segunda-feira, 26 de julho de 2010

Cuba celebra revolução em Dia Nacional de Rebeldia

Os cubanos comemoram, nesta segunda (26), o 57º aniversário do assalto ao Quartel Moncada. A data, maior festa da Revolução, é conhecida como o Dia da Rebeldia Cubana. O presidente Raúl Castro comandou ato na Praça Ernesto Che Guevara, em Santa Clara, onde repousam os restos do guerrilheiro argentino. Fidel, contudo, não esteve presente. Ele participou, no sábado (24), de uma cerimônia em memória dos ex-combatentes da revolução.

Povo de Cuba celebra a revolução
No ato desta manhã. Raúl foi aclamado pela multidão que, com gritos e palavras de ordem, expressou seu compromisso com e revolução, o socialismo e com o líder histórico Fidel Castro.

UMA ANÁLISE PSICOLÓGICA: SERRA ESTARIA LOUCO?




Recife (PE) - Em Serra, olhem bem para os olhos. Eles vagam, fitam distante, como se pensassem em coisa diferente do que a boca fala. Quando dão presença, oscilam da fúria, arregalados, à retração nas órbitas fundas, com íris apagadas, parecendo reclamar de insônia permanente. O candidato não deve dormir bem nos últimos tempos, parece. Mesmo quando sorri, sorri só com a boca, fazendo com os olhos fixos uma composição de máscara. A quem sorri assim, só com os dentes, maxilar colado a maxilar, “com os dentes fechados”, o povo nordestino chama de gente falsa.

Mas não pensem que ele, apesar da própria cara, não se preocupe com uma boa feição. No Recife, durante uma entrevista coletiva, ao tossir muitas vezes, reclamou da garganta e pediu para não ser filmado nesse aperto: “Eu acho que os meus olhos ficam esbugalhados”. Será? Em sua imagem mais conhecida na web, bem humorado, ele “brinca” com um fuzil de mira telescópica, apontado para o fotógrafo, vale dizer, para todos nós. Aí vem bala, e nos baixamos, como se a imagem viesse com a desgraça de um projétil em três dimensões. No entanto, não precisamos de um novo Lombroso para ver no candidato ares de louco, de um indivíduo com os mais claros sinais de desequilíbrio mental. Basta ir ao que ele declara, de norte a sul do Brasil. Pior que seus olhos e expressões faciais, Serra é aquilo que ele declara.

Abrem-se as cortinas. Fala, Serra.

“Vou criar o Ministério do Acarajé”, ele falou, disse, e acrescentamos um futuro do pretérito, teria dito em Salvador. Inacreditável. Será mesmo verdade tal fala e ministério? Qualquer brasileiro pode imaginá-lo, melhor, esperá-lo a prometer um Ministério da Tapioca em Pernambuco, um do Tucupi, no Pará, e outro de Dois Pastel, em São Paulo. Em Goiânia, para não mencionar o Ministério do Pastelão, chegou a afirmar que construir um aeroporto é "como fazer um shopping center", assim, sem qualquer controlador de bobagem ou biruta. Na ocasião, ele ainda reclamou do sotaque local da repórter goiana. Como falam engraçado as pessoas que não são paulistas! Mais próximo de sua base, no Rio, entre oito promessas feitas em menos de dez minutos, como um louco rapidíssimo, assegurou mutirões para prevenir a hipertensão... Será possível que não exista um só fotógrafo para registrar a cara dos acompanhantes quando ele fala tais delírios?

Antes do Acarajé na Bahia, em Curitiba prometeu dar enxoval às grávidas. E se possível, acreditamos, assumir a paternidade também. De quantas mulheres no Brasil? De todas, fôlego e saliva no candidato não sobram. Há loucos que babam, dizem. Mas não se espantem de tamanha potência e generosidade varonil. Em matéria de paternidade, antes dos filhos de todo o Brasil, ele andou furtando paternidades de outros que não foram seus, como os projetos de lei dos remédios genéricos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador.

Observo agora que escrevi acima que no Rio ele estava mais próximo de sua base. Mil e um perdões, porque o candidato José Serra é, pelo que fala, pelo que procura fazer crer, natural de qualquer estado brasileiro ou cidade por onde ande. Entendam, não é só um em Roma como os romanos. Em Pernambuco ele é pernambucano. “Cresci na política aqui em Pernambuco”. Logo... Quando ele viaja para outros estados do Nordeste, tem até um genérico de naturalização, tipo, como dizem os adolescentes, tipo ninguém é mais nordestino: “O político que mais fez pelo Nordeste fui eu”. Um autêntico filho de uma mãe nordestina, poderíamos dizer.

Os sintomas do mal não apareceram agora, é claro. Lembram-se do conselho do mago médico Serra, quando se anunciou a gripe suína? Um primor: "Ela, a gripe suína, é transmitida dos porquinhos para as pessoas só quando eles espirram. Portanto, a providência elementar é não ficar perto de porquinho nenhum". Viva. A esta altura, há quem diga que o candidato, submetido a fortes pressões, de partido, projetos e destinos, pirou de vez. Daí os sucessivos desvarios, dizem, os olhos que perambulam, imigrantes e fugidios. Especula-se até de tratamentos secretos a que ele se submeteu, com remédios prescritos pela medicina mais confiável, nas últimas semanas.

Eu, do meu canto, sem ser alienista, penso que a realidade do mal é mais simples. Serra, o nordestino, nortista, sulista, mineiro, criador de ministérios para todos os gostos do mundo, apenas afundou o juízo nas órbitas diante da última pesquisa Vox Populi: Dilma Rousseff tem 43%, Serra, 37%. Em queda, não há lucidez que aguente.
FONTE: DIRETO DA REDAÇÃO

Fichas sujas: Justiça eleitoral do Maranhão pede a impugnação de dois candidatos a governador e Três ao senado. Sobrou só um ficha limpa



fichas sujas: Impugnações de Jackson e Roseana devem ser julgadas essa semana


ficha Limpa: Flávio Dino- PC do B, candidato a governador

O ex-governador teve sua candidatura questionada pelo Ministério Público Eleitoral; já Roseana foi alvo de ação impetrada pelo PSD

Wilson Lima, iG Maranhão

Durante essa semana, deverão ser julgadas as ações de cassação de registro de candidaturas do ex-governador Jackson Lago (PDT), que tenta voltar ao Palácio dos Leões, e da governadora Roseana Sarney (PMDB), candidata à reeleição. A informação é do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão.

A candidatura de Lago foi impugnada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por enquadramento da Lei Complementar 135/2010, o Ficha Limpa. Lago foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em abril de 2009, por crime de corrupção eleitoral. Já a candidatura de Roseana Sarney foi impugnada pelo PSDB também sob a alegação de enquadramento no Ficha Limpa. O PSDB argumenta que Roseana foi condenada em duas ações civis e foi multada recentemente pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) por abuso de poder econômico.


A defesa de Lago argumentou, na semana passada, que a lei viola o art. 16 da Constituição Federal. Dessa forma, conforme a defesa do ex-governador, a alteração da legislação não se aplicaria à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. Eles também argumentam que o ex-governador não possui condenação transitada em âmbitos da Justiça porque ele aguardaria julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Já a defesa de Roseana Sarney argumenta que uma multa do TRE não a torna inelegível e que nas duas ações referidas pelo PSDB, a governadora é apenas citada, não sendo ré em ambos os processos. "O que existe é uma tentativa desesperada de falsear fatos tentando levar a justiça a erro, incidindo em ação temerária, e por isso, deve ser punido implacavelmente pelas aleivosias perpetradas", alegou os advogados na defesa da governadora.

Além de Roseana e Lago, também devem ser julgadas essa semanas as impugnações de José Reinaldo Tavares (PSB) e de João Alberto (PMDB), candidatos ao senado e de Sarney Filho (PV), candidato a deputado federal. Tavares é enquadrado no Ficha Limpa por condenações do TRE-MA. Alberto foi impugnado por problemas na sua desincompatibilização de cargo de vice-governador. Sarney Filho também foi enquadrado no "Ficha Limpa". Ao todo, dos 621 pedidos de registro de candidaturas, 115 foram impugnados tanto pelo MPE, quanto por partidos ou representantes partidários.


sábado, 24 de julho de 2010

A casa de um dos homens mais importante da terra

A casa do Luiz Inácio

A casa de taipa onde o Presidente Lula nasceu, na cidade de Caetés (20 km de Garanhuns), virou ponto turístico da região. Segundo moradores da localidade, seguidamente aparecem curiosos para fotografar o local.

Ciro Gomes declara apoio a Dilma



Ciro Gomes diz que, mais importante do que a candidatura dele, é o Brasil, e o governo Lula tem que continuar com Dilma Rousseff (PT), a quem ele apoia de forma decisiva.

O Ciro é autor de duas frases definitivas sobre o jenio:
- Serra numa campanha é garantia de baixaria (por exemplo, o Índio.

- Serra não tem escrúpulos. Se preciso for, passa com um trator por cima da mãe.

Na campanha de 2002, depois de fazer o desmanche da candidatura Roseana, Serra desmanchou a do Ciro.

Isso não se esquece.
Fonte: Conversa afiada
Serra é recebido com ovo em caminhada em Santa Catarina

Foto do dia


Uma visita aos irmãos do Caucho
Vox Populi: Serra cai, Dilma sobe e abre 8 pontos de vantagem.







Pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi e divulgada nesta sexta-feira pelo Jornal da Band mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 41% das intenções de voto, contra 33% de José Serra (PSDB) e 8% de Marina Silva (PV). Num eventual segundo turno, a petista venceria o ex-governador de São Paulo por 46% a 38%. leia também:
DataSerra arruma um empate

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Venezuela x Colômbia: quem ganha, quem perde?



Principalmente a partir de novembro de 2009, a crise entre Venezuela e Colômbia está completamente aflorada desde que os dois países seguiram caminhos distintos, um em oposição aos Estados Unidos, outro em aliança ao país do Norte.

Álvaro Uribe vê Hugo Chávez como uma ameaça a seu plano de reduzir os índices de violência no país assolado há décadas pelos combates entre narcotraficantes, fortemente ligados ao poder, e as guerrilhas. Chávez, por sua vez, vê Uribe como uma ameaça militar devido à estreita relação com os Estados Unidos e que oficializaram a presença de seus soldados no território colombiano.

O que está em jogo são projetos distintos de concepção das relações sul-americanas. Chávez tenta, utilizando um pouco de retórica, evitar que um país muito forte, hostil a ele, com um projeto bastante diferente, seja uma ameaça. Não só ele, na verdade, mas nenhum país sul-americano tem interesse em presença militar muito forte dos Estados Unidos.

De um lado, os Estados Unidos gostariam de ver a assinatura de tratados de livre comércio (TLCs) com o subcontinente e têm para isso a Colômbia como grande aliada. De outro, o Brasil gostaria da integração sul-americana sem a presença estadunidense, e é essa a visão que interessa à Venezuela.

Nesse aspecto, é importante destacar que Colômbia e Venezuela têm balanças comerciais fortemente dependentes e complementares.

No início dos anos 90 Colômbia e Venezuela estabeleceram uma zona de comércio livre no âmbito da Comunidade Andina de Nações (CAN). O comércio bilateral tem sido impulsionado, desde a criação da zona de comércio livre.

Venezuela gerou superavits consecutivos com a Colômbia de 1993 a 1998, a partir deste ano até 2003, o resultado de excedentes foi alternadamente partilhado entre os dois países. No último período de 2004-2009, o resultado da balança comercial binacional virou deficit para a Venezuela em grande parte porque as importações aumentaram significativamente, enquanto que as exportações para a Colômbia foram reduzidas.

Atualmente, a Colômbia é o segundo destino das exportações não-petrolíferas da Venezuela. Os produtos vendidos ao país vizinho foram de produtos de ferro, aço, alumínio à produtos químicos.

Em relação às importações, houve um aumento acentuado das importações provenientes da Colômbia desde 2004. O país vizinho tem sido o segundo maior fornecedor de mercadorias estrangeiras à Venezuela desde o acordo de livre comércio e, particularmente, tem sido importante no fornecimento de commodities agrícolas e produtos manufaturados, esse tipo de bens representam 78,4% das importações venezuelanas.

Os itens mais relevantes são: carne bovina, cacau, chocolate, produtos de confeitaria e leite, produtos têxteis, como vestuário, couro e de fiação e tecelagem, bem como sapatos, sabão e detergentes, plásticos, produtos químicos, entre outros. 25% das importações venezuelanas são de origem colombiana, enquanto que as exportações colombianas para Venezuela representam 20% das receitas comerciais internacionais.

Neste sentido, do ponto de vista das relações comerciais, ambos os países perdem, pois enquanto a Venezuela, ainda completamente dependente do petróleo, necessita dos produtos colombianos; a Colômbia necessita das aquisições venezuelanas para manter superavits comerciais.

Do ponto de vista político, no subcontinente sul-americano, a Colômbia sairá perdendo, uma vez que, a política implementada por Álvaro Uribe só encontra simpatia na América do Sul com seu colega peruano Alan Garcia.

Já Hugo Chávez, tanto do ponto de vista político, quanto das relações comerciais, possui muito mais aliados sul-americanos, além do que, a Venezuela está completamente integrada ao MERCOSUL, faltando somente, aprovação do parlamento paraguaio. Os potenciais exportadores à Venezuela, para suprimir a deficiência das importações colombiana são por ordem; o Brasil e a Argentina.

A tensão entre Venezuela e Colômbia deverá ser diminuída no período próximo; primeiro, pela posse do Presidente eleito no próximo mês; segundo, pela intermediação do Brasil e da UNASUL (União de Nações Sul-Americanas) e, por fim, pela interdependência comercial entre os países. Fonte. Carta Maior

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Como Globo, Folha, Veja e Estadão fazem campanha para Serra

Sugiro ao leitor que leia atentamente este post porque dele resultará um possível e inédito esforço da sociedade civil para combater o uso ilegal de poder econômico e de recursos públicos por empresários do setor de comunicação, em claro favor de uma facção política.

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania

Para entender a questão que estou propondo, voltemos à última terça-feira (13/7), quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou o jornal O Estado de Minas em R$ 7 mil por fazer “campanha antecipada” para o candidato do PSDB à Presidência, José Serra.

Segundo notícia vagamente reproduzida em alguns grandes portais de internet — e que as imprensas escrita, televisada e radiofônica esconderam total ou parcialmente —, “o veículo foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) de publicar, em seu caderno de política, no dia 10 de abril deste ano, reportagem alusiva ao lançamento da pré-candidatura de José Serra à Presidência da República”.
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