reflexão daqueles que acreditam que a água não apenas poço, é tmbém correnteza.

Uma das cenas mais maravilhosas do cinema brasileiro: Gianfrancesco Guarnieri

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Partidos de esquerda destacam pertinência histórica da 2ª Conclat


A participação de seis partidos políticos de esquerda realçou a força e a representatividade da 2ª Conclat (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora), realizada nesta terça-feira (1º/6), no Estádio do Pacaembu, em São Paulo. Ao reunir 30 mil lideranças sindicais — ligadas à CUT, à Força Sindical, à CTB, à Nova Central e à CGTB —, o encontro demonstrou que a unidade do movimento pode ser decisiva neste ano de eleições presidenciais.

“Esta é uma data histórica. As centrais representam 90% dos trabalhadores brasileiros e, se conseguirem manter a unidade, vão fortalecer o caminho das mudanças que o Brasil trilhou no governo Lula”, discursou Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB. Na opinião de Renato, o Brasil vive um “momento político propício à implantação de um novo projeto nacional de desenvolvimento, com soberania, valorização do trabalho, fortalecimento da democracia e da integração sul-americana”.

Para o presidente do diretório estadual do PT-SP, Edinho Silva, uma das marcas da conjuntura política é “o protagonismo alcançado pelas mulheres”. Mas é preciso, segundo ele, “avançar ainda mais, aprofundar as mudanças do governo Lula”, de modo que todas as mulheres “tenham direitos respeitados” e “sejam protagonistas”. A fala do presidente estadual do PT tem respaldo na disputa à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já conta com duas pré-candidatadas — as ex-ministras Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV).

A Conclat alertou, ainda, para as relações internacionais, sobretudo ao acirramento das tensões no Oriente Médio. Vários oradores — tal como o presidente do PDT-SP, Miguel Torres — condenaram as agressões que a Marinha de Israel perpetrou, nesta segunda-feira (31/5), contra um comboio humanitário organizado pela ONG Free Gaza. “Numa época em que o presidente Lula e o Brasil põem em prática uma campanha pela paz mundial, Israel pratica uma ofensiva criminosa, que merece de todos nós uma moção de repúdio”, propôs Miguel Torres.

Já a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), uma das mais aplaudidas na conferência desta terça-feira, afirmou que um evento do porte da Conclat ajuda “a fortalecer a democracia e a luta dos trabalhadores para conquistar seus direitos”. De acordo com a parlamentar, a “Agenda da Classe Trabalhadora”, aprovada na conferência, sobressai por enfatizar a necessidade de mudanças estruturais no Brasil, como as reformas políticas, agrária e tributária.

249 reivindicações

Proposta inicialmente em dezembro de 2007, durante o Congresso da Fundação da CTB, a ideia de realizar uma nova edição da Conclat — a primeira ocorreu em 1981 — ganhou, aos poucos, a adesão do movimento sindical. Das seis centrais reconhecidas pelo Ministério do Trabalho, apenas a UGT se furtou a participar deste encontro histórico.

Embora a maioria dos dirigentes sindicais do país manifeste apoio a Dilma Rousseff, a 2ª Conclat não deliberou apoio a nenhum dos pré-candidatos à sucessão de Lula. Seu principal objetivo foi influenciar nos programas de governo dos presidenciáveis, com base nas 249 reivindicações da “Agenda da Classe Trabalhadora”. Fonte: Portal Vermelho

Careta para os pequenos Obediência ao Washington



TUCANO JOGA CONTRA A INTEGRAÇÃO

Por Marcos augusto

Estamos em clima de Copa do Mundo, mas nem por isso podemos esquecer o que se passa por aqui e pelo mundo. A campanha eleitoral ainda não chegou a pegar fogo. Tivemos apenas um trailer do que vem por aí. Os meios de comunicação elegeram apenas três candidatos para apresentar. Os demais, entre os quais Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, figura histórica com participação ativa até antes de 64, um marco negativo da história brasileira, são redondamente ignorados. Independente do juízo de valores fica mal para o jornalismo esse tipo de cobertura.

Mas antes de passarmos a bola para a seleção de Dunga, vale a pena assinalar um fato grave partido de um dos candidatos à Presidência da República. Em entrevista para uma rádio carioca, o tucano José Serra não fez por menos em matéria de relacionamento com os países vizinhos. Gratuitamente, tentando fazer média com eleitores desavisados, o pré-candidato (todos são teoricamente pré até as convenções partidárias) demo-tucano acusou o governo boliviano de Evo Morales de “cúmplice do tráfico” de cocaína no Brasil.

A irresponsável declaração do ex-governador de São Paulo se deu quando ele falava sobre a criação de um ministério para área da segurança pública de combate, entre outros crimes, ao tráfico de drogas. Já foi comentado aqui neste espaço que se trata de uma declaração do tipo para enganar os incautos, até porque o tema em questão está afeto ao Ministério da Justiça e não necessita da criação de nada de especial, pois o que existe dá conta do recado.

A declaração de Serra sobre a Bolívia, com a complementação de que o governo Morales faz “corpo mole” no combate ao tráfico, é totalmente inverídica e só pode ser entendida como uma provocação barata à integração sul-americana, em processo adiantado de desenvolvimento no governo Lula.

Ao contrário do que afirmou Serra, o governo boliviano tem intensificado o combate ao narcotráfico, mas não se sujeita às pressões estadunidenses neste campo. Claro, se dependesse de Serra e seus correligionários, o Brasil nesta altura do campeonato estaria aceitando passivamente os desejos do Departamento de Estado e Pentágono, inclusive de transformar as Forças Armadas em um mero departamento de polícia para combater o tráfico. É a vocação histórica dos tucanos, como acontecia no anterior governo subserviente de Fernando Henrique Cardoso, na prática seguir o que manda quem ocupa a Casa Branca.

No mês de julho a campanha presidencial estará ocupando maiores espaços midiáticos e desta vez o tema política externa vai fazer parte do cardápio. Serra já adiantou alguns pontos de sua agenda, inclusive afirmando em alto e bom som que se fosse presidente do Brasil não iria a Teerã ou receberia a visita de Mahmoud Ahmadinejad. Agradaria sobremaneira a Madame Clinton. Foi uma indicação clara de que faria exatamente o que Washington determina, seja em relação ao Irã, como Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua e Cuba.

Outro ponto da questão externa tem sido as constantes declarações de Serra sobre o Mercosul. Já demonstrou concretamente que joga contra a integração da América, falar contra o Mercosul é apenas o reforço desse ponto de vista.

Mas os leitores se enganam se imaginam que a direitização de Serra se limita à política externa. O candidato da aliança PSDB, Demo e PPS (o partido dos ex-comunistas que viraram linha auxiliar dos seguidores de Washington) recentemente, falando sobre a questão dos portos, algo vital para o desenvolvimento de qualquer país, abriu o jogo ao afirmar que se for Presidente vai extinguir a Secretaria Especial de Portos, que vitalizou o setor. Sabem o motivo? É a concepção de desenvolvimento defendida pelo tucanato entreguista, que não coloca os portos como peças fundamentais para o país.

Na verdade, com palavras sofisticadas, Serra e sua gente defendem a privatização dos portos brasileiros, como tentaram em outras ocasiões através de mentiras e manipulações da informação, como no caso do porto de Paranaguá, medida impedida pelo então governador Roberto Requião. Certamente que o referido porto corre novamente perigo se os paranaenses elegerem um governador das fileiras tucanas ou da patota dos Democratas, que já estiveram no governo com o farsante Jaime Lerner. Farsante é todo aquele político que em campanha diz uma coisa e ao ser eleito faz exatamente o contrário.

É importante recordar esses fatos, para se ter uma idéia de como gira a política brasileira ao longo dos anos. O exemplo do Paraná repetiu-se em outros Estados. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Estado transformou-se num pântano político. Basta citar os nomes dos três candidatos a governador a ser escolhido no próximo dia 3 de outubro: Sergio Cabral, Garotinho, Fernando Gabeira.

É preciso dizer mais alguma coisa?