quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Mendes responde a FHC

CANDIDO MENDES, na Folha
O ex-presidente pergunta-se, indeciso, para onde vamos. Mas as próximas eleições mostrarão para onde não voltamos
O ARTIGO do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (”Para onde vamos”) revigora todo o debate político nacional, tirando as oposições de sua presente e contundente mediocridade. Amplo no propósito e na riqueza polêmica, parte da afirmação de que tudo que é bom no atual governo já veio de antes e que o mal de agora apenas começa.
Há, sim, confronto radical entre os dois regimes, ao contrário do que diz, e os tucanos abriram o país à globalização privatista hegemônica, enquanto o petismo vai hoje, com a melhoria social do país, à recuperação do poder do Estado, numa efetiva economia de desenvolvimento sustentável.
A legislação do petróleo, em projeto que ora assaca ao governo o ex-presidente, quer corrigir os efeitos da emenda constitucional de 1995, que desfigurou o monopólio do petróleo da Carta do dr. Ulysses num regime de concessão que, inclusive, entrega aos exploradores do subsolo nacional “a propriedade” do óleo extraído. Leia mais
O vestidinho da discórdia

A Estudante Geisy Arruda,quase expulsa da Uniban por usar um vestido curto, está sendo assédiada pelo SBT para trabalhar na emissora. Sobre o possível assédio de revistas masculinas, sua advogada afirma que não houve convites e, mesmo que haja, Geisy não pensa nisso no momento.
- O nosso objetivo agora é fazê-la voltar a estudar.
A Sexy já avisou que vai convidá-la. A Playboy não negou interesse.
Lula é eleito como um dos homens poderosos do mundo

Revista "Forbes" deixa de consultar Caetano e FHC, e inclui Lula na lista dos mais poderosos do Mundo
Lula é o "analfabeto" de Fernando Henrique Veloso. Lula é o "apedeuta" do jornalismo de esgoto. Lula é o homem dos quatro dedos nos adesivos da classe média paulistana. Lula é o "subperonista" de FHC.
A revista "Forbes" - afoita e despreparada - não consultou FHC, nem Caetano, nem o jornalismo de esgoto brasileiro.
A revista "Forbes" , por isso, comete essa gafe lamentável: inclui Lula na lista dos homens mais poderosos do Mundo.
A "Forbes" deve ter entrado na lista da imprensa que faz o jogo lulista por receber verbas publicitárias do Planalto, como choramingou dia desses um articulista da "Folha" - http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/doi-no-bolso-bateu-o-desespero-na-turma-da-ditabranda (antes, as verbas iam só para os barões da imprensa).
Mas, vamos aos fatos.
Lula não é importante por causa do reconhecimento da "Forbes".
Lula é importante porque:
- criou mercado interno no Brasil, o que foi fundamental para enfrentar a crise de 2008;
- iniciou o resgate da dívida social brasileira (com programas clássicos da melhor tradição social-democrata);
- restabeleceu a dignidade e a independência da política externa brasileira;
- deixou de criminalizar os movimentos sociais, como faziam os governos anteriores;
- reverteu a trajetória privatista, voltando a investir em planejamento estatal (ainda que de forma insuficiente, como vimos agora com o "Apagão" - que não pode ser comparado ao "Apagão" tucano de 2001, que era estrutural, fruto de uma visão liberalóide e privateira).
Lula é importante também porque não brincou com a democracia, e recusou-se a caminhar para o terceiro mandato (FHC, lembremos, mudou as regras d jogo para aprovar a reeleição, num atentado às regras democráticas; e o fez sem consulta popular, só manobrando a base de apoio no Congresso).
Por tudo isso Lula é importante. Menos para a oposição canhestra brasileira.
A oposição está rindo dos brasileiros que ficam sem energia elétrica
Uma hora depois de iniciado o apagão, às 22h da terça-feira, líderes da oposição no Congresso já articulavam pelo telefone uma estratégia para desgastar a ministra Dilma Rousseff. Os oposicionistas pretendem levar Dilma ao senado e câmara para que ela explique os motivos do acidente energético. O adversário da ministra em 2010, o governador de São Paulo, José Serra,que sempre se esconde quando acontece tragédias envolvendo tucanos, dessa vez apareceu. Ele disse que faltam investimentos federais.quarta-feira, 11 de novembro de 2009
O que tenho de melhor foi Vocês que me ensinaram

Hoje foi e sempre será um dia que vou sorrir e vou chorar. Nesta data eu chguei ao mundo, nesta mesma data, aniversário do meu nascimento meu pai despediu-se. Hoje recebi muitas mensagens de carinho e afeto, acho que nem mereço tudo. Agradeço a todos os meus amigos e minha família. Hoje mais que nos anos anteriores lembrei muito do meu pai e minha mãe. Se tenho virtudes foram eles que me ensinaram, os meus defeitos são de minha responsabilidade. Obrigado!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Pós-muro de Berlim, ano 20: o socialismo vive

As celebrações do 20º aniversário da queda do Muro de Berlim, nesta segunda-feira (9), foram irremediavelmente contaminadas pela outra queda do outro muro – que veio abaixo com a fase agura da crise capitalista, em setembro do ano passado. É evidente o desconforto dos festejadores da suposta morte do socialismo, ao ver o Lásaro socialista que se ergue outra vez.
O que se encerrou na crise de 1989-91 foi uma experiência socialista determinada, a da União Soviética e dos regimes socialistas que a tomaram como modelo. Outras trajetórias socialistas, como a chinesa, a vietnamita ou a cubana, que buscaram os seus caminhos próprios, ditados por suas realidades nacionais, vão bem, obrigado. E outros ensaios de construção de um sistema que supere o capitalismo brotam, agora mesmo, na Venezuela, Bolívia e Equador, no bojo da Grande Rebelião Latino-Americana em curso.
Isto não exime os socialistas do século 21 de se debruçarem sobre as experiências do século 20, em especial a soviética, que foi a maior delas. Ela é parte inseparável das lutas da classe trabalhadora por sua libertação nacional e social. Trouxe os trabalhadores, definitivamente, para o centro da arena social e política da modernidade. Ousou tomar os céus de assalto, como disse Karl Marx referindo-se à Comuna de Paris de 1871.
Essa bela, generosa experiência revolucionária terminou em derrota, e pior, após uma longa e dolorosa fase de crise e regressão. Ao longo dela, dentro e fora do campo soviético, não faltaram as críticas pela esquerda. O exame da jornada socialista soviética deve avaliarcom rigor os seus erros, desde o estancamento teórico até o déficit democrático e a burocratização crescente, até porque foram causas internas que decidiram o resultado final.
Esse resultado foi uma contra-revolução capitalista – por mais que esta tenha iludido os jovens alemães da época. Custou duas décadas de império quase absoluto do imperialismo norte-americano, do deus-mercado e do dogma neoliberal.
Durou pouco. A crise de 2008-09, a tenaz resistência dos trabalhadores e dos povos, vão superando essa quadra retrógrada. Se na Europa ainda é sensível a poeira do muro, a empurrar o continente para a direita, em nossa jovem América Latina os ventos são bem outros, do Rio Grande à Terra do Fogo. E há mais de uma década. No mundo em transição da atualidade, é o capitalismo que se desmoraliza e gagueja, enquanto o socialismo vive uma fase de renascimento e renovação. No fundo, o socialismo enquanto sistema social ainda vive a sua infância. Era compreensível e até certo ponto inevitável que sofresse tropeços, como uma criança que aprende a andar.
As experiências de hoje, e as de amanhã, herdam também este aprendizado, que lhes permite caminhar com mais segurança, rapidez e eficácia, rumo ao objetivo número um da nova sociedade, que é o bem-estar cada vez maior de todo o povo trabalhador. Que é o socialismo. Editorial do portal Vermelho
Dilma sobe Serra desce

Resultados da pesquisa do Instituto Vox Populi encomendada pelo Jornal da Band:
Serra - 36% (tinha 40%)
Dilma - 19% (tinha 15%);
Ciro - 13% (tinha 12%);
Heloísa Helena - 6%
Marina - 3% (tinha 5%);
Nulo, branco e não sabe - 23%
Dilma disputando com Ciro Gomes
Dilma - 20%
Ciro - 19%
Aécio - 18%
Heloísa - 8%
Marina 4%
Nulo, branco e não sabe - 31%.
33%; dos leitores Já decidiram em quem votar
12% Ainda não sabe
E 55%, ainda não decidiu
Caiu também o índice de rejeição da ministra Dilma, Agora está em 12%.
Foram ouvidos 2 mil eleitores em 170 municípios de todos os Estados . A pesquisa foi feita entre os dias 31 e 6. A margem de erro: 2,4%
Solidariedade

Venho aqui expresar minha total solidariedade, a família de Edvãnio da Silva Figueiredo, falecido ontem vitima da brutalidade das armas do crime que vem atormentando todos nós. Meu Apoio aos seus pais Francisca e Alber.
Nesse momento de dor e sofrimento desejo toda familia e amigos força e fé para vencer a saudade de Edvânio.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O PRÊMIO DOS PICARETAS
Aqui pra Vocês!!!!!!!!!!!!
Unidade e luta: Um congresso vitorioso
Renato Rabelo, junto com os integrantes do novo Comitê Central, encerra o 12 Congresso do PCdoB
Os critérios de composição do Comitê Central obedeceram aos seguintes objetivos: manter e, se possivel, aumentar o número de trabalhadores sindicalistas dado o caráter proletário dos membros do partido; incorporar trabalhadores do campo; agregar mais jovens, sobretudo de 20 a 30 anos, contribuindo para diminuir a média etária dos membros do Comitê Central; incorporar mais mulheres, adotando a cota mínima de 30%; incluir quadros mais atuantes na luta de idéias, cientistas, artistas, acadêmicos; ampliar, tanto quanto possível, a presença de presidentes estaduais do Partido e, por fim, conferir a integrantes de comissões a autoridade de membro do CC.
Segundo o secretário nacional de Organização do PCdoB, Walter Sorrentino, que coordenou a comissão eleitoral, o critério que amarra todos os demais critérios é o papel a cumprir no contexto coletivo. "Nenhum comitê central é composto por ranking de capacidade, não é este nosso critério, mas sim o da contribuição que cada integrante dará para a construção de uma direção que tem o desafio de preparar o partido para as novas e importantes tarefas que os comunistas têm pela frente", disse Walter, ao paresentar a sugestão de nominata.
Participaram da escolha do novo Comitê Central 868 delegados, dos 954 que foram credenciados. A votação aconteceu através de um sistema eletrônico (foto ao lado) que tornou bastante ágil e descomplicada a eleição. Antes do processo de votação final, foi aberta aos delegados uma consulta para que pudessem indicar outros nomes além dos que constavam da nominata original. Fruto deste processo, foram incluídos na nominata os nomes de Wander Geraldo, Leila Márcia, David Wylkerson e Chico Lopes, que passaram a integrar a lista de 105 nomes eleita pelos delegados. Outros quatro nomes (Dilcea Quintela, Gilmar Tadeu, Ronaldo Carmona e Luis Carlos Paes) faziam parte de uma lista suplementar, mas não alcançaram votos suficientes para ingressar no novo CC. Perpétua Almeida e Edvaldo foram os representantes do Acre eleitos para a nova direção
Imagens do Congresso
Com Diolinda, líder nacional do MST
A tribuna de debates
As delegações fazem a festa...
Com o ex-guerrilheiro do Araguaia Zezinho e Lene, filha do também guerrilheiro Glênio de Sá







