terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Em 2010, o povo do Acre quase cai Nesta armadilha


Veja o jeito tucano de governar

Não há como um governador justificar a covardia de exterminar 1.700 lares com crianças e mães, deixando-as desalojadas, para entregar o terreno "limpo" à massa falida de um mega-especulador.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP) tornara-se irremediavelmente o "açougueiro do Pinheirinho".

domingo, 22 de janeiro de 2012

A revolução silenciosa de Lula contra a pirâmide do faraó FHC

Será que precisa desenhar?


Tem horas que vale o ditado: uma imagem vale mais do que mil palavras.

Mas é irresistível escrever que:

- houve uma revolução silenciosa no governo Lula.

- a pirâmide de faraó de FHC virou o losango da bandeira nacional de Lula.

- Dilma ainda tem que passar a ponta do losango de baixo para meio de cima, "malhando" o losango até ele ficar cada vez mais parecido com um retângulo achatado.
Fonte:Blog amigos do presidente

Música do dia

sábado, 21 de janeiro de 2012

O lugar do Estado para a direita e a esquerda

O esgotamento de um modelo estatista na esquerda, junto à hegemonia neoliberal relegaram o Estado a um lugar marginal nas interpretações teóricas e nas concepções políticas predominantes durante algum tempo. A “sociedade civil” no marco dos movimentos populares, o mercado, na direita, passaram a ocupar seu lugar, como se o Estado tivesse se tornado intranscendente.

Para a direita, o Estado atrapalharia a livre circulação de capital e, segundo ela, com isso, a expansão da economia. O Estado frearia a livre circulação de capitais com suas regulações, seus impostos, a proteção aos mercados internos, a propriedade estatal de empresas estratégicas.

Para alguns movimentos sociais e para s ONGS, o Estado expropriaria a possibilidade das pessoas de fazerem politica, estatizando-a. Ele teria um potencial inerentemente antidemocrático.

Embora situados em lugares distintos do campo político, ambos queriam menos Estado. Mais mercado, para a direita. Mais “sociedade civil” para alguns movimentos sociais e para as ONGs.

A direita quer financiamentos, subsídios, perdão de dívidas, isenção de impostos e repressão do Estado contra mobilizações popuares. Quer concessão de meios de comunicação e de exploração de recursos naturais. A direita é coerente, quer Estado mínimo para os pobres e o mesmo Estado patrimonialista de sempre para eles.

Os setores de esquerda que não querem Estado são incoerentes. Ou não querem construir o “o outro mundo possível” e ficar sempre na resistência, ou não dizem como se garantiriam direitos, sem o Estado, como se regulamentaria a circulação do capital financeiro, sem o Estado, como se resistiria às privatizações, sem o Estado, como se democratizaria a formação da opinião pública, sem o Estado.

Ao se opor a qualquer tipo de Estado, alguns movimentos sociais e as ONGs se somam às forças neoliberais. Do que se trata é de fazer o que países latino-americanos estão fazendo: se valer do Estado para promover processos de integração regional, para desenvolver políticas de distribuição de renda, para promover o desenvolvimento entre tantas outras políticas antineoliberais. E refundar o Estado, como fazem alguns desses países.

Alguns governos consideram que podem levar a cabo políticas de superação do neoliberalismo com o Estado existente, fazendo pequenas adequações ao aparato herdado, para fazê-lo funcionar de maneira mais eficiente. Assumem um critério de eficiência, como se o Estado fosse simplesmente uma máquina para colocar em pratica a projetos. Não se dão conta da natureza de Estados constituídos e reproduzidos para representar interesses das elites minoritárias que tradicionalmente se valeram dele. Não se dão conta do caráter burocrático do Estado, de sua impermeabilidade ao controle social, ao controle democrático externo.

O Estado é a representação política da sociedade, é através dele que as pessoas se assumem como cidadãos. É através dele que a sociedade se constitui como sociedade política, que os cidadãos se relacionam entre si. Suas políticas são as formas pelas quais se constitui o poder e a relação entre a cidadania.

Sua política tributária, por exemplo, expressa quem financia quem na sociedade: quem paga os impostos e a quem o Estado transfere esses recursos. Por tanto suas ações sempre tem um caráter de classe, promovendo os interesses de setores sociais contra os de outros, distribuindo ou concentrando renda. Seu agir é sempre político, expressa e fomenta relações de poder entre as classes sociais. A leitura da sua natureza e do seu agir permite entender o tipo de sociedade sobre a qual ele se assenta.

Emir Sader

Perpétua apresenta projeto que impede reajuste da energia no Acre

Um projeto da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que tramita na Câmara, susta a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de autorizar o reajuste de 11% na tarifa de energia do Acre.






A festa da capela

Cheguei neste sábado de uma viagem ao Rio Murú. Fui conversar com produtores e Participar da festa da Capela em homenagem a São Sebastião. A festa da capela é uma tradição de mais de meio século. Veja mais imagens

Música do dia

Um crime estranho

Um crime estranho levanta suspeita de uma armação politica.

Nesta Sexta feira (19), um ladrão entrou na minha casa e levou meu notebook. O roubo aconteceu no período da tarde, algumas horas após minha saída para viagem de trabalho que eu havia noticiado no radio

O estranho é que é o ladrão entrou no quarto e dispensou todos os outros objetos, até o carregador que estava conectado. Outras maquinas mais modernas e de maior valor, ficaram no mesmo lugar.

O ladrão entrou e saiu “pelos fundos” sem deixar vestígio de arrombamento, deixou apenas a janela aberta e rastros de lama no chão. Tudo indica que o ladrão foi a minha casa premeditadamente a procura do meu velho computador, o qual utilizo ha mais de dois anos para escrever e arquivar meus documentos.

A ocorrência foi registrada na delegacia de policia para investigação.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O sociopata mora ao lado

Sabe aquele internauta que o deixou horrorizado com o comentário desumano que fez sobre aquele assunto triste? Lembra-se de como se chocou com comemoração que o viu fazer quando foi divulgada a doença ou a morte de alguma figura pública? Você já refletiu se aquela pessoa – provavelmente anônima – não pode ser seu vizinho, parente ou colega de trabalho?

Ainda está sendo avaliada a interminável revelação que a internet vai fazendo sobre a natureza humana, para o bem ou para o mal. Estudiosos vêm se surpreendendo com a quantidade de sociopatas clássicos que existe por aí. Estão descobrindo que essa é uma ameaça maior do que se imaginava.

Essa é a tese, por exemplo, de um membro da Associação Brasileira de Psiquiatra, o doutor Helio Laudar, que afirma que “A internet favorece o engano em qualquer situação” por ser “Um mundo paralelo, distorcido da realidade, no qual o sujeito está livre para assumir qualquer identidade e escolher as suas vítimas”.

Isso, porém, não significa que a tecnologia crie psicopatas – ela apenas os faz sair das sombras.

Estimativas sobre a incidência de sociopatia, assim, vêm sendo revistas, por mais que seja difícil mensurar que percentual da humanidade tende ao comportamento sociopata, que nada mais é do que um estágio do comportamento psicótico clássico, ainda que o psicopata em potencial nem sempre acabe sendo tomado pela doença.

Vai ganhando força, pois, a teoria de que todos devem ter algum sociopata fazendo parte de suas vidas, independentemente do grau de relação social. Pode ser um colega de trabalho, seu chefe, seu subordinado, um cunhado, um primo, um vizinho e até um irmão, pai ou mãe. Você pode ter relação próxima com ele sem imaginar que aquele comportamento reprovável que exibe de vez em quando é mais do que mera falha de caráter.

O que isso muda nas relações sociais? Elas mudam para pior porque as pessoas estão sendo obrigadas a refletir cada vez mais sobre os cuidados que se deve ter não só com estranhos, mas com seu próprio entorno social.

Todavia, outra tese que vai ganhando força serve de alento. A internet pode estar funcionando como uma válvula de escape para a necessidade do sociopata de praticar o mal contra aqueles que lhe despertam a fúria pelas próprias idéias, pela aparência física, pela etnia ou até pela sexualidade. Fartando-se na internet, portanto, pode diminuir a pressão para agir no mundo real.

Recentemente, com a exposição da doença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os comentários de leitores sobre as matérias que trataram do assunto nos portais de internet, em blogs, sites ou nas redes sociais deixaram ver um nível de ódio inexplicável por ser dirigido a quem a quase totalidade de tais comentaristas jamais viu de perto.

O nível de ódio que o ex-presidente desperta, assim, não se deve exatamente ao indivíduo Lula. É ódio a uma classe social ou até a pessoas específicas do entorno social do sociopata. Há uma transferência de ódios reais, portanto.

Contudo, sempre é bom esclarecer que sociopatia não tem ideologia, religião, preferência sexual ou política. Eventual doença ou o sofrimento da antítese de Lula, que hoje é José Serra, possivelmente despertaria reações análogas. A compulsão do sociopata é a de tripudiar contra aquele objeto de ódio imaginário em um momento em que imagina que pode lhe infligir maior sofrimento ao demonstrar insensibilidade.

Por que, então, é importante abordar a sociopatia latente da sociedade? Não porque esteja crescendo, mas por ir se mostrando mais comum do que se supunha e pelo efetivo potencial que tem de provocar tragédias ou dramas sociais terríveis.

É assustador imaginar que exista tanta gente por aí que extrai prazer de provocar sofrimento, e que essa ânsia por fazer sofrer muitas vezes não se contenta com o sofrimento emocional.

Mas o aspecto mais aterrador do sociopata pode nem ser esse. O que o torna perigoso é o seu egoísmo psicótico e a total ignorância da própria doença. Essas pessoas nem sonham que estão doentes e estão convencidas de que buscar o próprio bem-estar e prazer em detrimento de qualquer valor humanista, é perfeitamente justificável.

E é nesse ponto que a internet vem contribuindo para desnudar o comportamento sociopata devido ao seu poder de unir os que pensam da mesma forma. Estimulados por assistirem congêneres dando vazão aos mais baixos sentimentos, outros sociopatas perdem os últimos freios e se entregam ao vício na maldade.

Vai passando da hora, pois, de o Estado se aprofundar na questão criando grupos de trabalho para planejarem políticas públicas que estimulem o sociopata a buscar tratamento. Poderiam ser feitas campanhas de conscientização daquele que está doente, campanhas que demonstrassem que extrair prazer ao agir das formas aqui descritas, não é normal.

Assim, os crimes de ódio e intolerância que vêm ocorrendo mais amiúde, com agressões a homossexuais e a nordestinos, entre outras minorias, decorrem da banalização do comportamento sociopata que a internet vem expondo e que estimula os mentalmente enfermos a “sair do armário”, por assim dizer.

Seria impróprio, no entanto, afirmar que a sociedade brasileira está doente. Mas é mais do que apropriado dizer que a doença que aflige qualquer sociedade ameaça sair do controle no Brasil. Não só pela banalização desses comportamentos semipsicóticos que se vê na internet cada vez mais amiúde, mas por não haver uma ampla reprovação pública a eles.

Nesse aspecto, meios de comunicação e classe política só colaboram para o agravamento do surto de sociopatia que vem ocorrendo, pois, no calor das disputas políticas e ideológicas, aquele que agride inimigos políticos e ideológicos torna-se aliado dos que não odeiam e que apenas têm objetivos que se vêem favorecidos pelo fanatismo.

Fanatismo político, ideológico, sexual, étnico ou de classe social, portanto, é apenas um pretexto para aqueles que têm necessidade de agredir os semelhantes de uma ou de todas as formas possíveis e imagináveis. Dessa maneira, enquanto não surge uma política pública para enfrentar esse problema é bom que você se cuide, pois o sociopata mora ao lado.

Eduardo Guimarães

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Música do dia

Presidente do Uruguai almoça com Lula em São Paulo


O presidente uruguaio, José Mujica, almoçou nesta terça-feira (17) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro começou às 13h horas no hotel Sofitel, em São Paulo.
Mujica, que está de férias e é amigo de Lula, afirmou à imprensa, no final do encontro, que veio ao Brasil para visitar “esse lutador do Brasil e da América Latina por tanto e tanto tempo”. O presidente estava acompanhado da primeira-dama e senadora uruguaia Lucía Topolansky.


Heinrich Aikawa/Ins​tituto Lula
Lula e Mujica

Mujica afirmou que Lula é um lutador do Brasil e da América Latina

Também participaram do almoço o embaixador do Uruguai no Brasil, Carlos Amorín, e o diretor do Instituto Lula e ex-ministro Luiz Dulci.

De acordo com Mujica, eles conversaram sobre o tratamento do ex-presidente contra o câncer e seus planos para o futuro, em especial os projetos de integração da América Latina.

“Os povos não se dão conta da importância concreta da integração para a sua própria vida. Talvez a China não precise de integração, mas nós precisamos. Essa foi a preocupação de Lula, e disso que falamos”, afirmou.

O presidente Uruguaio se disse otimista em relação aos rumos da região. “Na América do Sul estamos vivendo um momento que nunca tivemos. Apesar de todas as dificuldades, nunca sonhamos em ser uma América Latina com a força que estamos tendo hoje.”

Segundo Mujica, o otimismo é compartilhado por Lula, que expressou a ele o “enorme afeto e confiança” que nutre pela presidenta Dilma, além de afirmar ao presidente uruguaio que vê um cenário positivo para o Brasil para a e América Latina, com estabilidade política e social.

Sobre a saúde do ex-presidente, Mujica disse que ele “está bem de cabeça e do coração, com a perspicácia e alegria de sempre”.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Instituto Lula

UJS realizará seminário preparatório para 16º congresso

A união da Juventude Socialista realizará entre os dias 31 de Janeiro a 3 de fevereiro o seminário preparatório ao seu 16º congresso, que ocorrerá no final do primeiro semestre de 2012, além do seminário será realizada a primeira plenária nacional de 2012 que ocorrerá nos dias 4 e 5 de fevereiro.


Tradicionalmente, a UJS realiza no começo do ano um curso de formação para os (as) principais dirigentes da organização, entretanto, no ano de 2012 será diferente, desta vez será realizado um seminário com foco nos desafios do 16º congresso da UJS.

Segundo André Tokarski, presidente da UJS, o seminário será de grande valia para toda militância, “o congresso da UJS é atividade mais importante da nossa organização, momento que milhares de jovens nos conhecem, se filiam, por tanto, precisamos nos preparar muito para este congresso. Queremos debater os grandes desafios da juventude brasileira, apresentar o socialismo como a única alternativa possível para o Brasil superar seus graves problemas sociais”, afirmou.

Para Tiago Andrade, diretor nacional de formação da UJS, o foco mais importante do seminário será o debate ideológico, “para uma entidade de massa como a nossa, que cresce a cada dia e amplia sua influência, é fundamental debater os rumos e perspectivas, dar nitidez ideológica ao nosso projeto, de maneira que se torne compreensível a todos os jovens que se interessam em construir uma alternativa de sociedade”.

Estão convocados (as) a participar do seminário e da plenária nacional toda a direção nacional e direções estaduais, a direção executiva nacional também convidará outras pessoas que não se encaixem nestes critérios de participação. Todos(as) devem chegar em São Paulo no dia 31 de janeiro devido a locomoção até a cidade de Atibaia, o transporte sairá da sede da UJS (|Rua Treze de Maio 1016 – São Paulo) as 14h00.

Serviço:

Seminário preparatório as 16º congresso da UJS
Data: 31 de Janeiro 1, 2 e 3 de Fevereiro
Plenária Nacional
Data: 4 e 5 de Fevereiro
Valor de Inscrição: R$ 380,00 (para as duas atividades) e R$ 150,00 somente para plenária
Saída dos ônibus: Dia 31 de Janeiro ás 14h00 na sede da UJS (R. Treze de Maio - SP)
Local das atividades: Atibaia - SP