quinta-feira, 5 de maio de 2011

Tocando em frente

Um dia de encontros com agricultores do pólo agro-florestal do esperança e com os índios que realizam uma oficina de artesanato na cidade. Presente, o assessor especial indígena do governo, Zezinho caxinauwá. Meus dias estão ficando pequenos para as grandes tarefas.

Movimento Menos Impostos Mais Energia em Tarauacá

O Movimento Menos Impostos Mais Energia em Tarauacá contou com a participação de 2.500 pessoas assinando o documento. Esse número de assinaturas que coresponde a 13% da população urbana do município, poderia ter sido maior houvesse mais interesse da sociedade tarauacaense. Mas, valeu a pena.

O movimento foi encabeçado pela Rádio Comunitária Nova Era FM com apoio do Sinteac e UJS e durante duas semanas coletou assinaturas em frente ao Banco do Brasil e ao Mercado Municipal, além de igrejas, escolas, associações comunitárias que pegaram formulários para coletar assinaturas.

De posse das assinaturas, o Movimento Popular vai partir para a elaboração do projeto de iniciativa popular para dar entrada na Comissão de Legislação Participativa da Assembléia Legislativa do Acre.

A intenção é reduzir as três alíquotas de ICMS aplicadas aos consumidores de energia do Acre. “Precisamos modificar a Lei Complementar Nº 100, de 18 de dezembro de 2001.

Até a segunda quinzena de maio o Movimento Popular Menos impostos, Mais energia chegará com o projeto na Aleac. FONTE: BLOG do ACIOLY

STF: Aprova união homoafetivos

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou há pouco a favor das ações que estendem os direitos da união estável aos casais homoafetivos.

"É um caso de proteção dos direitos fundamentais. A falta de um modelo institucional que proteja essa relação estimula o quadro de descriminação. É dever da Corte dar essa proteção se de alguma forma ela não foi concedida pelo órgão competente [Congresso Nacional]", ressaltou Gilmar Mendes.

Caso nenhum dos ministros que votou anteriormente mude de voto, já se tem maioria no julgamento das ações que foram propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo governo do Rio de Janeiro.

Na prática, o STF estende as garantias, aos casais de mesmo sexo, relacionadas, por exemplo, à Previdência, ao divórcio, á pensão, à herança, à declaração compartilhada de Imposto de Renda, entre outros.

Além de Gilmar Mendes votaram a favor, até o momento, os ministros Ayres Britto (relator), Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Joaquim Barbosa.

Ainda restam votar, pela ordem, Ellen Gracie, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cezar Peluso (presidente).

O ministro Dias Toffoli se declarou “impedido” de votar porque já tinha opinado sobre a questão quando foi Advogado Geral da União.

Atualização das 18h23

Ministra Ellen Gracie também vota a favor das ações. Placar 7 a 0.

Atualização das 19h13

Ministro Marco Aurélio também vota a favor das ações. Placar 8 a 0.

Atualização das 20h14

Ministro Celso de Mello também vota a favor da ações. Placar 9 a 0.

Atualização das 20h29

Ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo, também vota a favor das ações. Resultado final: 10 a 0. Fonte: Blog do Noblat



EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A democracia política que experimentamos hoje garante liberdade suficiente para que exista todo tipo de posição política/ideológica, especialmente na internet. Infelizmente essa importante ferramenta de informação, permite o aparecimento de monstrengos que atuam no submundo para deformar a liberdade de expressão, tão preciosa e tão cara na nossa história.

Refiro-me as pessoas que atuam na rede como formadores de opinião, sem coragem de mostrar suas faces e verdadeira identidade. Em Tarauacá, mesmo antes da internet, utilizavam meios escusos, panfletos apócrifos para atacar pessoas, sem permitir o direito de defesa no campo das idéias ou defender a honra na justiça. Agora apareceu os chamados blogueiros “mula sem cabeça”. Pessoas que utilizam nomes falsos para espessar opiniões sem o dever de assumir o que escrevem.

Eu pessoalmente, há tempos venho sendo agredido em comentários no blog pelo tal Aquiles, que agora criou um blog clandestino para avaliar condutas de pretensos candidatos a prefeitura de Tarauacá. Deixa-me preocupado esse tipo de “trabalho” sujo, feito no submundo para fazer terrorismo e ataques infames. Por mais que tente disfarçar, não consegue esconder suas idéias direitista e sofrimento com a cassação do ex-prefeito Vando Torquato. Lamento que alguns bloqueiros que assumem o que escrevem, ainda colaborem com esses tipos de escroques, reproduzindo textos, link e comentários. Bloqueiros de Tarauacá uni-vos pela democracia e liberdade de expressão.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

IBGE explica por que a elite odeia Lula

Foi uma luta para encontrar dados que mostrassem a evolução do índice de Gini do Brasil entre 1995 e 2010. A mídia esconde esses dados porque mostram um fato que destrói a versão que vem sendo alardeada após a divulgação da maior queda de concentração de renda no Brasil durante os últimos 50 anos, de que ocorreu nos governos FHC e Lula.

Em primeiro lugar, o noticiário deixa claro um fato sobre o qual pouco se fala: a ditadura militar (1964-1985) foi implantada para concentrar renda, ou seja, para tornar os ricos mais ricos e os pobres, mais pobres. Em 1960, antes da ditadura, o índice de Gini era de 0,537 e, em 1995, estava em 0,600. A concentração de renda foi brutal, no período.

Mas o fato mais contemporâneo também é surpreendente e pode ser bem constatado no gráfico acima: durante o primeiro mandato de FHC, a desigualdade permaneceu praticamente intocada e só caiu um pouco a partir do segundo mandato. Já no governo Lula, a queda foi impressionante, fazendo o índice de Gini cair a 0,530 – quanto mais próxima de zero, menor é a concentração de renda.

O IBGE também explica por que os estratos superiores da pirâmide social odeiam tanto Lula. Entre os 20% mais ricos, que se concentram no Sul e no Sudeste, a escolaridade aumentou 8,1% e a renda cresceu 8,9%. No recorte dos 20% mais pobres, que ficam no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste, a escolaridade aumentou 55,6%, e foi acompanhada de um aumento de renda de 49,5%.

Por etnia, os negros também experimentaram aumento de renda muito maior do que os brancos, vale dizer. Sobretudo porque negros e descendentes de negros são muito mais numerosos no Norte e no Nordeste.

O governo FHC é tão defendido pelos ricos, que também são donos da mídia, porque foi o que puderam conseguir em termos de, se não aumentar a concentração de renda, ao menos retardar a sua queda. Lula virou as costas para a elite e promoveu a maior distribuição de renda da história deste país. Por isso a elite branca do Sul e do Sudeste o odeia com tanto fervor. Blog da cidania

terça-feira, 3 de maio de 2011

DRAUZIO VARELLA EM TARAUACÁ

O médico Drauzio estará no próximo sábado subindo o Rio Gregório com uma equipe de reporter da rede Globo para fazer uma reportagem investigativa sobre os altos índices de hepatites cronicas na aldeia yawanawá e região ribeirinha. Varella é médico cancerologista, formado pela USP.

No início dos anos 1970, trabalhou com o professor Vicente Amato Neto, na área de moléstias infecciosas do Hospital do Servidor Público de São Paulo. Durante 20 anos, dirigiu o serviço de Imunologia do Hospital do Câncer (SP) e, de 1990 a 1992, o serviço de Câncer no Hospital do Ipiranga, na época pertencente ao INAMPS.

Foi um dos pioneiros no tratamento da AIDS, especialmente do sarcoma de Kaposi, no Brasil. Em 1986, sob a orientação do jornalista Fernando Vieira de Melo, iniciou campanhas que visavam ao esclarecimento da população sobre a prevenção à AIDS, primeiro pela rádio Jovem Pan AM e depois pela 89 FM de São Paulo.

Na Rede Globo, participou das séries sobre o corpo humano, primeiros socorros, gravidez, combate ao tabagismo, planejamento familiar, transplantes e diversas outras, exibidas no Fantástico.

Em 1989, iniciou um trabalho de pesquisa sobre a prevalência do vírus HIV na população carcerária da Casa de Detenção do Carandiru. Desse ano, até a desativação do presídio, em setembro de 2002, trabalhou como médico voluntário. Atualmente, faz o mesmo trabalho na Penitenciária Feminina de São Paulo.

Na Amazônia, região do baixo rio Negro, dirige um projeto de bioprospecção de plantas brasileiras com o intuito de obter extratos para testá-los experimentalmente em células tumorais malignas e bactérias resistentes aos antibióticos. Esse projeto, apoiado pela FAPESP, é realizado nos laboratórios da UNIP (Universidade Paulista) em colaboração com o Hospital Sírio-Libanês.



Por que “mataram” Bin Laden?

A teia de mentiras com que os Estados Unidos cercaram a ação militar que teria matado Osama Bin Laden impede que se tenha uma única certeza sobre o caso. Não se pode confiar nem no anúncio de que teria sido morto ou na descrição das circunstâncias em que isso teria acontecido.

Bin Laden nem era mais o comandante da Al Qaeda. Estava doente, debilitado e acuado. O bunker em que se escondia, era precário. Apesar de a mídia ter deixado a impressão de que seria uma fortificação à altura do homem que desafiou os EUA por uma década, seu abrigo não lhe permitiu resistir quase nada à ofensiva americana, a qual, cada vez mais, vai parecendo que o assassinou a sangue frio.

Por que o mataram, então? Vivo, Bin Laden teria sido extremamente útil. Poderia fornecer informações preciosas sobre a Al Qaeda. Aliás, um estadista prenderia o terrorista e faria um acordo com ele. Não aceitaria? Duvido. A Al Qaeda, Bin Laden, os EUA, ninguém lucra com aquela loucura toda. Lula faria um acordo com essa turma com um pé nas costas.

O problema são os EUA. Querem sempre ficar por cima. E, além de truculentos, assassinos, covardes, mentem compulsivamente. A desinformação que difundem sobre a “morte” de Bin Laden começou com a divulgação de foto falsa de seu cadáver por autoridades paquistanesas. Em seguida, as pessoas começaram a acordar para todo o resto. Leia o artigo completo
Apoio à produção

Governo do estado vai implantar duas unidades avançada de produção de farinha no município de Tarauacá. O projeto contempla construção de galpão, aquisição de equipamentos industriais automáticos e caminhões para o escoamento da produção.

O empreendimento será financiado com recursos do governo federal coordenado pela secretaria de pequenos negócios em parceria com a SEAPROF. Nesta segunda, assessores do governo do estado estiveram no local para conversar com cooperativas e associações da comunidade sobre o projeto

MÚSICA DO DIA

Dia do trabalho

Sem tempo e sem internet, embora tarde, venho aqui prestar minha homenagem ao trabalhador. O dia de comemorar, mas também é dia de reivindicar e fazer reflexão.No presente, a luta central dos trabalhadores é pela concretização de um novo projeto nacional de desenvolvimento, com soberania, fortalecimento da nação e valorização do trabalho.

É a luta para repartir o bolo. Não podemos ter um país rico e um povo pobre. O resto é demagogia, conversa fiada.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

EUA exibem troféu Bin Laden para amedrontar os povos

Quase uma década depois dos atentados às torres gêmeas e ao edifício do Pentágono, em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos mataram Osama Bin Laden, a quem se atribuía a autoria desse e de outros crimes.

Os líderes dos países imperialistas fizeram declarações extasiadas. O ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, terrorista número um, que realizou dois mandatos à frente da Casa Branca, durante os quais o país mais poderoso do mundo agiu como gendarme internacional e suas forças armadas como facínoras, não só comemorou a “vitória”, como se achou no direito de “alertar” que a “luta contra o terrorismo não acabou” com a morte de Osama Bin Laden.

O próprio presidente Obama fez afirmações no mesmo sentido, seguido pelos chefes de Estado das potências imperialistas europeias: Sarkozy, da França, a alemã Angela Merkel e o britânico Cameron.

O anúncio feito pelo presidente Obama em plena meia-noite de um domingo, em cadeia mundial de televisão, e o alarido dos meios de comunicação, parecem surtir alguns efeitos imediatos.

Milhares de pessoas foram aos portões da Casa Branca, com bandeirinhas dos Estados nas mãos para celebrar a “vitória”. Os temas cruciais da política externa, a crise econômica, os graves problemas sociais passam ao segundo plano. Mais uma vez o mundo é invadido por uma demagogia patrioteira pró-estadunidense e um falso discurso democrático. De novo a monstruosa máquina propagandística fomenta a idolatria da superpotência imperialista, apresentada como paladina das liberdades, da paz e da segurança no mundo.

Osama Bin Laden figurava como inimigo número um da política de segurança dos Estados Unidos, mas nunca foi efetivamente um polo de oposição a esta ou qualquer outra potência imperialista, nem um fator decisivo nas relações internacionais. E, desde que os Estados Unidos ocuparam o Afeganistão, o Iraque e passaram a exercer maior controle na fronteira afegã-paquistanesa, inclusive bombardeando sistematicamente o Paquistão com seus aviões não tripulados “Drone”, o terrorista não era mais que um símbolo. Agora morto, sua figura patética será usada à exaustão literalmente como espectro para amedrontar os covardes e promover a união de forças de direitistas e oportunistas em torno da esfarrapada bandeira do imperialismo norte-americano.

Osama Bin Laden nunca representou a luta antiimperialista, os povos árabes, nem mesmo o islã político com sua miríade de expressões. A Al Qaeda nunca foi e não é uma organização de luta pela justa solução dos graves problemas que afligem as regiões do Oriente Médio e da Ásia Central. Tampouco o terrorismo – que os ideólogos do imperialismo tentam identificar com a insurgência dos povos – é método de luta reconhecido e praticado pelas forças progressistas, de esquerda e antiimperialistas.

Bin Laden e a Al Qaeda foram paridos pelo ventre imundo dos Estados Unidos na luta antissoviética no Afeganistão, adestrados e financiados pelas agências de banditismo internacional, verdadeira rede de subsersão e contrarrevolução em cujo vértice está a CIA.

O discurso ensaiado e feito em uníssono pelos líderes das potências imperialistas (cujo braço armado, Otan, acaba de perpetrar um ato terrorista na Líbia, no qual mataram um filho e três netos do líder daquele país) de que a “luta contra o terrorismo vai continuar”, é uma indicação de que o mundo não ficará menos inseguro, instável e convulsionado com a morte de Bin Laden, como não ficou a partir das guerras de agressão ao Iraque e ao Afeganistão.

Ao brandir o troféu Bin Laden, os Estados Unidos e seus aliados mandam uma mensagem de guerra. Não de paz, mas de recrudescimento de conflitos e novas ameaças aos povos, cuja emancipação nacional e social será o resultado histórico da luta antiimperialista conduzida de maneira consequente.

Fonte: Editorial do Portal Vermelho
Valterlucio: Marina Silva e o Código Florestal

Em artigo publicado no Blog do Altino Machado (link ai do lado) a ex-senadora Marina Silva argumenta contra o Código Florestal e pede mais um adiamento da votação. É duro discordar de alguém do “tamanho” da Marina Silva, contudo, embora sendo a nossa papisa ambiental ela não está autorizada a impor dogmas e interpretações fora da lógica. Muito menos dizer inverdades. Aponto:

1. “A sociedade não teve tempo de analisar e se manifestar sobre a proposta”.

Falso. A reforma do Código Florestal está sendo discutida há tanto tempo que um pouco mais e ela fica caduca. Todo cidadão brasileiro interessado na matéria conhece seus termos. Os que não se interessam provavelmente estão cuidando de ganhar o pão do dia seguinte.

2. “A falta de transparência e o açodamento na votação não são coerentes com a democracia em que vivemos, com a importância e o aprofundamento que o tema merece”.

Falso. O relatório do Aldo Rebelo foi exaustivamente discutido em todos os estados brasileiros numa verdadeira peregrinação, coerentemente com a democracia. Aliás, poucas vezes neste pais um tema ganhou tanto destaque na mídia, incluindo programas de televisão levados ao ar em horário nobre. Na moita foi feito o PNHD – 3.

3. “Não existe consenso ainda na proposta defendida pelo relator”.

Ora, ora. Quer dizer que a votação só vale se houver consenso? Que democracia é essa da Marina? O parlamento é essencialmente uma casa de discordâncias, de dissensos. Quem deve operar em consenso são os partidos e o governo. Na Câmara, com partidos e visões diferentes, vota-se e ganha a maioria. Talvez a experiência com a barafunda do PV tenha deixado a Marina avessa a disputas.

4. “Por isso, mais uma vez, é necessário que os cidadãos se manifestem sobre o que está sendo feito em seu nome”.

Peraí. A Marina já defende plebiscito para a maconha, para o aborto... Será que está querendo um também para o código florestal? Melhor não, Marina, assim como no caso das armas o resultado nacional não seria o mesmo que o de Ipanema.

5. “As perdas de florestas são tão assustadoras em todo o mundo que a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu 2011 como o Ano Internacional das Florestas A intenção é fazer uma convocação aos governos, empresários e cidadãos do mundo para a responsabilidade de recuperar as áreas já degradadas e protegermos adequadamente o que ainda nos resta”.

Ops. As perdas de florestas se dão onde existem florestas, em todo o mundo uma ova. Em “todo o mundo” não existe Código Florestal, nem reserva legal, nem outras precarizações do direito de propriedade.

Se a intenção é estimular a recuperação de áreas degradadas, bem poderia a ONU começar pela vinícolas francesas cultivadas em encostas de morro ou, quem sabe, pelo reflorestamento das áreas cultivadas com batata. Por que não reservar e reflorestar 80% das áreas cultivadas com cevada na Inglaterra?

6. “Os cientistas nacionais estão clamando por participação, assim como os agricultores familiares, entidades ambientalistas e profissionais de vários setores”.

Os cientistas da SBPC tiveram tempo e oportunidade mais que suficiente para manifestação. Muitos o fizeram. Se for esperar pela ultima manifestação do último velhinho da SBPC interessado a votação sai junto com o Juizo Final.

Melhor seria se a Marina e todos os ambientalistas fincassem o pé na porta do governo para que cumpra a legislação, para que ponha dinheiro e rigor na fiscalização, para que não transforme o IBAMA e suas representações estaduais em aparelhos partidários, para que financie a recuperação de áreas, para que dê uso às áreas já desflorestadas aliviando a pressão sobre a floresta, para que invista em ciência e tecnologia na Amazônia, para que faça uma gestão eficiente das unidades de conservação, enfim, para que cumpra o seu papel. Já estaria bem assim. Inviabilizar a pequena proriedade com reservas absurdas e criminalizar produtores por desflorestamentos legais considerada a legislação vigente à época é apenas criar mais elementos geradores de insegurança e desestímulo à produção agrícola nacional. Sem consenso, aos votos!