sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Parabéns Diretores e diretoras Eleitos nas Escolas de Tarauacá
Fonte: Accioly
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
SEMINÁRIO SOBRE VIOLÊNCIA , GÊNERO E MÍDIA!
Ministério libera projeto dos barcos solares
O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, aprovou o projeto de construção dos barcos movidos a energia solar - ou ecobarcos -, que o governador Tião Viana pretende implantar no Acre para modernizar e agilizar o transporte para todas as comunidades isoladas do Estado.
Chamado de “Acre Conexões Inteligentes”, o projeto conta com a construção de ecoportos, que, além de abastecerem os barcos, também vão gerar energia e comunicação (internet e telefonia) em favor das comunidades isoladas dos pequenos municípios e de outras localidades do Estado.
Conforme o governador Tião Viana manifestou no mês passado ao ministro Fernando Bezerra, o governo pretende adquirir inicialmente oito ecobarcos para o Estado, com capacidade de 20 passageiros cada, que serão servidos por 16 ecoportos a serem instalados em oito rotas para atender todas as comunidades isoladas do Estado.
O detalhamento do projeto de Conexões Inteligentes foi apresentado ao ministro em seu gabinete, em Brasília, pelo diretor-presidente da empresa Estaleiro E-Boat, Robson Oliveira, que detalhou os custos e a tecnologia que será usada para construir os ecobarcos e os ecoportos. Na apresentação do projeto, o governo acreano foi representado por Carlos Rebello, coordenador do Escritório de Representação do Acre na capital federal.
A tecnologia dos equipamentos é de origem australiana, mas o empresário Robson Oliveira garantiu ao ministro que eles podem ser construídos em Recife (PE), já dispondo de 80% de componentes nacionais, podendo alcançar cem por cento no decorrer de um período máximo de dois anos, com transferência total da tecnologia para o Brasil, que é o que mais interessa hoje ao país quando importa máquinas e equipamentos, conforme assinalou o ministro.
Segundo o construtor, cada ecobarco deve custar em torno de R$ 160 mil, investimento que será compensado em oito meses a partir da economia que os barcos terão sem usar o óleo diesel, cujo consumo por dia na Amazônia é da ordem de 25 litros de diesel, gerando uma despesa anual da ordem de R$ 200 mil.
Redução no consumo de óleo diesel
Caso o projeto dos ecobarcos seja expandido para outras localidades da Amazônia, eles podem implicar uma redução, nos próximos 10 anos, de 50% a 60% dos gastos com óleo diesel, cujo consumo na região gera atualmente gastos da ordem de R$ 3 bilhões por ano.
Essa economia, segundo Oliveira, já foi alcançada pelos ecobarcos, que há cinco anos vêm sendo construídos e se encontram em operação na China, na Austrália e em Hong Kong.
Detalhado ao ministro da Integração, que se disse “impressionado” com a sua eficiência, o projeto “Acre Conexões Inteligentes” prevê a implantação de sistemas de energia renovável com alta eficiência e baixo custo, que podem viabilizar, ao mesmo tempo, a comunicação, o transporte e o abastecimento energético de todas as localidades isoladas do Estado.
Por suas características de baixo impacto ambiental e alto alcance social, o projeto dos ecobarcos deve se transformar numa excelente proposta de transporte para a região. Um dos objetivos do projeto apresentado pelo governador Tião Viana ao ministro da Integração é dotar a região amazônica de um modelo de transporte e produção de energia que seja exemplo para o Brasil e o mundo, melhorando as condições de desenvolvimento regional, oferecendo uma boa infraestrutura de transporte fluvial, reduzindo a poluição dos rios e diminuindo os acidentes na navegação. Agencia de noticias
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
São importantes obras que pode mudar a economia do nosso município que se transformaram no Pólo industrial de Tarauacá. É maior promessa de geração de emprego e renda para nossa população
Fritura do 7º ministro começou no dia em que caiu o 6º
No último domingo, minutos após a internet começar a repercutir o pedido de demissão de Carlos Lupi, sexto ministro de Dilma Rousseff acusado de corrupção neste primeiro ano de seu primeiro – e último? – mandato, blogs e sites de Globo, Folha, Estadão e Veja já passavam a investir contra a próxima vítima, o ministro da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.
Concomitantemente, os mesmos blogs e sites corporativos de oposição ao governo federal também começaram a repercutir matérias afirmando que “prosseguem os problemas” nos ministérios que acabaram de perder seus titulares, o que coloca os substitutos sob ameaça.
Agora a notícia mais interessante: escrevo após ter me encontrado com um descontente que trabalha em uma redação qualquer da mídia tucana e fiquei sabendo que a matéria remetendo aos ministérios recentemente “faxinados” por uma mulher que o machismo midiático converteu em “faxineira” trata de providenciar para que não faltem alvos em 2012, porque, a partir de janeiro, os ministros começarão a ser degolados por atacado.
O efeito dominó, de queda de um ministro após o outro, vai virando efeito boliche…
Vai indo muito bem o governo Dilma e sua covardia e apatia galopantes. A administração pública está paralisada, auxiliares da presidente no primeiro escalão já começam a refletir se vale a pena esperar que virem alvo ou se não é melhor pularem fora logo desse barco furado.
Outra informação importante que recebi é a de que já haveria ministros dispostos a pedir demissão assim que a primeira denúncia for feita se não receberem apoio claro, inequívoco e imediato da presidente da República tão logo virem alvo, o que, obviamente, não ocorrerá, de forma que a paralisia na administração pública federal tende a se aprofundar.
Em 2012, portanto, ao invés da média atual de queda de um ministro a cada 30 dias – partindo de maio, quando começou a cair o primeiro, Antonio Palocci – poderemos ver duas, três ou mais demissões em cada leva, já que um ministério que perdeu o titular poderá sofrer novo ataque ao novo titular.
Através de denúncia como a de ter pegado carona em jatinho, feita por qualquer desqualificado saído dos arquivos de qualquer delegacia, todo aquele que trabalha na administração pública pode virar alvo enquanto é abandonado à própria sorte.
Servir ao governo Dilma vai se tornando um péssimo negócio.
Dizem que o governo Dilma se guia por pesquisas. Quando apontam indício de queda de popularidade no âmbito do bombardeio midiático, esse governo cede em seguida sem refletir que não foi a falta de reação imediata da presidente à denúncia que lhe causou a perda de popularidade, mas a sequência de denúncias em si.
Quem não notou a falta de pesquisas sobre a popularidade de Dilma, popularidade que a mídia diz que sobe porque a presidente cede, saiba que isso se deve a que não convém à direita midiática que o prejuízo político dela venha à tona agora. Ao não apontar o viés político dos que estão desmontando seu governo, Dilma vai virando um Obama de saias.
Eduardo Guimarães
Carlos Marighella deixou uma marca indelével na luta do povo brasileiro ao longo do século 20. Teórico marxista, militante da luta popular, dirigente partidário, deputado Constituinte em 1946, ele foi também um poeta notável que, nos bancos escolares, costumava escrever suas provas em versos.
Filiado ao Partido Comunista do Brasil desde 1934, conheceu as prisões (saiu da cadeia em 1945, anistiado no final do Estado Novo) e ganhou o ódio da direita e dos conservadores. Fez parte da geração que, na década de 1930, resistiu ao desmantelamento do Partido Comunista pela polícia política; em 1945 juntou-se aos que reorganizaram o Partido, tornando-se um de seus quadros mais destacados. Na Assembleia Nacional Constituinte notabilizou-se pela defesa intransigente e radical da democracia, contra a obstinada resistência oligárquica que pretendia um estado de direito apenas formal e de escassa participação popular.
Nos debates comunistas de meados da década de 1950, foi sensível aos argumentos da ala revolucionária que resistia ao revisionismo que tomou de assalto a direção do Partido. Mas não aderiu à reorganização de 1962, permanecendo no velho PCB mais alguns anos, até divergir em 1966, descontente com a moderação ante a ditadura militar; foi expulso em 1967 e, no ano seguinte, organizou a principal organização da resistência armada urbana contra a ditadura, a Ação Libertadora Nacional (ALN), da qual foi teórico e dirigente.
A ditadura o considerou, naqueles anos, seu inimigo nº 1, e caçou-o até a emboscada montada na capital paulista pelo facínora símbolo da tortura e da repressão, Sérgio Fleury, sendo assassinado sem chance de defesa em 4 de novembro de 1969. “O assassinato deste conhecido revolucionário é mais uma ação vergonhosa e covarde que se acrescenta à onda de inomináveis violências que a ditadura militar vem cometendo. A história do Brasil registra poucos crimes políticos tão infames, tão friamente planejados” como este, indignou-se a nota em que o Partido Comunista do Brasil condenou aquele crime, publicada no jornal comunista A Classe Operária.
Carlos Marighella é um dos heróis do povo, e a recuperação oficial de sua memória teve início em 1996, quando o governo federal reconheceu a responsabilidade do Estado por seu assassinato. E avança agora quando, na 53ª Caravana da Anistia, em Salvador (BA), sua cidade natal, ele será oficialmente anistiado e o Estado brasileiro, pela voz dos representantes da Comissão da Anistia, pedirá perdão pelo crime cometido em 4 de novembro de 1969.
A anistia a Carlos Marighella, o pedido de perdão por seu assassinato e a inauguração do memorial Marighella Vive, são importantes passos das autoridades brasileiras para a reconciliação da nação com sua memória de luta e resistência democrática, nacional e anti-imperialista. É o sentido da luta pela revelação das atrocidades cometidas durante a ditadura militar de 1964 simbolizada na aprovação da Comissão da Verdade – os brasileiros tem o direito de saber quão covarde foi a repressão e perseguição policial aos democratas e comunistas, de honrar o heroísmo da resistência, e de cultuar aqueles que tombaram ante a ferocidade do arbítrio.
O revolucionário Carlos Marighella anotou seus sonhos de liberdade na forma de versos. E transformou sua própria vida em defesa dos trabalhadores, da democracia e da nação, em um poema épico que os brasileiros precisam conhecer e difundir. Fonte: P Vermelho
Manuela Braga é a nova presidente da UBES
Manuela Braga é eleita com 82,5% dos votos do 39º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes)
Manuela, que vive no Recife, terá agora o desafio de percorrer as escolas de todo o país, conhecendo os problemas de cada grêmio e debatendo soluções para a educação brasileira.
Participaram da votação 1.561 delegados, escolhidos em eleições realizadas em escolas de todo o país. A chapa que elegeu Manuela, “Movimento estudantil unificado pelas mudanças do Brasil”, teve 1.288 votos,correspondendo a 82,5% do total. O outro candidato à presidente da Ubes foi Gladson Reis, de Belo Horizonte, representando a chapa “Rebele-se: A Ubes é para lutar”, que teve 273 votos — 17,5% do total. Fonte: UJS


