sexta-feira, 4 de setembro de 2009

QUEM É O DONO DESSA SUCATA?





Essa usina de asfaltdo (sucata) abandonada num terreno no bairro Copacabana, chegou em Tarauacá 20 dias antes da eleição de 2008 para fazer a canpanha a reeleição de Vando Torquato Prefeito.

Os recursos conveniado pelo governo federal foi liberado em 2006, pelo ministério da integração nacional no volor de 1,5 milhões, seria para pavimentar e recapear as ruas João de Paiva, Manoel Lourenço, Justiniano de Serpa e Duque de Caxias.

Foi pavimentada apenas uma rua,(João de Paiva) durante os 2o dias que antecederam a eleição. As demais ruas continuam abandonadas, os recursos sumiram e a máquina de asfalto ( que ninguém sabe quem é o dono) está abandonada há quase um ano na chuva e no sol.


No més passado estive em cruzeiro do Sul, quando ja estava no aeroporto, encontrei um membro da clã Cameli falando de obras, balsas, usinas de asfalto, aproveitei para perguntar de quem era a usina que estava em Trauacá abandonada, o "cidadão" deu um sorriso e arrematou:" Aquilo lá presta, acho que vai ficar por lá". Os recusros desapareceram e demais ruas contempladas para rececber pavimentação continuam assim. Veja abaixo



Rua Justiniano de Serpa

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Acredide se quizer: Petrobras acha petróleo (nos EUA)

Petrobras confirma descoberta de petróleo em águas profundas nos EUA

A Petrobras confirmou hoje uma descoberta de petróleo em reservatórios em águas profundas na região central do Golfo do México, nos Estados Unidos, pelo consórcio do qual participa a sua subsidiária Petrobras America, situada em Houston, no Texas.

A descoberta ocorreu no poço Tiber-1, situado a cerca de 400 quilômetros a sudeste de Houston, em profundidade de água de 1.260 metros, localizado no quadrante Keathley Canyon, Bloco KC 102. O poço atingiu uma profundidade total de 10.685 metros, tornando-se o mais profundo já perfurado pela indústria de petróleo, de acordo com comunicado da estatal. A Petrobras America detém 20% dos interesses no prospecto Tiber, tendo como parceiros a BP, operadora com 62% de participação, e a ConocoPhilips, com 18%. Pela manhã, a britânica BP já havia anunciado a descoberta.

De acordo com a Petrobras, a avaliação exploratória da área indica uma descoberta de petróleo de grande porte. "Desta forma, a Petrobras consolida sua posição em águas profundas e ultraprofundas do Golfo do México, na nova fronteira do Terciário Inferior, beneficiando-se de sua ampla experiência e domínio tecnológico desenvolvidos a partir das operações em águas profundas e ultraprofundas no Brasil", diz a companhia no comunicado.

URL: http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=81320&Itemid
=195

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Os deputados ficha suja do Acre

Metade da bancada do Acre na Câmara Federal está na lista "parlamentares ficha suja" do blog Elegendo: Transparência Brasil
Clique nos nomes para conferir a ficha suja de cada um deles.
Publicado por ALTINO MACHADO

MÚSICA DO DIA


mercedes Sosa e Fagner-Años. ( MInhas favoritas)

Protógenes explica por que escolheu o PCdoB

Protógenes, o policial federal mais temido pelos ladrões do "colarinho branco"

O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz anunciou nesta quarta-feira (2) que escolheu o PCdoB como seu partido. "Esse partido consegue se superar, retirar todas as pedras e os espinhos do caminho e se colocar no cenário nacional aliado a uma proposta de um Brasil diferente. O PCdoB é a sigla vitoriosa, dentre todas as existentes", explica Protógenes nesta entrevista para Bernardo Joffily e Priscila Lobregatte, do Vermelho.

"Num primeiro momento foi difícil me convencer a me filiar a um partido político, a deixar aquilo que eu fazia antes – ser servidor público – e lançar-me a cumprir essa exigência maior da sociedade que é participar do processo político", relata Protógenes. "Mas, o mais difícil mesmo foi escolher..."Uma fila de siglas partidárias ofereceu suas fichas de filiação, de olho na elevada popularidade da causa que o delegado encarna.

Ele cita o PSDB, DEM, PDT, PSB, PSol e PCdoB. Mas a dificuldade, segundo Protógenes, deveu-se a outros motivos, nâo à quantidade de pretendentes. Veja os trechos principais da entrevista exclusiva de Protógenes Queiroz; e em seguida o vídeo onde o delegado fala aos cidadãos brasileiros:

Bernardo Joffily:


Por que "o mais difícil" foi escolher o partido?

Protógenes: Porque, salvo raríssimas exceções, não temos partidos políticos no Brasil comprometidos com interesses nacionais. Temos partidos que atendem a interesses de grupos ou de pessoas. De tempos em tempos – principalmente em período eleitoral – essas legendas buscam o voto para legitimar o processo eleitoral, sem nenhum compromisso com a população. E afirmo que ficaria mais fácil para a população entender a política a partir do momento em que todos os escândalos ocorridos na República fossem resolvidos não à sombra, mas sim à luz do dia, de maneira que todos nós, cidadãos e eleitores, tivéssemos acesso às informações com a transparência a que temos direito. Qual senador foi à população explicar o que ocorria no Congresso? Ficam no parlamento se digladiando, flagelando a política brasileira. Eles mesmos se desqualificam e acabam desrespeitando o nosso voto, o que é mais grave. Estou decidindo hoje, dia 2, que essa participação política é necessária e a minha decisão é por um partido que atende às necessidades básicas da população e tem um projeto para o Brasil e esse partido é o PCdoB.

Priscila Lobregatte: você diz que há uma falsa pluripartidarização no país...


Protógenes: Essa falsa pluripartidarização nasce num processo legitimado pela legislação eleitoral. Mas, seu real funcionamento não atende, como deveria, às transformações sociais que hoje o país e a sociedade necessitam. Os partidos muitas vezes sentam-se à mesa como se convergissem em um só interesse e as legendas tornam-se apenas um leque de opções abstratas para o eleitor. No entanto, eles negociam para atender a interesses de grupos e de pessoas. Outros partidos menores, para ter credibilidade, têm de se aliar a um de maior visibilidade que possa, por sua história, adotar um projeto de país que atenda àquelas necessidades.

Bernardo: Primeiro você escolheu um campo político e depois o partido que fizesse parte da base de sustentação do governo Lula. Qual o significado dessa opção?

Protógenes: A política brasileira foi construída a partir de dois segmentos. Após a ditadura militar, um grupo se organizou para construir outro tipo de país. Mas esse grupo se dividiu logo no início da caminhada. Uma parte optou por uma política neoliberal e pensava “esse país teve grandes compromissos com o Estado e acabou alijando a sociedade. Então, vamos diminuir esse Estado e aumentar os compromissos com a sociedade”. Nasceu assim a figura do Estado mínimo, caracterizado pelas privatizações. Esse grupo achava que assim conseguiria atender às necessidades básicas da população com o dinheiro apurado nas privatizações e combater a miséria, aumentar acesso à educação, à segurança etc. Porém, esse modelo faliu porque o dinheiro sumiu sem nenhuma explicação, nem punição. O outro bloco, de esquerda – que se formou com PT, PCdoB, PDT, PCB, PSB e mesmo PPS – tinha o objetivo de resistir a esse modelo neoliberal que não estava dando certo. O Estado praticamente deixou de existir e foi substituído por um grande conglomerado privado que mandava no país. Formou-se então um campo de resistência em torno dos trabalhadores. A classe operária, insatisfeita com esse modelo, se reuniu em torno de uma sigla chamada Partido dos Trabalhadores buscando, no processo de reconstrução do país, um modelo mais focado no social, nas populações mais carentes. Enfrentamos o processo político por meio do voto e vencemos com a eleição de Lula. E esta foi uma vitória histórica da classe produtiva. Um operário de pouco estudo deu certo porque tinha a visão de que o Estado precisava ser mais rápido em suas ações.

Bernardo: Seu nome é muito associado à luta contra a corrupção. E para quem abre o jornal hoje, essa parece ser uma bandeira da oposição ao presidente Lula. Como fica essa conexão: ser um militante do governo Lula e um embandeirado da “luta anticorrupção”?

Protógenes: Para mim, não foi difícil. Tive a percepção de que havia um projeto em movimento que precisa avançar e que não seria construído em quatro ou oito anos. Mas a minha percepção é de que nesses dois mandatos avançamos muito e conseguimos reverter aquele processo anterior em que o Estado não tinha nenhuma presença no campo social. Lula teve essa percepção e a coragem de, como primeiro projeto, implantar um programa de combate à fome, além do Bolsa Família, que consistem em levar uma fatia do bolo do Estado para a população mais carente, atendendo às suas necessidades mais primárias. Portanto, fatos ocorridos em suas administração não desqualificam o projeto de país que ele iniciou e o credencia como o presidente mais importante da história da República brasileira após Getúlio Vargas. Essa marca ninguém tira dele.

Priscila: Acredita que houve exploração de certos fatos com o objetivo de desgastar o governo?

Protógenes: Com certeza. Não posso revelar certos dados porque são sigilosos, mas posso afirmar que a desestabilização do Congresso Nacional e a desqualificação da classe política foi uma engenharia de setores ligados a esse Estado mínimo brasileiro e ao capital internacional para que o projeto de Brasil, liderado pelo presidente Lula e apoiado pelos partidos de esquerda, não fosse implementado. É o caso, por exemplo, do pré-sal. Lula tenta reverter um marco regulatório nefasto, atrasado e que privilegia o capital privado, montado em 1998 na era de Dom Fernando II, que mudou até a Constituição da República e passou como um rolo compressor sobre o Congresso para atender a esses interesses. Nós, comprometidos com os interesses da sociedade, temos que mobilizar a população e apoiar o presidente para que essa renda de exploração do pré-sal seja dividida pelo país inteiro e não usado apenas para atender aos estados mais ricos da Federação, como São Paulo e Rio de Janeiro. É uma visão sócio-econômica e política equânime e desenvolvimentista que visa o progresso e o atendimento das necessidades principalmente das camadas sociais mais pobres.

Bernardo: Por falar em pressão, a sua carreira como delegado da Polícia Federal vem sofrendo um bocado de pressão.O Protógenes Queiroz militante político está preparado para enfrentar a pressão triplicada que vai vir pela frente?

Protógenes: Sim. Quem passou por uma Operação Satiagraha, quem sabe todos os fundamentos que essa operação teve e que seu nome em sânscrito carrega, certamente vai conseguir superar todos os obstáculos e óbices. Sei que o meu caminho tem muitas pedras e espinhos. Mas todos esses obstáculos vão servir para fortalecer ainda mais a nossa luta, para que a vitória venha com bases mais sólidas e a participação de uma grande maioria de brasileiros.

Bernardo: Você tem um projeto eleitoral, por exemplo, para 2010?

Protógenes: Não é um projeto que vamos redigir, sentados numa sala, com vários técnicos. A população será ouvida para que saibamos quais são as necessidades de quem está na ponta, sofrendo. Esse sim vai ser o meu projeto.

Bernardo: E mais especificamente está sendo construída uma candidatura sua em 2010?

Protógenes: Sim, sim. Temos que continuar com o combate à corrupção, através de um sistema mais eficaz, mais transparente, na aplicação dos recursos públicos, conclamando o povo brasileiro para que vigie a verba pública e participe do processo de administração; fomentar a democracia participativa seja no campo da educação, da saúde, da segurança pública, da habitação...

Priscila: Boa parte dos problemas da política hoje é decorrente do sistema político. Que tipo de reforma seria necessária para melhora-lo?

Protógenes: Em primeiro lugar, um compromisso, não é? Não adianta lançarmos um projeto de reforma política num Congresso Nacional que não tenha legitimidade. Temos que sentar todos à mesa, todos os atores, todos os responsáveis, para discutir o Brasil, que tipo de país nós queremos e qual a via de construção e partir para um debate no Congresso onde as discussões não sejam aviltadas para se atender a interesses de grupos ou de pessoas. Tem de haver um pacto da indústria com o trabalhador, com o jovem, com o representante da sociedade carente, com os agricultores. Tem de haver uma discussão como nunca houve no Brasil. E para isso é preciso chamar a população e pedir que ela participe do processo. Alguns governantes tentaram fazer isso. Getúlio tinha essa prática, Brizola um pouquinho também. O próprio Juscelino... Acho que hoje falta isso.

Bernardo: Fiquei sabendo que a sua iniciação nas lutas partidárias aconteceu na juventude, no tempo da ditadura, em Niterói, no Partido Comunista Brasileiro...

Protógenes. Mais precisamente em São Gonçalo... [as duas cidades fluminenses são vizinhas]
Bernardo: São Gonçalo. E agora a decisão é entrar no PCdoB...
Protógenes: Volta às origens...


Bernardo: Tem alguma coisa a ver? Qual o seu compromisso com essa ideologia?

Protógenes: Aos 16 anos, quando eu era aluno do segundo grau, tive o primeiro contato com os meus mestres de ensinamentos na doutrina marxista-leninista. Eram quadros brilhantes, já com certa idade, inclusive viviam na clandestinidade, todos cassados, presos. Naquela época, com 16 anos, eu contestava porque havia um presidente general, saía, entrava outro. Em casa o meu pai era militar, homem do regime, eu perguntava e ele saía pela tangente: "Meu filho, vai tentar construir um Brasil maior. Não pense neste Brasil de hoje porque eu não tenho muito a esclarecer, a não ser o que o jornal e a Voz do Brasil já te dizem". Desde pequeno, eu tinha como hábito ouvir a Ave Maria, a Voz do Brasil e depois o Repórter Esso. E ler o jornal, todo dia de manhã cedo. Meu pai mandava comprar o jornal e eu tinha que ler junto com ele, para me informar. Então eu falei: "A culpa é do senhor porque agora tenho consciência”. E ele: "É isso que eu quero, mas tenha cautela". Com 16 anos, entendia o tipo de país que eu queria para mim e para os meus semelhantes.E então esses grandes comunistas me diziam: "Você vai participar do Partido Comunista Brasileiro, você tem o perfil, precisamos de jovens como você". Eu até tentei levar uns coleguinhas naquela época, mas ninguém topou. Era apenas eu sentado ali naquela mesa com um monte de gente mais velha, mas de muita sabedoria. Aqueles homens pensavam o Brasil. Ingresso no PCB na clandestinidade; filio-me, participo de muitas reuniões na clandestinidade. Inauguro um jornal, chamado Alerta Geral, que foi cassado na primeira edição. Na faculdade, entrei em contato com os companheiros da UNE, já ligados a movimentos de esquerda, ao PCB, PCdoB, MR8, o pessoal do MDB, e fiquei sendo delegado da UNE na faculdade, no primeiro congresso da UNE já saindo da clandestinidade. Na minha faculdade fui o único porque o diretório estava fechado. Desafiei o corpo diretivo da faculdade, composto por uns oficiais generais, e fui participar. Saí desse processo com uma posição ideológica bem sólida sobre o país que eu pretendia ajudar a construir. Quando veio a legalidade, participei das Diretas Já. Comecei a avaliar e fiquei um pouco decepcionado porque a esquerda começou a se fracionar para atender a interesses individuais e de grupos, e não do país, da população. Falei: “vou partir para uma carreira solitária, de maneira que a população seja agraciada com um brasileiro que empunhou uma bandeira e vai dar consequência a ela, evitando que o dinheiro público seja sangrado em atos de corrupção”. Estava muito bem, vivia otimamente. Mas minha vida virou uma confusão danada quando eu fui empurrado a uma arena, de uma forma injusta, que eu não queria. Mas eu acho que está escrito em algum lugar, no universo, no cosmo...

Priscila: Em algum cantinho...

Protógenes: ...É. Em algum cantinho alguma força arcana, divina, falou: "Olha, aparece agora" (risos). Então, apareci. E vi que o Partido Comunista do Brasil avançou e cresceu muito. Acredito que nesse processo político é o partido mais vitorioso, um partido que tem o passado que tem, sofreu as perseguições que sofreu, superou erros e tem uma política própria para o Brasil, um país em desenvolvimento, rico, multiétnico, religioso, decente. Esse partido consegue se superar, retirar todas as pedras e os espinhos do caminho e se colocar no cenário nacional aliado a uma proposta de um Brasil diferente. Neste cenário, o PCdoB é a sigla vitoriosa, dentre todas as existentes e isso acontece devido à responsabilidade dos quadros que têm a mesma origem que eu, que nunca se desviaram daquilo que aprenderam no passado e que têm compromisso com o futuro, com a construção de um Brasil que nós acreditamos: mais justo e mais digno. Isso sem muito alarde político. É um partido cujo plano político nacional não está na panfletagem, não está nessa atividade eleitoreira. Quando falei de estar ao lado do governo e ao mesmo tempo ter lidado com a corrupção, digo que pessoas que estavam com o presidente Lula tiveram outros compromissos que não com o Brasil e se desviaram do caminho. Mas existe uma proposta política de Brasil sendo implementada. Tem que se dar consequência a isso, não é? Sair desse processo é ser irresponsável. E aqueles que abandonam esse processo estão pensando nos seus próprios interesses ou estão magoados com alguma situação que ocorreu no passado...

Bernardo: Seria o caso dos nossos amigos do Psol?

Protógenes: Não vou classificar. Todos os partidos têm as suas virtudes e os seus defeitos. Mas eu acredito que tem pessoas, até mesmo dentro do próprio PT, insatisfeitas com a política implementada, que não têm a nítida compreensão do que está ocorrendo e do resultado que isso alcançou, da virada que nós demos ao impedir a consolidação do sistema neoliberal no Brasil. Essa foi a grande virada, a grande sacada. E o Partido Comunista do Brasil deu uma grande contribuição com fundamentos. E Lula buscou esses fundamentos, o que fica nítido quando você pega e lê as resoluções do Comitê Central, o Programa do partido e as ações implementadas hoje no governo. E o partido fez isso em silêncio, sem aparecer, porque o necessário é que haja um ganho para a população. O Brasil é que tem de aparecer.

Priscila: Voltando um pouco para a Operação Satriagraha: você mexeu com várias pessoas poderosas em outras operações, como o Hidelbrando Pascoal, Paulo Maluf etc. Só que quando você mexeu com o Daniel Dantas, veio a perseguição, veio o Gilmar Mendes. Por que mexer com o Daniel Dantas é tão complicado
?

Protógenes: Na verdade, eu não mexi com o Daniel Dantas. Eu mexi com o sistema neoliberal gerenciado pelo Daniel Dantas; neoliberal e criminoso, porque explorar as riquezas do nosso país de forma oculta e vende-las, desviar recurso público, é crime. O que eu combati foi o sistema. Não foi o banqueiro condenado. Ele é apenas uma peça do sistema, que foi visivelmente exposto. Por isso eu sofri as agressões, do próprio Estado, das próprias instituições que se voltaram contra mim. Essas instituições são operadas por homens que evidentemente têm interesse em que se mantenha o status quo que o Daniel Dantas gerenciava. Isso um dia tinha que explodir. A ganância é tanta que eles chegaram ao absurdo de ter mais de 1.500 concessões de exploração do subsolo brasileiro; foram identificados e bloqueados mais de US$ 3 bilhões. Isso é o orçamento de muitas cidades brasileiras. Para mim, foi fácil porque eu não faço parte de sistema nenhum, meu sistema é o do povo brasileiro, é o do Brasil.

Priscila: Ligado a isso veio a questão da "grampolândia". Disseram que tinham colocado grampo numa conversa entre o presidente do STF, Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres. E ficou comprovado que foi uma grande mentira. Como você vê esse tipo de ação da mídia?

Protógenes: Esse é um caso típico dessa engenharia com o objetivo de desestabilizar o governo Lula no segundo mandato. Sucessivos escândalos surgiram e vão surgir para consolidar a impunidade de quem tem dinheiro e poder. Isso desqualificou a Justiça, desqualificou um senador da República. Quando você desqualifica a Justiça, facilita e consolida a impunidade no Brasil porque fica claro que a Justiça só vai punir o pobre, o desempregado, o negro. Os bandidos mais perigosos da nação estão soltos, e cheios de dinheiro, aqui ou fora do Brasil.

MÚSICA DO DIA


Sorte- Caetano e Gal. ( Minhas Favoritas)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Tarauacá, Terra dos abacaxis gigantes

Roça de abacaxi gigante do produtor João Cobra. Ele produdz e vende mais de 1000 abacaxi por ano, a um preço aproximado de 10 reais cada um.













Tarauacá produz o maior abacaxi do mundo. Essa novidade deveria ser aproveitada para fortalecer economia e potencializar cultura do nosso município. Tarauacá foi a primeira cidade do estado do Acre a criar por meio de um projeto de minha autoria, que foi transformado em Lei, um festa vinculada a um produto marca do municipio.
Depois outros, municípios instituíram também suas festas inspiradas nos primeiros festivais do abacaxi em Tarauacá. Cruzeiro do Sul criou o festival da farinha, Sena madureira o festival do mandim, Porto Acre da Melancia, Feijó do Açai, todos transformaram-se em grandes festa populares, com grandes resultados económicos e culturais.

Em Tarauacá, o prefeito "Traquino" Vando Torquato, desde que assumiu a governaça acabou com festival do Abacaxi, deixando claro que o abacaxi que ele gosta é outro, é o abacaxi da corrupção de desmoralização da nossa terra. Enquanto isso, nosso produtores lutam sozinhos para não deixar morrer essa marca cultural e com bons resultados económicos para quem cultiva essa cultura.

A 'Petrossauro', a Petro-sal e a história

Todos os dias se faz história, mas há dias onde se distingue a silhueta de anos e das gerações. Para o Brasil, segunda-feira, 31 de agosto de 2009 foi um dia assim.O 8 de novembro de 2007, quando a Petrobras anunciou o pré-sal, também entrou para a história.

Mesmo os mais rabugentos inimigos da "Petrossauro", que assim apelidaram a Petrobras por ser estatal e nacional, admitem que as reservas de petróleo de primeira devem abrir um novo ciclo no país.Porém os brasileiros aprendem na escola sobre outros "ciclos", da cana, do ouro, do café, da borracha, que vieram e se foram. Geraram fortunas fantásticas. Mas nunca quebraram os grilhões da dependência nacional, do subdesenvolvimento, da pobreza para a maioria.

O que faz a diferença então é o 31 de agosto – quando o presidente da República comparece diante da nação e aponta "uma mão invisível – não a do mercado, da qual já falaram tanto, mas outra, bem mais sábia e permanente, a mão do povo – tecendo nosso destino e construindo nosso futuro".Qual futuro? O de um pré-sal que é "patrimônio da União, riqueza do Brasil", será operado pela Petrobras e gerido por uma Petro-sal 100% estatal; cujos recursos irão para "a educação das novas gerações, a cultura, o meio ambiente, o combate à pobreza e uma aposta no conhecimento científico e tecnológico".É apenas um projeto.Os bilhões de barris que podem efetivá-lo ainda repousam sob o oceano, debaixo de milhares de metros de mar e sal.Mas é um grande, enorme, inédito projeto.

Nunca antes na história deste país – para o escárnio da elite conservadora – casou-se em tal escala uma oportunidade de riqueza com uma decisão política de não concentrá-la e sim reparti-la. Para um povo que já produziu tanto e no entanto ficou com tão pouco, é uma oportunidade de ouro. Pode fazer o Brasil mudar de andar.O bloco conservador oposicionista-midiático viveu neste 31 de agosto o seu dia de inferno astral.


Ali estavam o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, não inquiridos na CPI criada contra a Petrobras, mas entregando ao país um projeto como poucos.De imediato, houve uma virada no braço de ferro entre as duas pautas petrolíferas que se opõem hoje. Perde fôlego a pauta negativa da CPI. Ganha ímpeto a pauta afirmativa sobre como explorar o pré-sal e partilhar seus frutos.Há muito o que debater. Os petroleiros ainda veem os leilões da ANP com desconfiança. A UNE reivindica 50% dos recursos para a educação. O governador Sérgio Cabral atém-se a um sistema que dá dois terços dos royaltes do petróleo para o Rio de Janeiro e um terço para todos os outros estados.

A oposição midiático-conservadora ressuscita o ex-diretor da ANP e ex-genro de FHC, David Zylbersztajn, para agourar que tudo está errado.Portanto, ao debate: com urgência, com gana, alegria e esperança, lucidez e coragem, e vigilância, e profundidade. O pré-sal não garantirá a passagem automática do Brasil para um novo modelo de desenvolvimento nacional. Mas os prasileiros, com o projeto agora apresentado, terão novas energias para lutar por ele.
Editorial do Portal vermelho

Um delegado que não prende "ladrão de galinha"

Circula na internet que Protógenes vai para o PCdoB

Diversos sites noticiaram nesta terça-feira (1º) que Protógenes Queiroz iria se filiar ao PCdoB, embora nenhum citasse como fonte o próprio delegado da Polícia Federal, que se celebrizou ao prender o banqueiro Daniel Dantas na Operação Satiagraha. A presidente do partido em São Paulo, Nádia Campeão, não confirmou a notícia. Nádia explicou que o PCdoB fez o convite a Protógenes, mas aguarda sua resposta, que deve ser dada nesta quarta-feira.

O delegado Protógenes Queiroz: opção na quarta

"Aguardamos com ansiedade a resposta dele. Até o momento, Protógenes não disse nada", disse Nádia, que também é do Comitê Central do PCdoB, parava Agência Estado. Ela e o presidente nacional da sigla, Renato Rabelo, foram insistentemente procurados por órgãos mas não confirmaram a versão. Quanto a Protógenes, não falou com a imprensa.Segundo Nádia Campeão, o PCdoB manteve conversações com Protógenes e de fato convidou-o a militar em suas fileiras. Mas ela agrega que o partido respeita e compreende a resposta do condutor da Operação Satiagraha, que estabeleceu 2 de setembro como a data em que anunciaria sua opção
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Traidor merece anistia?

Cabo Anselmo, o novo herói da direita

Celso Lungaretti

NINGUÉM MAIS DUVIDA DE QUE O CABO ANSELMO FOSSE SEMPRE AGENTE DUPLO
Anselmo disse a Octávio Ribeiro que se entregou ao Dops; depois, inventou que foi preso e torturadoA pretensão do Cabo Anselmo de ser anistiado como vítima da ditadura de 1964/85, embora reconheça ter-lhe prestado serviços sanguinários de 1971 em diante, não deverá resistir ao testemunho gravado de Cecil Borer, ex-diretor do Dops da Guanabara.Dois anos antes de morrer, Borer (1913-2003) declarou à reportagem da Folha de S. Paulo que José Anselmo dos Santos não só atuava como colaborador do seu departamento no momento do golpe de Estado, como prestava o mesmo serviço ao Cenimar e à CIA.
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ELEIÇÃO 2010 NO ACRE.

Tião Viana lidera a corrida pelo o palácio Rio Branco

Se as eleições para governador do Acre fossem hoje, o senador petista Tião Viana teria 54% dos votos válidos. O segundo lugar seria disputado voto a voto entre o tucano Tião Bocalom (19%) e o peemedebista Rodrigo Pinto (18%). Esse é um dos cenários da pesquisa de opinião pública Eleições 2010 da Agência Delta, encomendada por A GAZETA. Entre terça e sexta-feira da semana passada, 406 eleitores de Rio Branco foram ouvidos para saber como votarão no pleito do ano que vem.
Jorge Viana- PT e Perpétua Almeida- PC do B, estão na frente na disputa pelas duas vagas ao senado

A Agência Delta também quis saber em quem o eleitor votará para o Senado em 2010, quando estarão sendo disputadas duas cadeiras. Na pesquisa induzida, o ex-governador Jorge Viana lidera as intenções de voto com 71%. Logo abaixo dele está a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB), com 60%. Entre os candidatos da oposição, o que aparece melhor posicionado é o ex-deputado federal peemedebista João Correia (14%).

No Acre, Marina Silva bate Serra e Dilma Rousseff

Se o Acre tivesse poder de decidir o futuro presidente do Brasil, não restaria dúvidas. Pela primeira vez em mais de 500 anos, o país teria uma presidente, e, acima de tudo, acreana. Se as eleições presidenciais fossem hoje, a senadora Marina Silva (PV) receberia 52% dos votos do eleitorado rio-branquense. Uma vantagem bem superior ao segundo colocado, o governador paulista José Serra (PSDB), com 20%.
Com 11% das pretensões, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) está em terceiro lugar. Logo após vem a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL) – 5%. E a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra chefe da Casa Civil Dilma Rousseff.

FONTE: A GAZETA

O acontecimento de maior repercursão do Brasil sobre o mundo

Novas regras para o petróleo são 'virada nacionalista' do Brasil, diz "New York Times"

Foi a notícia de maior eco sobre o Brasil, pelo mundo. A "Forbes", que dias antes destacava a "apreensão" das companhias americanas, postou que "Brasil revela os controles sobre as descobertas de petróleo". O "Wall Street Journal" noticiou "mudança na política" e, em primeira reação, questionou o "Independence Day" de Lula, dizendo que pode afastar as estrangeiras. Observou porém que o "Big Oil" já está acostumado a regras assim. Também o "New York Times" sublinhou que a "gigante brasileira é beneficiada em prejuízo das rivais estrangeiras". Também MarketWatch, Bloomberg etc.Em outra direção, o "Guardian" ressaltou que Lula "busca erradicar pobreza com os bilhões do petróleo". Leia mais AQUI


Enviar por e-mail: Por: Helena.