quinta-feira, 31 de março de 2011

A mentira de 31 de março de 1964

No dia 1º de abril de 1964, a conspiração que uniu as altas esferas do empresariado brasileiro, os latifundiários, os chefes militares, a hierarquia católica conservadora e agentes do imperialismo dos EUA depuseram o presidente constitucional João Goulart e deram início à ditadura militar que marcou as duas décadas seguintes pelo sangue dos patriotas e democratas, pela destruição da democracia e do estado de direito no Brasil.

Desde aquele dia inaugural da ditadura, a data que tem sido lembrada é a da véspera, 31 de março, pela folclórica razão de que, sendo o 1º de abril o dia da mentira, o golpe militar se tornaria alvo de chacota entre o povo.

O 1º de abril teria sido o dia mais indicado para lembrar aquele episódio nefasto. Era mentira que os golpistas defendiam a democracia, como alegavam; não era verdade que defendessem a soberania brasileira nem o desenvolvimento do país.

Contra a democracia, rasgaram a Constituição, instituíram a legislação de exceção que permitiu a cassação de direitos políticos e democráticos e de mandatos eletivos, no esforço de eliminar do cenário político parlamentares, sindicalistas, democratas, patriotas, lideranças de trabalhadores e do povo, que não aceitavam o arbítrio da ditadura. O rosário de assassinatos, tortura, prisões ilegais, exílio e outras formas de opressão contra os que resistiam à ditadura é conhecido e o preço pago em sangue pelos brasileiros é irresgatável e inegociável.

Diziam que defendiam a nação contra a ameaça representada pela URSS e pelos comunistas no Brasil. Mas quem humilhou o país e desrespeitou a soberania nacional foram os generais e as classes dominantes que, com completo apoio da embaixada dos EUA, deram o golpe militar. Basta lembrar o discurso pronunciado pelo general Castello Branco, na sede do Itamaraty, em 31 de julho de 1964, onde o principal líder da conspiração golpista e então primeiro ocupante militar da Presidência da República defendeu a tese antinacional do alinhamento automático com os EUA com a consequente limitação da soberania brasileira.

Em relação ao desenvolvimento, naquelas duas décadas a economia realmente cresceu. Mas não foi um desenvolvimento nacional: a internacionalização foi aprofundada como nunca, a dependência tecnológica foi agravada pela opção do crescimento com base em empresas estrangeiras, a distorção na distribuição de rendas e no agravamento dos já agudos problemas sociais foi gigantesca. A modernização conservadora do campo expulsou multidões para as periferias das cidades, onde o desemprego, a baixa renda e as precárias condições de moradia, educação e saúde formaram o caldo de cultura onde viceja a violência e a insegurança.

Do ponto de vista institucional, uma herança perversa e insepulta da ditadura militar é a impunidade da violência policial, que torna a polícia brasileira uma das mais violentas do mundo, com sua atuação marcada pela tortura como forma rotineira de investigação e a morte de suspeitos como uma prática cotidiana.

O que há a comemorar? Bem fizeram os atuais comandantes militares que, pela primeira vez em 47 anos, retiraram a lembrança do golpe de 1964 de sua agenda de comemorações, gesto simbólico do sentimento democrático que anima a nova geração de chefes militares.

A velha geração continua saudosa do poder irrestrito e irresponsável que exerceram naqueles anos de atentados contra a democracia e os democratas, como mostra o manifesto comemorativo divulgado pelos clubes Militar, Naval e da Aeronáutica, saudando o rompimento da democracia e a manutenção e agravamento de uma ordem injusta rejeitada pelos brasileiros e apoiada apenas pelas elites proprietárias e por seus aliados imperialistas.

Foi o regime da tortura e do assassinato político e seus remanescentes usam o prestígio que ainda lhes resta para acobertar aquelas práticas ilícitas e desumanas rejeitando qualquer investigação daqueles crimes e opondo-se à formação da Comissão da Verdade para revelar à nação o rio de sangue que correu no país nos anos em que estavam no poder.

O golpe militar de 1964 é um fato da história que os brasileiros lamentam e não aceitam mais. A democracia brasileira se fortalece, apesar dos resmungos das viúvas da ditadura. E, hoje, a melhor maneira de lembrar aquele passado é homenagear os heróis da resistência, os patriotas, democratas, socialistas e comunistas que nunca aceitaram a mentira da ”Redentora” e verteram seu sangue pelos direitos do povo e dos trabalhadores e pela soberania da Pátria. Estes não podem ser esquecidos jamais.

Fonte: Editorial Portal vermelho
A nova repartição colonial do mundo



por Mauro Santayana, no Jornal do Brasil

A Europa e os Estados Unidos, com sua ação contra a Líbia, buscam voltar ao século 19, e promover nova repartição colonial do mundo. Na realidade, não houve independência efetiva das antigas colônias. Mediante os artifícios do comércio internacional, e, sobretudo, da circulação de capitais, a dependência econômica e política dos países periféricos permanece. Nos últimos vinte anos, com a globalização neoliberal, o domínio dos paises centrais se tornou ainda maior. Razão teve Disraeli, o controvertido homem de estado britânico, ao dizer que as colônias não deixam de ser colônias pelo simples fato de se declararem independentes.

Esse domínio indireto por si só não lhes basta: querem retornar ao estatuto colonial escancarado. Ao perceberem os sinais de insurreição geral dos povos contra a opressão de seus prepostos, tomam a iniciativa da repressão preventiva. A doutrina da preemptive war de Bush continua vigendo, e é agora aplicada pela França e pela Grã Bretanha, sob solerte delegação de Washington.

Os norte-americanos bem intencionados, que votaram em Obama, descobrem que não podem mudar o sistema mediante o processo eleitoral. Como o grande presidente republicano e o mais importante militar do século passado Eisenhower denunciara e previra, quem domina o sistema é o complexo industrial-militar, hoje com o mando repartido entre o Pentágono e Wall Street.

O presidente Obama se assemelha, a cada dia mais, aos Bush. Embora seu objetivo final seja o mesmo, ele cuida de falar macio na América Latina, enquanto açula seus aliados contra a Líbia, no movimento da reconquista imperial do Norte da África. Tal como Tony Blair, no caso do Iraque, Cameron se dispõe ao dirt job. Conforme o semanário alemão Focus, comandos britânicos já operavam na Líbia semanas antes da oficialização da aliança.

O movimento pela re-colonização, por parte das antigas metrópoles, se desenvolve pari-passu com a globalização. E obedece ao discurso hipócrita de que, fora dos padrões católicos e protestantes da civilização ocidental, todos os povos são bárbaros e incapazes de autogoverno. A realidade é bem outra: a fim de manter o nível de conforto e de consumo dos países centrais, é necessário usar todos os recursos naturais e humanos da periferia. O espaço asiático de saqueio, no entanto, se estreita com o aumento da população e de consumo conforme os padrões ocidentais e o crescimento da China.

Mas há ainda o gás e o petróleo do Cáspio, pelos quais os americanos buscam controlar o Afeganistão e ameaçam o Irã. Manter os mananciais petrolíferos do Oriente Médio e do Norte da África é, em sua visão, essencial apesar de seu discurso hipócrita sobre o meio-ambiente. A mesma hipocrisia se revela na declaração de que não querem atingir Kadafi: seu complexo residencial foi atacado pelos mísseis de Obama, da mesma forma que Reagan o fez, em 1986, matando uma filha do dirigente líbio.

Ao mesmo tempo, é-lhes conveniente assegurar o suprimento de minerais e de alimentos, da América Latina e da África Negra. Ameaçados pela penetração dos chineses no continente africano, eles estão dispostos a jogar tudo, para a restauração de seu antigo domínio. E não faltam os sócios menores, os sub-empreiteiros do colonialismo, como os espanhóis e os italianos. Os espanhóis, nessa nostalgia de Carlos V e Felipe II, se unem a Obama, a Cameron e a Sarkozy. Não há diferença entre Zapatero e Aznar: os dois são o mesmo, no esforço pela Reconquista da América do Sul. Os italianos são menos insistentes: sabem que com a queda de Kadafi, a Líbia não lhes será devolvida.

Os neocolonialistas tentam aproveitar-se de uma rebelião sem idéias, embora justa, contra a corrupção e o poder ditatorial nos países árabes. Mas seu êxito não é certo.



quarta-feira, 30 de março de 2011

Resistência a Carapanã

Há dois meses, recebi um convite dos amigos da Aldeia Praia do Carapanã para visitá-los. Muito organizados, eles me enviaram um comunicado informando o tempo de minha permanência na área. Na programação constava no primeiro dia a comunidade faria uma caçada para conseguir alimentos, o horário de chegada e reunião uma todos os representantes da sete aldeias.

Conhecedores da vida na floresta e sabendo que a caça não marca a hora do encontro, recomendaram as mulheres para fazer a recepção na minha chegada. Foi que aconteceu. Quando cheguei os homens ainda estavam embrenhados na mata e as mulheres me esperando.

A noite após um jantar a moda caxinauwá, batemos um bom papo encerramento coroado por uma apresentação de dança tradicional. Na manha seguinte, outra conversa e uma calorosa despedida.

A Aldeia Praia do carapanã, é localizada no alto Rio Tarauacá, numa velocidade média leva-se 8 horas da cidade até o centro da aldeia. Tem 650 habitante da etnia caxinauwá, 60.000 hectares de extensão. Antes da demarcação da terra, os Caxis do carapanã perambulavam pelas cabeceiras dos igarapés afluentes do Rio Tarauacá.

Tendo em vista as pressões dos seringalistas, escolheram um local desabitado conhecido Praia da Carapanã. Os seringueiros não conseguiam fixar moradias em função da pressão de pernilongo, Pium e Maruim. 40 anos depois veio a conquista. Os seringais, Pinheiro Machado, Cocameira, Universo e Apuanã transformaram-se na Aldeia Praia do Carapanã. O principal líder da resistência foi o cacique Jorge Leme, um legenda viva do seu povo, hoje aos 85 anos de idade.





REFORMA POLITÍCA

Comissão do Senado aprova eleição proporcional com lista fechada

A Comissão Especial da Reforma Política do Senado aprovou nesta terça-feira, por 9 votos a 7, a adoção do sistema eleitoral proporcional com lista fechada. Quatro parlamentares se abstiveram, segundo a Agência Senado. O sistema proporcional leva em consideração não apenas a votação obtida por um candidato, mas o conjunto dos votos de seu partido.

A morte do ex-vice-presidente da República José Alencar não impediu a reunião da Comissão Especial de Reforma Política do Senado, no final da tarde de terça-feira (29). Depois de um minuto de silêncio em luto determinado pelo presidente da comissão, Francisco Dornelles (PP-RJ), os membros do colegiado aprovaram o chamado sistema proporcional com lista fechada.

Neste sistema de lista fechada, o eleitor vota em um dos partidos em disputa, escolhendo a lista de candidatos previamente elaborada pela legenda, na maioria das vezes composta em convenção partidária. Ou seja, o eleitor não tem o poder de alterar essa relação ou manifestar preferência por qualquer candidato.

* Leia também: Sistema de voto distrital provoca distorções graves em eleições


O sistema atualmente adotado no país define voto proporcional em lista aberta, para a escolha de deputados (distritais, estaduais e federais) e vereadores. Trata-se do método de votação em que o eleitor pode escolher entre votar em um partido ou em um candidato. Prefeito, governador, senador e presidente da República, por sua vez, são escolhidos em votação majoritária (candidato, e não partido, escolhido por maioria de votos).

O termo “proporcional” refere-se à regra que garante a cada partido o número de vagas obtidas proporcionalmente em relação ao total de votos válidos. Os candidatos a preencherem as vagas originadas dessa matemática são declarados eleitos segundo a ordem apresentada pelas legendas em suas respectivas listas.

Divisão

A decisão deveria ter sido anunciada na reunião anterior do colegiado, mas os membros do colegiado resolveram se manifestar individualmente sobre qual sistema eleitoral preferiam. Três modelos foram escolhidos e levados à deliberação de hoje: proporcional com lista fechada; distrital misto com lista fechada; e o chamado “distritão”, que basicamente divide um estado em regiões com disputas setorizadas. Ao final, sobraram este modelo, com 7 votos, e o vencedor, com 9.

Quatro abstenções foram registradas – Aécio Neves (PSDB-MG), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Pedro Taques (PDT-MT) queriam o sistema distrital misto com lista fechada, e já avisaram que apresentarão emendas quando o texto for a plenário. Outros querem que as decisões da comissão sejam submetidas à consulta popular depois de reunidas em anteprojeto a ser submetido à Comissão de Constituição e Justiça. Depois de eventualmente aprovada, a proposição segue como projeto de lei ao Plenário do Senado.

Os seguintes senadores escolheram o sistema proporcional com lista fechada: Jorge Viana (PT-AC), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Wellington Dias (PT-PI), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Roberto Requião (PMDB-PR), Luiz Henrique (PMDB-SC), Humberto Costa (PT-PE), Demóstenes Torres (DEM-GO) e Ana Rita (PT-ES).

Já o "distritão" foi o modelo escolhido por Ana Amélia (PP-RS), Eduardo Braga (PMDB-AM), Fernando Collor (PTB-AL), Itamar Franco (PPS-MG), Vicentinho Alves (PR-TO), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Francisco Dornelles (PP-RJ).

Os senadores têm até meados de abril para concluir os trabalhos. As próximas deliberações do colegiado são o financiamento de campanha (as alternativas são público, privado ou misto); cláusula de desempenho; fidelidade partidária; domicílio eleitoral; e filiação partidária. A próxima reunião está prevista para a próxima terça-feira (5) – seria na próxima quinta-feira (31), mas o Senado e a Câmara decidiram suspender as atividades legislativas, inclusive em plenário, em respeito à memória de José Alencar.

Fonte: Congresso em Foco
Coragem e coerência!

Depois de lutar por mais de 13 anos contra o câncer, o ex-vice-presidente da República José Alencar morreu na tarde desta terça-feira (29), aos 79 anos, em São Paulo.

"Você não sabe o que é a morte, então você não tem de ter medo da morte. Você tem de ter medo é da desonra, dela você tem de ter medo, isso mata você."

Alencar, em 30 de dezembro de 2007


domingo, 27 de março de 2011

Amor de Filho

E construir o seu ninho
Espalhando Iuz, inventando
Um caminho novo, brilhante, nobre
Inocente, puro
Nossa canção está no ar
Bem-querer, filho meu
Meu bom anjo, meu par

MÚSICA DO DIA

O PCdoB diante da crise política em Tarauacá

Em ato realizado na câmara de vereadores para comemorar 89 anos de fundação do PCdoB no Brasil e 26 anos em Tarauacá com mais 300 filiados, vários partidos e lideranças políticas que lá estiveram para homenagear nosso partido, aproveitamos a data para fazer uma breve avaliação da crise política que se instalou no governo municipal.

Na ocasião fiz o seguinte pronunciamento. “Todos os anos comemoramos o aniversário do partido, neste ano, a comemoração acontece exatamente no momento em que Tarauacá enfrenta a maior crise política de sua história. Para o PCdoB, o momento nao cabe comemoração, tristeza ou omissão diante dos acontecimentos. O momento é de salidariedade ao povo de Taraucá, que não merece a situação que está atravessando.

Lembrei que em durante 26 de existência em Tarauacá, somente num curto período de 3 anos tivemos a oportunidade de ajudar a governar o município numa aliança com o PT,(1997 a 1999) na primeira vitória eleitoral das forças populares. Vitória que resultou em grande progresso social e que o povo guarda boas lembranças.

Durante mais de duas décadas o PCdoB atuou na oposição, enfrentando todo tipo de adversidade, mas sem perder de vista seus objetivos, de construção de uma sociedade mais justa, com direitos e oportunidades iguais para todos. Nas ultimas três eleições apresentamos candidatos a prefeito, apresentando Projetos alternativos e Travando duras batalhas.

Na ultima eleição (2008) polarizamos com as forças do atraso, mais uma vez, apresentamos uma proposta voltada para a ampliação da democracia, transparência administrativa e o enfrentamento as desigualdades sociais, alicerçada numa ampla união de partidos e organizações populares. "Venceu" as forças do atraso que hoje envergonham os Taraucaenses e Acreanos.

No atual contexto de uma crise que ainda não temos a exata dimensão dos seus desdobramentos, Conclamamos todos os partidos comprometidos e interessados em mudar a política nefasta da corrupção que empobrece, sacrifica e apequena nosso município, para uma ampla união em defesa dos interesses mais elevados de Tarauacá.

Não temos ilusões que a cassação de vando Torquato vai resolver os graves problemas sociais que enfrentamos. A mudança que Tarauacá precisa, não vai ser alcançada apenas numa troca de pessoa ou de partido, muda com mudança de mentalidade e de compromisso.

O PCdoB pensa muito além de um disputa eleitoral, defende e luta por um programa novo, democrático e representativo de novas forças e seguimentos sociais. Como disse o Empresário César Melo no ato comemorativo, "o PCdoB em Tarauacá é o hoje um partido maduro e preparado para vencer grandes desafios".

O PCdoB defende um Novo Plano de Desenvolvimento com a realização de profundas reformas democratize os bens materiais e valorize a vida humana, com políticas estruturantes de saúde, educação, cultura, moradia, saneamento, forte investimento na produção e valorização do trabalho. Desde já está aberta a discursão.

sábado, 26 de março de 2011

Força que cresce: PCdoB faz festa em Tarauacá para comemorar seu aniversário
Ato de filiação de novos camaradas

O Ato de Comemoração aos 89 anos de Fundação Nacional do PCdoB foi comemorado no último dia 25 de março, na Câmara de Vereadores. Filiados, amigos, simpatizantes, convidados de outros partidos e dirigentes locais do partido se fizeram presente no evento. Foi a noite mais vermelha do ano.

Deputado Moisés Diniz-PCdoB
Neto Pró-link- PSDC
Vereador Francisco Batista-PDT
Empresário Cesar melo
Orlando Bezerra- presidente do PDT
Vereador Roberto Freire



Fonte: Blog Terra Firme

sexta-feira, 25 de março de 2011



Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão

Amor rubro

Hoje 25 de Março é uma data mais que especial.E o aniversário do guri, Vinicius é um dos tesouros mais importante da minha vida. Felicidades meu amor!






PCdoB comemora 89 anos

Tradição, história e luta. O Partido Comunista do Brasil comemora nesta sexta-feira, dia 25, 89 anos de fundação. O Comitê municipal do Partido em Tarauacá, realiza festa e comemora com amigos e militantes. partidos amigos e pessonalidades do município.


O encontro será na câmara de Vereadores ápartir das 8:00 horas da noite. Os dirigentes e parlamentares comunistas debaterão sobre a história do Partido e a atual crise politica em Tarauacá com os presentes.Todos são convidados para participar deste momento de confraternização e debate.




P
CdoB se apresentou em rede nacional, na noite desta quinta-feira (24), durante a exibição de sua propaganda partidária.Veja o vídeo.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Polícia Federal fará segurança de juíza ameaçada de morte

Juíza sofreu ameaças depois de mandar afastar prefeito em Tarauacá

Depois de receber ameaças de morte, a juíza de Tarauacá, Andréa da Silva Brito, comunicou ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral e a Polícia Federal vai garantir segurança à magistrada, além de investigar a origem das ameaças.

Nesta semana, Andréa Brito determinou o afastamento do prefeito, Vando Torquato, e do vereador Raimundo Gomes, ambos acusados de crimes eleitorais.

Depois, também por determinação da magistrada, a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na residência de outro vereador. Na casa de Valdor do Ó (PSDB) foram encontradas espingardas e munições. O parlamentar está sendo acusado de atirar em via pública.

As decisões da magistrada podem ser as causas das ameaças. A Polícia Federal não repassou informações sobre as ações em Tarauacá, mas uma equipe de agentes de Cruzeiro do Sul estará se deslocando para o município.

Como existem crimes eleitorais, o TRE pode pedir o auxílio da Polícia Federal.

A juíza Andréa da Silva Brito ainda está no estágio probatório, mas já foi juíza de Direito na região de Serra Pelada, no Pará, onde também enfrentou problemas em eleições.

Passou no último concurso para juiz no Acre, e novamente enfrenta problemas. Tarauacá, historicamente, é conhecida pela divergência dos políticos com a lei.

Uma investigação da Polícia Federal pode complicar ainda mais a situação do prefeito Vando Torquato, que enfrenta diversas acusações. O afastamento do prefeito, segundo a magistrada, foi apenas o cumprimento de uma decisão proferida pela Justiça
Agazeta.net

Procuradora patricia Rego pede prisão do prefeito cassado Vando Torquado. Veja a entrevista.

Em rede nacional, o partido que “joga para o Brasil vencer"


“O partido do socialismo. Há 89 anos jogando para o Brasil vencer.” É assim que o PCdoB se apresentará hoje, em rede nacional, na exibição de sua propaganda partidária. O programa destacará o fato de o PCdoB ser o partido “com mais história” e “experiência política” no país.

MÚSICA DO DIA

Mais bomba!

A “aposentadoria” de Lula


Segundo relatei no post anterior, pessoas próximas a Lula garantem que ele não quer voltar a se candidatar a mais nada nunca mais. Se formos analisar bem, seria uma medida para lá de sensata. Desde a sua primeira candidatura a presidente, em 1989, que não passa um só dia sem que o ataquem de todas as formas que se conceba.

O mais espantoso é que estamos chegando ao fim do terceiro mês de um novo governo e a mídia continua atacando o ex-presidente todo santo dia, como se ele ainda estivesse no poder. É de imaginar como alguém consegue ignorar tantos ataques sem se deixar levar pelo ímpeto de responder.

De qualquer forma, se procede mesmo a informação que recebi de que Lula não pretende voltar a se candidatar a mais nada, parece-me que sua suposta desistência da disputa de cargos não significa desistência da política.

A agenda do ex-presidente está cheia não só de conferências e homenagens; veio a público notícia de que pretende coordenar a campanha eleitoral municipal do PT, ano que vem. E continua influindo no governo Dilma, pelo que me foi dito, pois ela se aconselharia com ele com freqüência.

Enquanto influir na política, se continuar popular como foi Lula pode se tornar um grande obstáculo ao sonho da centro e da extrema direitas de voltarem ao poder. E que ninguém duvide de que ao menos a centro-direita no poder é mais confortável para a elite do que a centro-esquerda jamais será.

Lula, evidentemente, está enveredando pela mesma filosofia de Pelé. Sair “na hora certa”, no auge, deixando de si para a história uma trajetória repleta de êxitos. Desta forma, adquire uma autoridade para opinar e ser ouvido pelos brasileiros maior do que se voltasse a governar alguma coisa, o que sempre produz risco de algum acidente de percurso.

Na noite de 31 de outubro do ano passado, fui à festa da vitória de Dilma na avenida Paulista e lá encontrei um dos filhos de Lula. Ele me relatou que o pai não consegue parar. Que ele vive dizendo que quer parar a todos em volta, mas ninguém consegue imaginá-lo fora da política. A mídia, principalmente.

Bem, ele deve saber que, se continuar influindo na política, jamais pararão de tentar destruir a sua imagem no imaginário do povo, pois mesmo fora do poder a lembrança de sua época sempre será uma espada sobre a cabeça dos conservadores midiáticos.

Particularmente, eu pararia com tudo e iria pescar. As difamações que Lula recebe diariamente são cruéis, injustas, mentirosas, revoltantes. Não conseguiria conviver com isso sem responder à altura. Alguns homens, porém, não conseguem parar. E, pensando bem, eu mesmo não sei se conseguiria parar com a militância.

Será justo, porém, pedir que Lula continue sendo difamado sem parar na mesma toada que nos últimos 22 anos? Se desistisse de vez da política, mesmo que a mídia jamais aceite lhe fazer Justiça, os livros de história farão e ele parará de ter que ler ou escutar as piores ofensas dia após dia.

Os verdadeiros amigos de Lula e sua família devem estar doidos para que ele pare. Eu ficaria doente se tivesse que aturar tantos ataques sem ter como enfrentá-los de igual para igual. E, depois de uma certa idade, não se deve brincar com a própria saúde. Além disso, ele não é eterno. E o país precisará de líderes.

Mas Lula conseguiria se aposentar? A mídia acha que não… Fonte: blog da cidadania

quarta-feira, 23 de março de 2011

Um espetáculo "desconhecido"

Reflexões sobre a crise politíca em Tarauacá


Tarauacá tida como a cidade pais politizada do Acre, aproxima-se do seu centenário vivendo a maior crise política de sua história. Nos últimos trinta dias tivemos um vereador cassado, ontem, mais um vereador e prefeito. O presidente câmara tomou posse em função da ausência da vice-prefeita. Pensávamos que o pior já tinha passado. Ledo engano: Antes de o dia terminar, a policia utilizando um mandado de busca e apreensão, entrou na casa do vereador presidente em exercício da câmara e encontrou um arsenal de armas e munição.


O dia 22 de março de 2011 entrou para história como o dia que a impunidade sofreu um grande golpe em Tarauacá, será um dia para os Taraucaenses lembrarem e fazerem fortes reflexões sobre o paradoxo que nosso município vive: os problemas e as virtudes deste lugar da Amazônia. Com tanta terra disponível, Tarauacá tem aproximadamente, metade da população morando em áreas irregulares e de risco; extrema desigualdade de renda de seus habitantes e sucessivos escândalos que vem imputando a pecha de cidade da corrupção política.

Paralelamente há essa triste realidade, Temos um povo trabalhador, um juventude bonita e exigente, uma rede social de informações como poucas cidades do Brasil, movimentos sociais organizados e sólidos partidos políticos progressistas e de esquerda. Onde mora o problema?

Tarauacá tem imensos desafios de ordem política e social. Desafios que dependem sobremaneira de uma compreensão mais elevada dos partidos e organizações sociais que aspiram mudanças. As forças mais avançadas não tem tido capacidade suficiente para enfrentar os problemas sociais e econômicos causado pela velha política fisiológica e domésticada aos interesses de grupos políticos retrógrados. Nesse quadro, a malandragem política tem ganhado força. Sem uma proposta alternativa representada pela União do povo, integrada pelos partidos , organizações populares e por todas as forças comprometidas em reconstruir Tarauacá, essas forças tem enfrentado dificuldades.

A eleição de Vando Torquato em 2004 e 2008 foi dois estelionatos. É parte de uma engrenagem conservadora e corrupta expressada nos processos eleitorais e na gestão publica. Compra de votos e promessas enganosas foram à marca registrada e o instrumento principal utilizado para chegar ao poder que agora parece desmoronar. Mesmo afastado o prefeito mais complicado que Tarauacá conheceu, não podemos alimentar ilusões em mudanças . Precisamos reconhecer que a impunidade sofreu um forte golpe, mas isso não significa uma mudança de rumo do processo político e a resolução da crise política e moral que Tarauacá sofre.

A reflexão desses acontecimentos é a “luz no fim do túnel". É preciso reconhecer honestamente que a sociedade organizada e os partidos de oposição jogaram pouca influencia no enfrentamento dos problemas que ora nos afligem. Devemos referenciar e aplaudir o papel desempenhado pelo ministério publico e pelo poder judiciário de Tarauacá que decidiram sair da retranca e partir para a ofensiva contra a corrupção e a impunidade.


Chegou hora de os Taraucaenses fazerem escutar sua voz. A união dos partidos e dos setores comprometidos com o progresso, a democracia e a ética, movidos pelo sentimento de justiça, pode formar uma nova maioria e uma nova correlação de forças capaz de tirar Tarauacá da crise e prepará-lo para o seu centenário com a grandeza do nosso povo.

MÚSICA DO DIA

UM GOLPE NA IMPUNIDADE







Manifestamos todo nosso apoioa elas: Eliane, Nicole e Andréia nos fazem acreditar que os justos serão os vencedores. Blog do Accioly

terça-feira, 22 de março de 2011

Fidel Castro: Os sapatos me apertam


Em mais uma de suas Reflexões, o comandante da Revolução cubana, Fidel Castro, comenta com fina ironia o pronunciamento do presidente dos Estados Unidos no Chile, na última segunda-feira (21). Aproveitou para comentar sobre o papel que desempenhou à frente de seu país e reiterou: " Continuarei sendo um soldado das ideias, enquanto possa pensar e respirar".

Enquanto os reatores sinistrados despejam fumaça radiativa no Japão, e aviões de monstruosa aparência e submarinos nucleares lançam mortíferas cargas teleguiadas sobre a Líbia, um país norte-africano do Terceiro Mundo com apenas seis milhões de habitantes, Barack Obama contava aos chilenos uma fábula parecida com as que eu escutava quando tinha quatro anos: “Os sapatos me apertam, as meias fazem calor; e o beijinho que me deste levo no coração”.

Alguns de seus ouvintes ficaram pasmos naquele “Centro Cultural” em Santiago do Chile.

Quando o presidente mirou ansioso o público depois de mencionar a pérfida Cuba, esperando uma explosão de aplausos, houve um silêncio glacial. Às suas costas – Ah! Feliz coincidencia! – entre as demais bandeiras latino-americanas, estava exatamente a de Cuba.

Se por um segundo desse uma volta sobre seu ombro direito, teria visto, como uma sombra, o símbolo da Revolução na Ilha rebelde que seu poderoso país quis, mas não pôde, destruir.

Qualquer pessoa seria, sem dúvida, extraordinariamente otimista se espera que os povos de Nossa América aplaudam o 50º aniversário da invasão mercenária de Giron, 50 anos de cruel bloqueio econômico de um país irmão, 50 anos de ameaças e atentados terroristas que custaram milhares de vidas, 50 anos de projetos de assassinato dos líderes do histórico processo.

Senti-me aludido em suas palavras.

Prestei, efetivamente, meus serviços à Revolução durante muito tempo, mas nunca eludi riscos nem violei princípios constitucionais, ideológicos ou éticos; lamento não ter tido mais saúde para seguir servindo-a.

Renunciei sem vacilação a todos os meus cargos estatais e políticos, inclusive ao de Primeiro Secretário do Partido, quando adoeci e nunca tentei exercê-los depois da Proclamação de 31 de julho de 2006, nem quando recuperei parcialmente minha saúde mais de um ano depois, embora todos continuassem intitulando-me afetuosamente dessa forma.

Mas sigo e seguirei sendo como prometi: um soldado das ideias, enquanto possa pensar e respirar. LEIA MAIS

segunda-feira, 21 de março de 2011

MÚSICA DO DIA

Entrou água: Kassab e Petecão vão abandonar o barco


Saída de Kassab


O deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), líder do DEM na Câmara Federal, propõe uma intervenção do comando nacional de seu partido no diretório de São Paulo. Tudo para varrer a influência deixada na legenda pelo prefeito paulistano, Gilberto Kassab — que saiu da legenda para criar o PSD (Partido Social Democrático). ACM Neto também anuncia que os “demos” passarão a fazer oposição a Kassab e denunciar os desmandos de sua gestão.


Pode até ser que o neto do finado cacique baiano Antonio Carlos Magalhães consiga tudo isso que diz pretender — mas é tarde demais. O DEM, seja na base aliada ou na oposição ao prefeito, é um partido estraçalhado e praticamente morto no maior colégio eleitoral do Brasil. De mais a mais, suas preocupações tampouco se resumem a São Paulo.

A esta altura, a conclusão mais elementar dos fatos é que a nova cúpula nacional dos “demos”, eleita na terça-feira (14) e presidida pelo senador José Agripino Maia (RN), subestimou Kassab. Várias lideranças do partido procuraram palanques e microfones, nos últimos dias, a alardear que as adesões à iniciativa do PSD perdiam força gradualmente.

Foi um erro de avaliação inacreditável para um partido repleto de caciques e raposas, todos com várias décadas de atuação política. O ato de anúncio do PSD, nesta segunda-feira (21), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), fez Agripino e cia. voltarem à realidade. Se quiser sobreviver, o DEM precisará ir além das bravatas.

Só em São Paulo, é possível que o novo partido arregimente de oito a 12 deputados federais, até mesmo de outros partidos, como os já “peessedistas” Rita Passos (PV) e Marcelo Aguiar (PSC). Na Bahia, o vice-governador, Otto Alencar (PP), cinco deputados federais, nove estaduais e 70 prefeitos já aderiram ao PSD — que se tornou a segunda maior força local, esvaziando sobretudo o DEM e o PMDB.

Kassab ainda dá como certa a migração dos senadores Sérgio Petecão (PMN-AC) e Kátia Abreu (DEM-TO), dos deputados federais Antonia Lucia (PSC-AC), Fábio Ramalho (PV-MG), Irajá Abreu (DEM-TO), Silas Câmara (PSC-AM) e mais quatro parlamentares de Goiás. Também estão na mira os governadores Omar Aziz (PMN-AM) e Raimundo Colombo (DEM-SC), além do prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB-AM) e do ex-deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ) — que concorreu a vice-presidente em 2010 na chapa do tucano José Serra (SP).Fonte: P Vermelho
Não basta ser mulher, tem que ser de luta!


Caminhando a passos de Tartaruga, justiça afasta prefeito


A juíza da 5ª Zona Eleitoral, Andréa da Silva Brito, comunicou nesta segunda(21) à Câmara Municipal o afstamento do prefeito Vando Torquato do cargo em decorrencia de uma condenação por crime eleitoral transitada em julgado. O vereador Raimundo Gomes Furtado também foi afastado por compra de votos.


Vando Torquato havia sido condenado à pena de quatro anos de reclusão, em regime inicial aberto, e à pena de multa (12 dias-multa, à razão de um salário mínimo para cada dia multa, vigente à época dos fatos). A prisão foi substituída por doação de 12 cestas básicas no valor de R$ 400,00 cada uma.

Condenado à pena de dois anos de reclusão em regime inicial aberto e à pena de multa (oito dias multa, à razão de um salário mínimo para cada dia multa, vigente na época dos fatos), a prisão do vereador Raimundo Furtado foi substituída por prestação de serviços à comunidade pelo mesmo prazo.

Segundo o MPE os dois políticos compraram votos durante campanha eleitoral de 2004. Em 2008 o vcreador eo prefeito foram condendos pelo TRE, com os recursos interpostos pela defesa,o processo foi julgado em setembro de 2010, sendo os autos encaminhados a juíza da 5ª Zona Eleitoral para execução da sentença.

Segundo o argumento do MPE, a suspensão dos direitos políticos decorre como efeito automático (e constitucional) da condenação criminal transitada em julgado e implica na incompatibilidade para o exercício de mandato eletivo = perda do mandato.

De acordo com o requerimento formulado pelo Ministério Público, o fundamento da privação de direitos políticos é ordem ética, moral, isto é, para reservar o exercício de mandatos eletivos apenas aos cidadãos insuspeitos, preservando-se a dignidade da representação democrática.

- Se para qualquer cargo são exigidas folha de antecedentes criminais não se pode admitir que, para o exercício de altos cargos na administração municipal e no Legislativo, sejam admitidas pessoas condenadas criminalmente por delitos gravíssimos, como são os crimes eleitorais, que atentam contra o próprio regime democrático - afirma o MPE.








domingo, 20 de março de 2011

Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália e Canadá lançaram mísseis sobre a Líbia

O presidente da Líbia, Muammar Kadafi, falou neste domingo (20) que haverá “uma longa guerra no país”. Antes do amanhecer, a capital líbia foi alvo de ataques aéreos das forças aliadas. Apenas em Trípoli, há relatos de 64 mortos e mais de 100 feridos, segundo informações do governo líbio. Em reunião neste sábado (19) com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em visita ao Brasil, a presidente Dilma Rousseff advertiu que a ação militar na região poderia levar ao acirramento da violência.


Tanque das forças de Kadafi pega fogo após bombardeio em Benghazi, na Líbia. No sábado (19) os países aliados (Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália e Canadá) lançaram mísseis sobre a Líbia. Em pronunciamento, Kadafi recomendou que as pessoas reajam aos eventuais ataques, pediu que o povo líbio porte armas e afirmou que ele vai “vencer”.LEIA MAIS
O VEXAME – MINISTROS REVISTADOS




Laerte Braga

Em menos de três meses de governo a presidente Dilma Roussef quadruplicou o feito do governo Fernando Henrique Cardoso e com um agravante. O ex-ministro de FHC Celso Láfer foi revistado no aeroporto de New York. Os quatro ministros brasileiros, Guido Mantega, Edison Lobão, Aloisio Mercadante e Fernando Pimentel foram revistados em território brasileiro, por agentes norte-americanos, pouco antes do discurso do terrorista Barack Obama, no encontro da Cúpula Empresarial Brasil-Estados Unidos.


A notícia foi divulgada pelo jornal ESTADO DE SÃO PAULO. A despeito de terem abandonado o encontro os ministros não reagiram à revista e só deixaram o local ao perceberem que a língua a ser usada no encontro seria a inglesa. Leia mais
PCdoB analisa governo Dilma, sublevações árabes e visita de Obama

O Comitê Central do PCdoB reuniu-se em São Paulo de 19 e 20 de março, ao cabo de quase três meses do exercício do governo de Dilma Rousseff. Na oportunidade, foi debatida a atual conjuntura nacional e internacional, onde se discutiu o amplo movimento pela democracia e contra a política imperialista na região do Oriente Médio e norte da África e a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil, em um momento em que o país passou a exercer um novo protagonismo no mundo.PCdoB analisa governo Dilma, sublevações árabes e visita de Obama

O Comitê Central do PCdoB reuniu-se em São Paulo de 19 e 20 de março, ao cabo de quase três meses do exercício do governo de Dilma Rousseff. Na oportunidade, foi debatida a atual conjuntura nacional e internacional, onde se discutiu o amplo movimento pela democracia e contra a política imperialista na região do Oriente Médio e norte da África e a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil, em um mommto e que o país passou a exercer um novo protagonismo no mundo. LEIA AQUI

MÚSICA DO DIA

VALEU ZÉ!

Um Tarauacaense formado em Jornalismo

sábado, 19 de março de 2011

LULA RECUSA ALMOÇO COM OBAMA

O Itamaraty convidou todos os ex-presidentes brasileiros para o almoço que será oferecido ao presidente dos EUA, Barack Obama, no sábado, em Brasília.

O presidente Lula, segundo sua assessoria, declinou do convite, entendendo que o encontro é mais apropriado aos chefes de Estado.

Lula é ciente da responsabilidade de seu papel e de sua dimensão política. Haveria um gesto carregado de simbolismo político se ele fizesse uma distinção especial ao presidente dos EUA e não fizesse o mesmo às dezenas de presidentes africanos, latino-americanos e asiáticos que visitam o Brasil.

É como aquela história que ele conta, quando era presidente e no primeiro encontro de presidentes, todos se se levantaram da cadeira quando Bush chegou, e ele não, afinal ninguém havia se levantado quando ele (Lula) havia chegado, então por que fazer um distinção especial ao presidente dos EUA? E não houve nenhum atrito nas boas relações por isso.

Voltando ao almoço do Itamaraty, se Lula fosse, compareceria como líder político, e estaria ali prestigiando não a pessoa de Obama, com quem sempre se relacionou bem pessoalmente, e sim as políticas que Obama carrega na bagagem, onde há contenciosos bilaterais e multilaterais com o Brasil em disputa. O Itamaraty convidou todos os ex-presidentes brasileiros para o almoço que será oferecido ao presidente dos EUA, Barack Obama, no sábado, em Brasília.

O presidente Lula, segundo sua assessoria, declinou do convite, entendendo que o encontro é mais apropriado aos chefes de Estado.

Lula é ciente da responsabilidade de seu papel e de sua dimensão política. Haveria um gesto carregado de simbolismo político se ele fizesse uma distinção especial ao presidente dos EUA e não fizesse o mesmo às dezenas de presidentes africanos, latino-americanos e asiáticos que visitam o Brasil.

É como aquela história que ele conta, quando era presidente e no primeiro encontro de presidentes, todos se se levantaram da cadeira quando Bush chegou, e ele não, afinal ninguém havia se levantado quando ele (Lula) havia chegado, então por que fazer um distinção especial ao presidente dos EUA? E não houve nenhum atrito nas boas relações por isso.

Voltando ao almoço do Itamaraty, se Lula fosse, compareceria como líder político, e estaria ali prestigiando não a pessoa de Obama, com quem sempre se relacionou bem pessoalmente, e sim as políticas que Obama carrega na bagagem, onde há contenciosos bilaterais e multilaterais com o Brasil em disputa.LEIA MAIS