quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Eles matam uma rosa, duas rosas, mas conseguem deter a chegada da primavera



Regina Duarte se precipitou expondo sua imagem do mundo artístico ao político e acabou se auto ridicularizando. A grande verdade é que Lula foi e ainda é discriminado por sua origem humilde e sem muito estudo. Fico muito feliz porque meus cinco votos em Lula ele honrando. Foi preciso concorrer quatros eleições para o povo acreditar e ele calar a boca da direita opressora e carcomida
Se ele pudesse se candidatar novamente pela 3a. vez , certamente meu voto seria dele!!!

Lula receberá prêmio inédito de Estadista Global: Prêmio tem o objetivo de destacar líder político que usou o mandato para melhorar o mundo

O Presidente Lula receberá o prêmio de Estadista Global do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), no dia 29. Esta é a primeira edição da homenagem, criada para marcar o aniversário de 40 anos do Fórum.

Conforme a organização do evento, o prêmio tem o objetivo de destacar um líder político que tenha usado o mandato para melhorar a situação do mundo. "O presidente do Brasil tem demonstrado verdadeiro compromisso com todas as áreas da sociedade", disse o fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em nota à Agência Estado.

Segundo ele, esse compromisso tem seguido de mãos dadas com o objetivo de integrar crescimento econômico e justiça social. "O presidente Lula é um exemplo a ser seguido para a liderança global."

A entrega do prêmio será feita pelo ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e está prevista para às 11h30 (horário local; 8h30 de Brasília) do dia 29, quando o Presidente Lula fará um discurso. Em seguida, terá início um painel de discussão sobre o Brasil. O objetivo é debater os atuais condutores do crescimento do País e os desafios à frente.

Entre os participantes do painel estarão o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o copresidente do conselho de administração da Brasil Foods, Luiz Fernando Furlan, o presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young e o vice-presidente do argentino Banco Hipotecario, Mario Blejer. Lula também fará o encerramento do painel sobre o Brasil.


sábado, 16 de janeiro de 2010

Minhas Raízes



Meus pais nasceram em uma época em que imperava a lei dos coronéis de barranco. O prestigio e a patente era comprada pelo dinheiro, o poder era avaliado pela quantidade de seringais e extensão de terras. Meu pai nasceu no rio murú, no seringal Paraíso, minha mãe no rio Tarauacá, seringal Redenção, Filhos de famílias humildes e respeitadas.

Segundo minha mãe eu fui criado com todo cuidado, ela achava que eu iria orgulhar a família, quando ela saia de casa deixava a minha irmã mais velha ( Nonata) cuidando de mim. Esses mimos não durou muito tempo. Como não existia escola para estudar, fui escalado para dura tarefa. Aos 6 anos de idade fui convocado para acompanhar meu irmão mais velho No corte da seringa. Meu irmão sofria crises epilépticas e não podia cortar trabalhar sozinho.

Meu irmão era um homem trabalhador e destemido, não tinha medo de nada. Se não fosse o problema de saúde, não precisa de minha ajuda. Minha missão era carregar a espingarda e subir no "pé de burro" para tirar a tigela, em caso de crises e desmaios( meu do irmão) vir correndo avisar meu pai para pedir socorro.

A peleja começava as 4: 00 hora da madrugada. Meu pai acordava para preparar a espingardas e os cartuchos, o balde, a faca de seringa, o saco encauxado e o pissoco de amarrar o saco. Minha mãe fazia o café e a farofa para o quebra jejum e me acordava para esfriar o corpo mudar a roupa e começar a viagem.

Pequeno e ainda um pouco atordoado entrava na “boca da estrada” antes do dia amanhecer. O caminho era estreito e em pouco tempo minha roupa estava completamente molhada do orvalho, os pés arrebentados de topadas em tronqueiras e espinhos.

Quando sol começava surgir e abrir raios no meio da floresta, minha roupa começava enxugar, o corpo começava a esquentar, os pássaros começavam a cantar, meu cansaço começava aliviar e a esperança de que mudo com menos sofrimento e opressão existia em algum lugar.

O dia era corrido, um rodo (uma volta) na estrada para o corte da seringa, Uma parada rápida no Fecho para comer uma farofa de ovos ou uma Jacuba (farinha com sal e água) e uma nova correria para colher e não deixar a chuva tomar o leite.

O chegada em casa só acontecia pelas 4;00 horas da tarde, mas ainda não era hora do descanso. Era preciso pegar um paneiro de cipó voltar para o mato para juntar cocos para defumar o leite. A noite chegava o descanso, mas a preocupação do dia seguinte já trazia o cansaço de volta.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

MÚSICA DO DIA

“O Psol é um partido socialista e a Marina não é socialista”

Entrevista: Plínio Arruda Sampaio


“ Por Hamilton Octavio de Souza e Tatiana Merlino

A partir deste mês, a Caros Amigos inicia um debate sobre o que está em jogo nas eleições presidenciais de 2010. Entrevistas, análises e artigos discutirão as propostas e programas das candidaturas do campo democrático e popular. A primeira entrevista da série “Eleições 2010” é com o advogado e presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra), Plínio Arruda Sampaio, pré-candidato à presidência da República pelo Psol.

O partido está dividido em relação à candidatura ao principal posto do Executivo. Parte do Psol defende a candidatura própria e apoia o nome de Plínio. Outra é favorável a uma aliança com o PV em torno da candidatura da senadora Marina Silva (PV-AC). A aproximação do PSOL com o PV aconteceu porque a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL) descartou a possibilidade de concorrer às eleições presidenciais para tentar voltar ao Senado.

E quais seriam as consequências para o partido caso o Psol apoiasse a Marina Silva?

Seria a negação do Psol, porque esse é um partido socialista e a Marina não é socialista. O PV é um partido do governo. A Marina cria uma dificuldade enorme de palanque para a nossa gente. Como é que você sobe num palanque junto com um cidadão que apoia um governo que nós combatemos dia e noite? O problema da Marina é o seguinte: ela levantou uma questão muito importante, tornou-se um símbolo disso, mas ela perdeu o timing da demissão. O político precisa saber assumir um cargo e se demitir desse cargo. Ela demorou demais e teve que engolir coisas que não são aceitáveis: ela assinou o decreto dos transgênicos, assinou o decreto que libera as florestas, ela foi contra o Dom Cappio, ela apoia a transposição do São Francisco. A contrariedade à transposição do rio São Francisco é ponto do nosso programa. Como é que nós podemos ter uma candidata que tem pontos contrários ao nosso programa? Por isso há uma reação muito forte na base do partido contra a candidatura Marina. E nessas alturas, dificilmente ela passará.
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Lula 20 anos depois

Dia desses, eu escrevi aqui que a oposição cerrada a Lula (e a Dilma) não vem dos grandes capitalistas.

Essa talvez seja uma diferença importante em relação a 64. Naquela época, como hoje, a coligação reacionária envolvia “grande imprensa”, latifundiários, Igreja e classe média que marchava com Deus e pela Liberdade. Naquela época, os empresários (grandes e pequenos) estavam apavorados. Havia a Guerra Fria e o fantasma do “comunismo”.
O velho partidão (PCB) acreditava numa ilusória aliança com a “burguesia nacional”, para sustentar Jango e as reformas. Mas a burguesia tinha outros planos, e implorou pelo golpe – que veio.
Saltemos 20 anos. Na década de 80, no PT, o grande debate era: como atrair a “classe média” e os pequenos empresários para a coligação de esquerda.
O petismo (e eu acompanhava bem de perto esse debate) acreditava que, pra governar, era preciso agregar, aos setores mais organizados da classe trabalhadora (sindicatos, associações de bairro, estudantes, CEBs etc), as tais “camadas médias urbanas”.
Em 89, essa aliança não ocorreu. Lula teve no primeiro turno os votos dos “setores organizados”. No segundo, ganhou parte da “massa desorganizada”, ou do “lúmpen” (como, de forma arrogante, alguns petistas se referiam ao povão das periferias), graças ao apoio decisivo de Brizola – transferindo “todos” os votos no Rio e no Rio Grande do Sul.
O grande empresariado também fugiu de Lula e do PT. Mario Amato, da FIESP, falava que milhares de empresários iriam embora do país se Lula ganhasse. O que levou alguns amigos gaiatos, da USP, a organizar uma grande festa entre o primeiro e segundo turno: foi o “bota-fora do Mario Amato”, na casa do Pedro e do Álvaro Puntoni (QG das “nossas” grandes festas naquela época em São Paulo).
Em 94 e 98, empresários e classe média ficaram com os tucanos. Além de boa parte do povão “desorganizado”, que fora favorecido pela estabilidade do Real.
Pois bem. Em 2002 e 2006, Lula conseguiu uma aliança que não tem nada a ver com as “tradições petistas” de “agregar a classe média”.
Lula fez uma aliança inesperada, incluindo “setores organizados”, povão desorganizado e o grande empresariado.
A classe média ficou fora. E continua de fora.
É ela que baba de raiva nas “correntes da internet”, e nas ruas e bares paulistanos, cariocas e gaúchos. Essa classe média não suporta olhar para a cara de Lula, o “nordestino dos 4 dedos”.
E o grande empresariado? Esse vota com o bolso.
Pensei em tudo isso ao ler o artigo de Emilio Odebrecht, que me foi enviado por uma boa amiga jornalista, dessas que trabalham na “grande imprensa”, mas sabe muito bem que não é “sócia” dos patrões (nem nos lucros, nem no pensamento).
O artigo do Odebrecht expressa a perplexidade de um grande empresário diante de uma imprensa que caiu no gueto. Uma imprensa que fala (só) para essa classe média raivosa que parece não gostar do Brasil, uma imprensa que não reconhece os avanços do país.
O artigo de Odebrecht (a quem conheço só de nome) é o símbolo dessa estranha (mas efetiva) aliança lulista: “classe trabalhadora organizada”, “povão desorganizado” e “grandes capitalistas”.
Quem está fora da “grande coalizão” é a classe média, associada aos ruralistas e aos donos da mídia. Essa base votará em Serra aconteça o que acontecer.
O nó para Serra é: como atrair parte dos lulistas sem desagradar à direita que baba na gravata?
Isso é problema do Serra.
21 anos depois daquela eleição (vencida por Collor, no fim das contas), a gente não poderia mais organizar “bota-fora” pro presidente da FIESP e pros grandes empresários.
Em 89 era tudo mais divertido. Mas, em 2010, temos um país mais sólido.
Apesar dessa turma que baba na gravata de tanta raiva. Pra espanto seu, meu. Pra espanto, também, do Emílio Odebrecht.

Solidariedade

Cerca de 70 haitianos são medicados na base brasileira em Porto Príncipe (foto: Roosewelt Pinheiro/ABr)
O presidente do Haiti, René Préval, agradeceu a ajuda do Brasil neste instante em que aquele país passa por dificuldades em função do terremoto que devastou a capital Porto Príncipe na última terça-feira (12/1). A manifestação de Préval ocorreu durante reunião entre o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, autoridades do governo do Peru, no Batalhão Brasileiro (Brabatt), na capital haitiana. Na ocasião, Jobim informou os cinco pontos do plano emergencial divulgado no fim da manhã desta quinta-feira (14/1) pelo Ministério da Defesa.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Bêbada, Lucia Hippolito tenta criticar Lula ao vivo na rádio CBN

A comentarista de política da CBN, Lucia Hippolito,tentou fazer criticas ao Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), durante o programa de quarta-feira, 13, teve de ser interrompida pelo apresentador Roberto Nonato.Veja o vídeo

Lucia Hippolito, completamente grogue,se achou no direito de criticar o Presidente Lula.Parece que a dona Lucia, tomou a poderosa pinga da Vanusa, que também tentou cantar o Hino Nacional, ao vivo.Veja o vídeo

O enganador de promessas

Carnaval do ano passado em Tarauacá realizado pela Prefeitura Local na Avenida Cel. Juvêncio de Menezes, ainda é notícia na cidade.

Arigó na Rádio Nova Era, cobra dívida do Prefeito Vando

A Prefeitura Municipal, promotora do evento, ainda não pagou os 4 músicos contratados para animar a festa. São dois tecladistas (JAPÃO E DANIEL) e dois cantores (ARIGÓ e ALDOMIR). Só pra lembrar, o carnaval 2009 foi realizado na base do chamado eletro-rítimo.

Um dos Catores conhecido popularmente como ARIGÓ, que está com problemas de saúde e precisa fazer um tratamento fora de Tarauacá, foi ao Programa Terminal Comunitário da Rádio Comunitária Nova Era FM cobrou do Prefeito Vando Torquato que pagasse os músicos, especialmente a ele, que está precisando muito do dinheiro para custear as despesas do tratamento.

Outras informações dão conta de que nem o empresário que locou o equipamento do som para a prefeitura, recebeu o pagamento. Segundo ARIGÓ, o prefeito disse que não paga porque não foi ele quem os contratou.

Com as proximidades do carnaval 2010, músicos da cidade estão apreensivos com essa situação, pois, correm o risco de trabalhar sem receber.


Só pra lembrar, aqui vai um trechinho de um gingle cantado por Arigó.

"... é onze, é onze, é onze que o povo vai votar... é Vanto Torquato e Marilete, esse é o caminho certo pro trabalho continuar..."

BLOG DO ACCIOLY

MÚSICA DO DIA

Cineasta Fernando Meirelles desmente PV

Inflação de Lula é 37% menor que a de FHC

Com a divulgação da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2009, ficam mais nítidos tanto o impacto social como o custo da estabilidade de preços dos sete primeiros anos de governo do presidente Lula.O índice fechou 2009 com taxa acumulada de 4,31%, abaixo do centro da meta estipulada pelo Banco Central para o ano, de 4,5%. Trata-se do segundo menor índice desde 2000, acima apenas dos 3,14% de 2006 .

Entre 1995 e 2002, durante o período de implementação do Plano Real, no governo Fernando Henrique Cardoso, o IPCA médio ficou em 9,1%. De 2003 a 2009, sob o governo do PT, o índice médio caiu para 5,7%. Ou seja: a inflação média anual dos sete anos de Lula é mais de um terço (37%) menor que a dos oito anos de FHC.O resultado de 2009 deveu-se principalmente à crise externa, que reduziu a demanda internacional por alimentos, elevou a oferta interna e barateou produtos. Além disso, o dólar, desvalorizado, derrubou o preço de itens essenciais.

Transferência de renda

Associada ao aumento do salário mínimo e a programas de transferência de renda, a inflação mais baixa funcionou como motor de redução da pobreza.Em 2003, com um salário mínimo, comprava-se pouco mais de uma cesta básica (1,5).Hoje, compra-se algo mais que duas (2,2) cestas básicas.Além disso, nesses últimos sete anos, o custo de vida das famílias de baixa renda foi menor do que a inflação dos mais ricos.

Segundo indicadores fornecidos pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), os bens e serviços que pesam mais no orçamento das famílias com menor renda em São Paulo subiram 45,18% entre 2003 e dezembro de 2009. Nesses mesmos sete anos, a cesta de consumo dos que ganham mais subiu 47,9%.

O IPCA é o índice oficial utilizado pelo BC para cumprir o regime de metas de inflação -o objetivo foi cumprido em seis dos últimos sete anos.

Para o presidente do BC, Henrique Meirelles, esse histórico trouxe mais previsibilidade para a economia, o que contribuiu para um crescimento mais acelerado do PIB e para o aumento da renda do trabalhador. "O Brasil inicia a segunda década do século 21 com respeito internacional e com a perspectiva de um crescimento sustentado por longo tempo."

Segundo a Fiesp, a política monetária do BC foi um dos fatores pelos quais, sob Lula, a distância entre a média de crescimento do Brasil e a dos emergentes subiu entre 2003 e 2008 (3,1 pontos percentuais) em comparação com o período 1995-2002 (2,2 pontos).Para os sem Folha, aqui o link

Arroz e feijão mais barato

Prato típico do brasileiro, o arroz com feijão e carne ficou mais barato em 2009, mas só para quem come em casa: a refeição fora do lar disparou e teve a alta mais significativa do IPCA do ano passado, segundo o IBGE.

A comida em restaurante subiu 9,05% e correspondeu ao maior impacto individual do índice: 0,37 ponto percentual. Já os preços nos supermercados de arroz, feijão e carnes caíram: -35,85%, -13,14% e -5,33%, respectivamente. Somados, os três itens contribuíram com -0,31 ponto percentual no IPCA de 4,31% no ano.

Segundo Eulina Nunes dos Santos, do IBGE, a boa safra de arroz e feijão ampliou a oferta desses produtos -voltados quase que exclusivamente para o mercado interno- e derrubou os preços.

Já a carne, diz, baixou por causa da queda das exportações, que levaram a um excedente do produto no mercado interno.

Santos diz que a refeição fora de casa não incorpora só a variação dos alimentos, mas a de custos que incidem sobre os serviços. Cita especialmente aluguel, energia, salário mínimo e gás de botijão. Todos os itens subiram mais em 2009 do que em 2008 e pressionaram as despesas dos restaurantes.

Além disso, ela afirma que o aquecimento mais recente da economia permite aumentos mais salgados dos preços de serviços, incluindo a alimentação.

Sob essa lógica, o lanche fora de casa subiu 5,26% e figurou também entre as maiores altas do IPCA -contribuiu com 0,09 ponto percentual no ano.
Aqui link