A população de Tarauacá está começando a ficar impaciênte com o abandono e o caos que tomou conta da cidade. Lixo , urubus , falta de iluminação públicas e ruas intrafegaveis. Esse é o cenário que vem se desenhando desde que o prefeito Vando Torquarto foi reeleito.
Os problemas vão muito além. Há uma generalizada reclamação de atraso a prestadores de serviços e fornecedores. O mais grave segundo os tarauacaneses é que ninguém consegue ha muito tempo ver o prefeito na cidade. Segundo as imformações correntes, Vando Torquato vive constantemente escondido em suas fazendas para fugir da justiça e das promessas de canpanha, enquanto a população fica a mercer da própria sorte.
Durante os quatro dias que passei em Tarauacá andei nos bairros, conversei com a população, visitei sindicalistas , Tabalhadores e emprésários, juventude, idosos, crianças, lideranças indígenas, religiosas e politicas. Subi o Rio Murú e encontrei velhos amigos. O sentimento que extrai dessas pessoas foi de profunda ansiedade e insatisfação com a inércia da administração municipal e falta de pespectiva de melhora.
Em que pese essa situação de falta de horizonte em relação ao presente, amina- me as manifestações dos que estão buscando ferramentas para abrir caminhos, chamando a sociedade para tomar para si a responsabilidade de construção de alternativas que brote do próprio povo.
acho que essa deve ser a postura a ser assumida por todos que não aceitam Tarauacá como está. Essa é uma tarefa de todos que querem esse lugar com democracia , respeito ao dinheiro público e opotunidade para todos.
Os problemas vão muito além. Há uma generalizada reclamação de atraso a prestadores de serviços e fornecedores. O mais grave segundo os tarauacaneses é que ninguém consegue ha muito tempo ver o prefeito na cidade. Segundo as imformações correntes, Vando Torquato vive constantemente escondido em suas fazendas para fugir da justiça e das promessas de canpanha, enquanto a população fica a mercer da própria sorte.
Durante os quatro dias que passei em Tarauacá andei nos bairros, conversei com a população, visitei sindicalistas , Tabalhadores e emprésários, juventude, idosos, crianças, lideranças indígenas, religiosas e politicas. Subi o Rio Murú e encontrei velhos amigos. O sentimento que extrai dessas pessoas foi de profunda ansiedade e insatisfação com a inércia da administração municipal e falta de pespectiva de melhora.
Em que pese essa situação de falta de horizonte em relação ao presente, amina- me as manifestações dos que estão buscando ferramentas para abrir caminhos, chamando a sociedade para tomar para si a responsabilidade de construção de alternativas que brote do próprio povo.
acho que essa deve ser a postura a ser assumida por todos que não aceitam Tarauacá como está. Essa é uma tarefa de todos que querem esse lugar com democracia , respeito ao dinheiro público e opotunidade para todos.

Tarauacá é minha Ilha


Visitei o amigo e empresário Raimundo Damasceno. Propus a ele uma entrevista sobre o que pensa da situação atual de Tarauacá e outros temas. Ficou acertado para a próxima semana, prometeu que vai abrir o coração. Vale a pena conferir







"Essa Rua tem um bosque que se chama solidão"

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