quarta-feira, 31 de março de 2010

MÚSICA DO DIA

Você viu? Isso a Globo não mostra

Professores em greve vaiaram carro da rede Globo; carro da reportagem teve de se retirardo da passeata depois de pedir ajuda aos policias.Cerca de 40 mil docentes estiveram na assembleia da categoria.Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo aprovaram a continuação da greve, iniciada em 8 de março, durante assembleia ocorrida nesta quarta-feira (31), na praça da República.


Lula enfrenta o PiG(*): me chamam de baixinho, mas o povo não é baixinho


Nem tanto o Céu, nem tanto o mar

ARMANDO NOGUEIRA, UM SEDUTOR IRRESISTÍVEL

Eliakim Araújo

Como jornalista, Armando Nogueira foi um excelente poeta e um prosista de texto refinado. Entrou no jornalismo da TV Globo em 1966, quando o golpe militar estava ainda fresquinho, e lá ficou até 1990, quando o novo presidente, Fernando Collor, convenceu Roberto Marinho a promover Alberico Souza Cruz ao posto máximo do jornalismo global, não que tivesse qualquer objeção a Armando, simplesmente porque precisava premiar o amigo Alberico que teve participação decisiva na edição do debate presidencial e ainda palpitou nos programas especiais que transformaram Collor no indômito “caçador de marajás”.

Armando não foi demitido, pior que isso, sofreu uma “capitis diminutio”. Foi "promovido" a assessor especial da presidência, o que a plebe chama carinhosamente de “aspone”. Dedicou-se então ao jornalismo esportivo, onde, aí sim, foi um verdadeiro mestre da palavra escrita e falada. Fui revê-lo anos mais tarde apresentando um programa de esportes num dos inúmeros canais a cabo da Globo.

De Armando, pessoalmente, guardo duas passagens. Eu estava há menos de um ano à frente do Jornal da Globo quando cruzamos no corredor onde ficava a redação do Globo Repórter. Ele me parou e disse: “olha, eu quero te cumprimentar porque desde Heron Domingues não aparecia aqui um apresentador como a mesma naturalidade dele”. Heron era o ícone de toda uma geração de telejornalistas e ser comparado a ele era um elogio e tanto que elevou meu ego às alturas. Hoje, honestamente, não sei se foi sincero ou apenas uma frase de efeito com a qual seduzia todos que estavam entrando no império global.

Doutra feita, estava eu no Eng, a sala da técnica que comanda a transmissão dos telejornais, quando alguém me chamou ao telefone. Era o Armando: “Tenho uma boa notícia para lhe dar, a partir de agora você vai passar a ganhar cinco mil cruzeiros por mês”. Entre surpreso e curioso, rebati de primeira: “e o que é que vocês vão querer em troca?” Armando ficou visivelmente decepcionado com minha reação, esperava talvez um emocionado agradecimento de quem ganhava dois mil cruzeiros. Ora, pensei naquele momento, onde já se viu um patrão mais que dobrar o salário do empregado sem um motivo especial? Depois se esclareceu que eu, e todos os demais apresentadores, perdiam ali o status de funcionários da Globo e passavam a Pessoa Jurídica com contrato de firma. Na época uma novidade, hoje uma prática comum no mercado televisivo.

Mas apesar de todas as virtudes de Armando, cantadas em prosa e verso nos depoimentos de personalidades das artes, da política e do jornalismo, não dá pra esquecer que ele esteve à frente do jornalismo mais comprometido do Brasil: o que foi praticado pela Globo durante os anos da ditadura militar. O JN era conhecido como "o porta-voz do regime". As ordens que emanavam dos governos militares eram obedecidas sem questionamento. Não me lembro, sinceramente, de ter visto por parte dos profissionais da Globo alguma tentativa de desobediência ou de driblar a censura, como fez por exemplo o Jornal do Brasil, que saiu com aquela capa histórica no dia seguinte à decretação do AI-5, 13 de dezembro de 68, iludindo os militares fardados que ocuparam as redações assim que terminou a leitura do ato discricionário.

Eu estava na TV Globo durante o primeiro mandato de Leonel Brizola à frente do governo do Estado do Rio. Entrei em maio de 83, pouco depois da posse do novo governo, e o jornalismo da Globo passava por uma grave crise de credibilidade, com seus repórteres e carros ameaçados nas ruas pela população. Pesava sobre a emissora a acusação de, junto com a Proconsult, empresa contratada pelo TRE para apurar os votos da eleição direta para governador do Estado, em 1982, tentar fraudar o resultado para dar a vitória a Moreira Franco, o candidato do regime militar, apoiado pela família Marinho. Por engano ou má-fé, a emissora divulgava números que não refletiam a verdade da apuração.

Em 1984, no episódio das Diretas Já, onde atuei como narrador em off no comício da Candelária, no Rio, a postura da Globo foi a de ignorar por completo os movimentos populares que cresciam em todo país. Mas não bastava ignorar, era proibido usar a palavra “diretas” em qualquer situação, mesmo como notícia, contra ou a favor. Até que a pressão popular tornou-se irresístivel e a emissora foi obrigada a render-se ao apelo da população brasileira.

Em 1989, no segundo e último debate entre Collor e Lula nos estúdios da TV Bandeirantes, no Morumbi, quando eu tinha acabado de deixar a Globo e estava lá representando a Manchete, observei que Lula estava visivelmente cansado e abatido. Além do esforço da reta final da campanha, ele tinha sido acusado no programa de Collor por uma ex-namorada, Mirian, de tentar convencê-la a abortar uma criança (a filha dele, Lurian). Depois se soube que a estratégia (financeira) de colocar a enfermeira Mirian no foco da mídia a três dias da votação partiu de Leopoldo, o irmão de Collor e muito amigo dos Marinho. A família Collor é dona da emissora que retransmite a programação da Globo em Alagoas. Toda essa lembrança histórica é para dizer que Lula foi mal naquele segundo debate, mesmo assim a Globo, na edição da matéria, destacou os melhores momentos de Collor e os piores de Lula.

Os que têm boa memória hão de se lembrar da severa campanha do Jornal Nacional contra o então ministro da Justiça do governo Figueiredo, Ibrahim Abi-Ackel, que ousou impedir a liberação de uma carga de equipamentos supostamente contrabandeados destinados à TV Globo. Durante várias edições, o JN acusou o ministro de envolvimento no contrabando de pedras preciosas, no qual Abi-Ackel não teve, comprovou-se depois, nenhuma participação. Mas pouca gente lembra disso. É provável até que os jovens executivos da Globo “desconheçam” o fato ou, se souberem, contem uma história diferente.

Armando Nogueira estava à frente do jornalismo em todos esses episódios nebulosos que narrei com absoluta fidelidade. De uma maneira ou de outra compactuou com esse tipo de jornalismo corporativo e subserviente.

Talvez tenha faltado em Armando a coragem de assumir sua responsabilidade como diretor de jornalismo da Globo que notoriamente era o braço da ditadura militar na mídia. Sua memória estaria resgatada para sempre se um dia ele tivesse contado toda a verdade, que apenas cumpria ordens que vinham do oitavo andar, mais precisamente da sala do Doutor Roberto. Armando, como eu e todos os que trabalharam na emissora nos anos de chumbo, fomos cúmplices do regime. Uns por total desinteresse político, outros por opção ideológica, outros ainda por necessidade profissional.

Deixo aqui minha homenagem ao Armando Nogueira, poeta, cronista e escritor de texto sensível. E um adjetivo que ainda não ouvi nos inúmeros depoimentos sobre ele: um sedutor irresistível.



Nossa solidariedade é planetária

Haiti, um inferno na terra

Com evolução humana que data mais de quatro milhões de anos, onde o que garantiu a sobrevivência da espécie foi a vida em comunidade num plano organizado e sustentável, é uma pena que em pleno século XXI o Haiti seja uma realidade. A quem culpar? Quem são os pais da barbárie humana vivida nesse pedaço do mundo? Um sábio pensador cubano chamado José Marti dizia que a política é a arte de fazer homens e mulheres felizes.
O mundo não tem entendido isso, tem predominado o egoísmo sobre a solidariedade, o ódio sobre o amor, a guerra sobre a paz, o interesse de alguns povos sobre o de varias nações. O Haiti é uma clara evidencia de que nosso planeta só pode ter dois caminhos: A continuação da ideologia e política capitalista, onde seres humanos são programados por esta sociedade para o principio da acumulação do capital fechando os olhos para quaisquer outras questões, inclusive de sua própria existência ou o do socialismo, onde o grande foco é a continuação do desenvolvimento da parte humana que reside em cada individuo, garantindo assim o prosseguimento da atividade produtiva com a perspectiva de inclusão social.
Na época em que vivemos, alguns métodos de construção social precisam mais do que nunca ser reformulados. Só teremos futuro se o avanço do socialismo se der por mecanismo pacíficos, movidos pelo amor, considerando o igualitarismo como uma atrasada utopia, entendendo o Estado como a garantia do ponto de partida e não como ponto de descanso e tendo na natureza o exemplo que o equilíbrio surge da diversidade.
O capitalismo já demonstrou toda sua fragilidade como forma de desenvolvimento e brutalidade como modelo social. O maior exemplo hoje é ver que o pior, o mais miserável e embrutecido lugar do mundo, o Haiti, esta a 934 km do país mais poderoso do planeta, os EUA, sendo que a relação nessa antítese continuava sendo a de exploração e expropriação até a catástrofe vivida em janeiro deste ano pelo povo haitiano.

Em fevereiro desse ano, um grupo de 10 médicos brasileiros formado na Escola Latino americana de Medicina, onde também me incluo, embarcou rumo ao Haiti, como parte da maior missão medica existente naquele país, que é a brigada Cubana. Acompanhe algumas partes dessa linda e humana experiência


A farsa de Rojas e Serra


Rojas é aquele goleiro da seleção chilena que Há 20 anos, causou a interrupção de partida contra o Brasil, no Maracanã, pelas Eliminatórias para a Copa-90. A Seleção vencia por 1 a 0.Rojas sofreu um corte no rosto, supostamente por um objeto atirado pela torcida. No entanto, foi comprovado que ele mesmo se cortou. O goleiro foi suspenso por toda a vida.

A "paulada no rosto" não foi de manifestantes na Operação Bandeirantes do ditador José Serra

Desmontando uma sucessão de mentiras publicadas na imprensa demo-tucana, passo a passo:

1) Primeiro veio a famosa foto da Agência Estado que correu a imprensa e a internet, durante a repressão policial violenta contra a manifestação pacífica dos professores.
A Agência Estado produziu uma "barriga" (no jargão jornalístico), ao divulgar a legenda como: manifestante carrega policial durante confronto:

2) Depois a Polícia Militar de São Paulo emitiu uma nota dizendo:

A nota fala que a policial foi ferida com uma "paulada no rosto". Mas não fala quem deu a "paulada".

3) A imprensa amiga de José Serra (PSDB/SP), saiu publicando por aí, por conta própria, que "professores deram paulada no rosto de uma policial feminina".

Nenhum fato e nenhuma informação levava a chegar a essa conclusão, nem mesmo a nota da própria polícia.

4) O vídeo acima, exibido pela própria TV Globo, demonstra que são os policiais descontrolados quem distribui pauladas para todos os lados, e os professores e estudantes que manifestavam apenas se defendem ou recuam. Alguns manifestantes reagiram jogando objetos, mas estavam distantes e não próximos dos policiais para "darem uma paulada no rosto".

Coitado do rosto dos policiais que estavam ali logo atrás dos cassetetes. O manejo atabalhoado do porrete, visto no vídeo, mostra que estava atingindo, indistintamente, tanto os manifestantes que estavam à frente, como os próprios policiais que estavam atrás.

Em tempo: a imprensa demo-tucana, principalmente os canais de TV's que gravaram tudo, continuam desafiados a colocar na internet, a íntegra dos vídeos gravados da manifestação, sem cortes, e sem edição. Do que tem medo? O que querem esconder?

MÚSICA DO DIA

Binho e Haddad anunciam R$ 38,7 milhões para ensino profissional

Parlamentares, o ministro e o governador acreano na solenidade, no MEC, nesta segunda-feira.

Jovens, adultos, trabalhadores, empregados ou desempregados, alunos ou egressos da educação básica. Eis o público alvo no Estado do Acre para o Programa Brasil Profissionalizado. O investimento na ordem de R$ 38,7 milhões será fruto de um convênio assinado nesta segunda-feira pelo governador Binho Marques e o ministro Fernando Haddad (Educação). O foco principal do programa é a construção, reforma e ampliação de escolas de educação profissional.

"Quanto mais produtividade, maiores serão as possibilidades de estes cidadãos alcançarem ganhos de remuneração", afirmou o diretor-presidente do Instituto Dom Moacyr, Irailton Lima, para quem estes recursos se somam a outros tão importantes quanto para a implantação da rede federal no Acre.

O programa, que possibilitará a construção de seis novas escolas técnicas, concretiza o projeto de interiorização da educação profissional no Acre, hoje mais centrada em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. O objetivo, além da melhoria do ensino médio e profissionalizante, é incrementar a produção educacional dos professores nos campos pedagógico, didáticos e relacionamento com os educandos.

Os recursos serão repartidos em investimentos programados para atender a todas as regiões do Acre, segundo as seguintes estimativas: construção de escolas em Rio Branco, Xapuri, Tarauacá, Feijó; ampliação de escolas já existentes nas cidades de Cruzeiro do Sul, Rio Branco e Plácido de Castro; e reformas de unidades na capital acreana.

No encontro com o ministro, o governador acreano mostrou que o estado já saiu da condição de último colocado nos indicadores para a educação básica, sendo hoje um dos dez mais bem classificados neste quesito dentre todas as unidades da federação.

"É política estratégica fazer avançar a formação e capacitação de jovens e trabalhadores no nosso estado", afirmou o governador, que se comprometeu ao bom emprego dos recursos. Ele enfatizou a histórica estruturação da rede de educação profissional e tecnológica acreana – setor que adquiriu status de política de estado graças aos resultados promissores obtidos nos últimos anos.
A deputada federal Perpétua Almeida, autora de várias emendas destinadas ao trabalho profissionalizante no Acre. ressaltou o "brilhante papel do Instituto Dom Moacyr no processo de inclusão social no Acre". Os deputados Nilson Mourão e Fernando Melo e o senador Tião Viana também prestigiaram a solenidade, além da secretária estadual no Acre, Maria Correia.

O Governo do Acre lançou o seu Plano Estadual de Educação Profissional no ano passado quando identificou a grande demanda de cidadãos carentes de capacitação ao trabalho ainda não atendida.
Atualmente, são 260 mil os cidadãos que compõem a população economicamente ativa no Acre. É intenção do Instituto Dom Moacyr fazer com que 20% destas pessoas sejam alcançadas pelo programa, com meta anual de 5%. Isto representa em torno de 12 mil jovens chegando ao mercado de trabalho anualmente.

A fonte principal dos recursos é o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida de R$ 387 mil do estado.

terça-feira, 30 de março de 2010

Os Rojas

Rojas é aquele goleiro da seleção chilena que Há 20 anos, causou a interrupção de partida contra o Brasil, no Maracanã, pelas Eliminatórias para a Copa-90. A Seleção vencia por 1 a 0.Rojas sofreu um corte no rosto, supostamente por um objeto atirado pela torcida. No entanto, foi comprovado que ele mesmo se cortou. O goleiro foi suspenso por toda a vida.

VEJA O TIME QUE A OPOSIÇÃO CATIMBEIRA VAI COLOCAR EM CAMPO DIZENDO QUE VAI GANHAR DA NOSSA SELEÇÃO. LEIA também o texto escrito por Charlene Carvalho


PSDB e PMN formam chapa majoritária


Flaviano diz que PMDB só negocia se Bocalom abrir mão da disputa. Bocalom diz que não desiste da candidatura

Em meio a pequenas desavenças, rumores de tensionamento interno e até ameaça de retirada de um banner do PPS por suplentes da executiva regional, dirigentes regionais do PSDB, PMN, DEM, PPS, PSL, PSC e PT do B formalizaram ontem os nomes de Tião Bocalom e Sérgio Petecão como candidatos ao governo do Estado e ao Senado, respectivamente, nas eleições gerais de outubro.

O ex-deputado federal Sérgio Barros abriu mão de sua pré-candidatura ao Senado em nome da unidade da oposição. Outro que abriu mão da disputa foi Fernando Lage, candidato do DEM à mesma vaga e que foi confirmado como primeiro-suplente de Petecão.

O comunicado oficial foi precedido de uma reunião no sábado com a presença de todos os dirigentes dos partidos de oposição, exceto o PMDB, que mantém a decisão de ter candidatura própria ao governo e ao Senado. Foi nessa reunião que os sete partidos fecharam a coligação majoritária e deram início ao diálogo na composição proporcional.

Os principais candidatos proporcionais dos sete partidos participaram da reunião. A grande ausência sentida foi a do candidato a deputado federal Marcio Bittar (PSDB), tido como um dos nomes fortes da oposição para disputar o Senado.

O secretário-geral do PSDB, Frank Lima, disse que Bittar não foi convidado para a discussão por dois motivos: primeiro por nunca ter demonstrado, no partido, interesse em disputar a vaga de senador e, segundo, porque a discussão envolvia candidaturas majoritárias, embora muitos candidatos proporcionais dela tivessem participado.

“Trabalhamos com quem se dispõe, com quem quer trabalhar conosco. O ex-deputado Marcio Bittar é uma grande liderança, mas está disputando uma vaga proporcional e essa não é a discussão do momento”, disse Lima.

Tião Bocalom, candidato ao governo, aproveitou a coletiva de imprensa para fazer um discurso em prol do seu projeto de governo e fez duras críticas à Frente Popular. Indagado se abriria mão da candidatura ao governo em detrimento de uma unidade com o PMDB, que diz que só negocia a aliança se o candidato ao governo for o vereador Rodrigo Pinto, Bocalom foi irônico:

“Será que quem tem o apoio de sete partidos, está há mais de um ano dialogando uma composição e o nome na frente das pesquisas pode pensar em retirar nomes? Não vejo como isso seja possível”, disse Bocalom.

Com um discurso baseado na unidade, Sérgio Petecão disse que, apesar da negativa inicial de Flaviano Melo em não compor um bloco único da oposição, disse que não desistirá no debate. “Vou conversar com o deputado federal Flaviano Melo. Acredito que ainda podemos avançar muito na discussão”, disse Petecão, que agradeceu o apoio e o desprendimento dos dirigentes do PSDB, PMN, DEM, PPS, PSL, PSC e PT do B, na composição da aliança.

“Isso mostra a nossa unidade e disposição de disputarmos a eleição com força, vontade e muito trabalho. Não vamos para a disputa pura e simples. Vamos ganhar a eleição elegendo o governador, o senador e a maioria da bancada federal e da bancada estadual”, disse Petecão.

Sobre a dissidência do PPS, um dirigente regional disse que a presidente do partido, Idalina Onofre, não teria autonomia para concordar com a aliança, pois o partido dialoga com o PMDB, Petecão disse que prefere acreditar que a posição da presidente da executiva regional prevaleça.

“Nós fizemos uma reunião com a deputada Idalina, o presidente do diretório municipal e o vice-presidente do partido. Quero crer que essa decisão prevaleça, pois eles representam muito bem o partido”, disse Petecão.

Flaviano diz que se reunirá com direção nacional do PSDB
O deputado federal Flaviano Melo negou ontem que tenha disposição de negociar candidaturas do partido com o PSDB e demais partidos da oposição, abrindo mão da candidatura ao governo de Rodrigo Pinto. Ele disse também que o diálogo que o partido vem negociando há tempos com o PPS e que as conversas continuam.

O PMDB formalizou em fevereiro a candidatura de Rodrigo Pinto ao governo e duas candidaturas ao Senado - a do atual senador Geraldinho Mesquita e a do ex-deputado João Correia. Segundo Flaviano Melo, não existe nenhuma possibilidade de o partido abrir mão de seus candidatos, e como o PSDB também se recusa, a coligação está inviabilizada.

Mas o deputado federal manterá o diálogo com o diretório nacional do PSDB, pois foi convidado para uma reunião esta semana em Brasília com a senadora Marisa Serrano, vice-presidente nacional da sigla, e o secretário-geral do partido, deputado Rodrigo Castro, para tratar de uma eventual aliança no Estado.


segunda-feira, 29 de março de 2010

vídeo histórico narra atuação comunista em 1945

Lula e Dilma: PAC 2 tem propostas para País continuar crescendo

O Brasil vive um novo momento da política econômica, que está demonstrado na geração de empregos e aumento de salários; inclusão social; distribuição de renda com a formação de uma nova classe média; dinamização de investimento e crescimento sustentável. A segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançado nesta segunda-feira (29), em grande evento no centro de Convenções em Brasília, pelo Presidente Lula, vai se basear nessa nova realidade.

No PAC 2, o governo quer ampliar as ações sociais
O mote do PAC 2 é "herdeiro do legado do PAC e tem propostas novas para o País continuar crescendo".

A ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, considerada a “mãe do PAC”, foi ovacionada na sua chegada ao evento. Coube a ela apresentar os números grandiosos que fazem parte da segunda fase do projeto.

Ao lado de ministros e governadores, a ministra participou do último grande evento do governo antes de deixar o cargo para se candidatar à Presidência da República. Ela destacou que com recursos e projetos herdados do primeiro plano, o PAC-2 tem previsão de investimentos de R$1 trilhão, entre 2011 e 2014.

O Brasil vive um novo momento da política econômica, que está demonstrado na geração de empregos e aumento de salários; inclusão social; distribuição de renda com a formação de uma nova classe média; dinamização de investimento e crescimento sustentável. A segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançado nesta segunda-feira (29), em grande evento no centro de Convenções em Brasília, pelo Presidente Lula, vai se basear nessa nova realidade.

Político, sem temor

Jorge Viana

Não desejo expor aos leitores uma questão política paroquial, destas que, seja no Acre ou no Rio de Janeiro, acontecem mais para apequenar que para aperfeiçoar a democracia brasileira.

Mas preciso citar um imbróglio político judicial no qual me vi envolvido, pela clareza com que ilustra a absurda criminalização da atividade política neste momento em que o Brasil vai se afirmando como uma referência de democracia em países até há pouco classificados como Terceiro Mundo.

Fui entrevistado em um programa de TV muito assistido em Rio Branco, Acre. Entre coisas, respondi sobre política e eleições. Afirmei que estou me desligando das atividades empresariais que exerço para permitir ao PT incluir meu nome no debate das pré-candidaturas ao Senado pelo Acre.Foi o suficiente para um membro do Ministério Público Federal me denunciar por campanha eleitoral extemporânea.

O mais estranho é que gente de todos os partidos adversários do PT já havia passado no mesmo programa, inclusive anunciado candidaturas decididas.

Mas foi somente para mim que sobrou a tentativa de incriminação.Felizmente, a justiça se fez rápido pelo juiz federal que me inocentou do suposto crime político.

Vivi experiência mais dura em 2002.

Um TRE impregnado de interesses me cassou a candidatura à reeleição ao governo do Acre. Sempre confiei na Justiça, o TSE me garantiu o direito e o povo me reelegeu no primeiro turno.

O ponto aonde quero chegar com a citação desse caso é que, não bastante a judicialização da política, que sob o beneplácito do Congresso Nacional, que não fez a reforma política, transfere prerrogativas do Parlamento para os tribunais, agrava-se perigosamente a criminalização da política.

Preocupa que o equívoco antes restrito ao discurso fácil e falso moralista de que o exercício da política seria reservado a picaretas e bandidos comece a repercutir em representações judiciais de Estado, que são vésperas de sentenças. Isto é a criminalização da política sob nova forma, já que sua essência é antiga. Esse mesmo falso moralismo pavimentou a ascensão do nazismo de Hitler e também a insustentável consagração eleitoral de Collor no Brasil de 1989. Isso só para ficarem dois dos exemplos clássicos, um estrangeiro, outro daqui.

Claro que a corrupção explícita tanto no governo Collor quanto no antecessor que lhe serviu o discurso merece o rigor da lei, da Justiça e da polícia. Isso também vale para as recentes revelações de ligação de grupos políticos com fortunas camufladas em paraísos fiscais, mensalões e sujeiras do tipo. No entanto, nada legitima a condenação antecipada de quem decide exercer a política, senão o despreparo e o descompromisso com a democracia.

As instituições constituídas para zelar pela democracia, o que inclui ministérios públicos e tribunais eleitorais, devem incentivar a participação político partidária, porque sem isso não há democracia, cidadania nem liberdade a zelar. Por isso é inaceitável a profusão de denúncias de motivação eleitoral contra o próprio presidente da República, que soa como uma intimidação geral à participação política dos brasileiros.

Lula tem estatura e grandeza para acreditar na Justiça e saber buscá-la.

Ele enfrentou até a odiosa Lei de Segurança Nacional da ditadura militar, e será melhor para o país se o seu exemplo for bastante para neutralizar na consciência dos cidadãos o ranço intimidatório da criminalização da política.

Também positivo é que o povo, sempre mais sábio, justamente agora sinaliza com sentimento inverso ao preconceito político. Os fatos mostram que o brasileiro está cada vez mais interessado em participar dos processos políticos e eleitorais. Indicativo interessante é o crescimento da candidatura presidencial de Dilma Rousseff nos meses de janeiro e fevereiro, contrariando até a regra clássica de que nada acontece na política brasileira antes do carnaval.

Política é um direito do cidadão que, no sentido mais solidário da cidadania, se transforma mesmo em um dever.

Não existe sociedade sem regras, não existe justiça se as regras não forem democráticas e não existe democracia sem o exercício da política. Por acreditar nisso não tenho medo de ser político. E se tenho uma pretensão, é contribuir para mostrar à sociedade que nem todo político calça quarenta.

• Artigo publicado originalmente no Jornal O Globo.

domingo, 28 de março de 2010

MÚSICA DO DIA


Nunca deixe que lhe digam que não vale, apenas acreditar no sonho que se tem...quem acredita sempre alcança...Bom Domingo !

sábado, 27 de março de 2010

Minhas raízes em outra terra.

Na esperança de uma vida melhor, com sistema de saúde e de ensino público- e fugindo do sofrimento, viemos a morar na cidade. Essas perspectivas foram frustradas pela dura realidade que encontramos. A nossa casa era muito apertada, não oferecia condições mínimas de conforto e privacidade. Os poucos cruzeiros (dinheiros) que restou, rapidamente foi acabando, ninguém da família tinha emprego.

A gente não conseguia entender o impacto da mudança. Em Santa Maria, apesar de não ter escola, assistência de saúde, da exploração do barracão, do castigo do impaludismo, (malária) diarréia e outras doenças, todos os dias tinhamos um quebra- jejum, um almoço e pelos menos um caldo de piaba e caíco para jantar sem precisa de dinheiro. Na cidade até para comer uma banana era preciso ter moeda do bolso.

Já faltava dinheiro para compra material escolar, roupa e calçado para começar estudar. Todos da família precisavam se virar. Meu pai foi capinar rua e meu irmão velho carregar carga, minha mãe era costureira e começou arrumar uma freguesia. Minhas irmãs foram ser domésticas, eu comecei a vender Tapioca, Açaí, picolé e depois bater Tijolos. O outro meu irmão teve que voltar para o seringal para cortar seringa e ajudar no nosso sustento.

Os primeiros dias na escola foram difíceis. Eu não tinha ninguém conhecido na escola. Sabendo que era discriminado por ter chegado do seringal, me sentia completamente fora do meu mundo. Sofria discriminação e era apelidado de Faca torta, se referia a função de seringueiro, Para essas pessoas preconceituosas, seringueiro era consdiderada uma profissão de ultima classe. Inibido e acanhado, eu sempre ficava sentado na ultima cadeira. mesmo assim, não faltava um aluno metido à bacana para me insultar e querer humilhar. Quando a aula terminava sempre rolava uma confusão.

Não foi fácil se adaptar uma realidade completamente diferente. O poder político na cidade não era diferente do poder dos coronéis dos seringais e, além disso, o Brasil vivia sobre o "comando" de uma ditadura. Fincar raízes em outra terra era um grande desafio.

Não acredite na globo

A globo viu tudo, até uma pedrinha arremessada no ar, mas não viu uma chuva de paulada nos professores.


Presidente da UNE denuncia truculência de Serra

Uma operação midiática de grande escala contra o governo Lula

Desde o Brasil se denuncia que a partir da primeira quinzena de março foi lançada uma operação midiática em larga escala que aciona todos os instrumentos ao alcance da direita política e do poder econômico contrários ao presidente Lula e ao seu governo, contra a candidata presidencial Dilma Rousseff e contra o Partido dos Trabalhadores.

Por Niko Schvarz *

O começo dessa campanha reconcentrada já é visível nos grandes meios de comunicação quando o país se encaminha às eleições presidenciais a ser realizadas em outubro do ano em curso. Nas redações, o bombardeio midiático é conhecido pelo nome de "Tempestade no Cerrado", que, de algum modo, evoca, devido à sua localização geográfica, ao Palácio do Planalto, sede do governo. A expressão recorda a "Tempestade no deserto" da primeira invasão ao Iraque, em fevereiro de 1991, dirigida pelo general Norman Schwarzkopf, que produziu 70 mil vítimas.

A ordem nas redações da Editora Abril, de O Globo, de O Estado de São Paulo e da Folha de São Paulo é de disparar sem piedade, dia e noite, sem pausas contra esse triplo objetivo (que, na realidade, é um só), para provocar uma onda de fogo tão intensa que torne impossível ao governo e ao PT responder pontualmente às denúncias e provocações.

A cartilha é a seguinte:

1) Manter permanentemente uma denúncia, qualquer que seja, contra o governo Lula nos portais informativos na Internet;
2) Produzir manchetes impactantes nas versões impressas e utilizar fotos que ridicularizem ao presidente e à candidata;
3) Ressuscitar o caso do mensalão de 2005 e explorá-lo ao máximo e, ao mesmo tempo, associar Lula a supostas arbitrariedades cometidas em Cuba, na Venezuela e no Irã;
4) Elevar o tom dos editoriais;
5) provocar ao governo de modo que qualquer reação possa ser qualificada como tentativa de censura;
6) Selecionar dados supostamente negativos da economia e apresentá-los isolados de seu contexto;
7) Trabalhar os ataques de maneira coordenada com a militância paga dos partidos de direita e com os promotores cooptados;
8) utilizar ao máximo o poder de fogo dos redatores.

Uma estratégia midiática tucana foi traçada por Drew Westen, um cidadão estadunidense que se apresenta como neurocientista e presta serviços de cunho eleitoral, sendo autor de The Political Brain (O cérebro político) que, segundo dizem, é o livro de cabeceira de José Serra, governador de São Paulo e próximo candidato presidencial do PSDB. A adaptação do projeto corre por conta de Alberto Carlos Almeida, autor dos livros "Por que Lula" e "A cabeça do brasileiro", que atua como politólogo e foi contratado a peso de ouro para formular diariamente a tática de combate ao governo

A denúncia é recheada de exemplos concretos, reveladores de que essa tática já está sendo aplicada nos diários e, rapidamente, chega à Internet. Se referem às falsificações numéricas (em vários casos, de enormes dimensões) para ocultar ou inverter os bons resultados da política econômica e social do governo em matéria de infraestrutura em todo o país, na construção de habitações e no combate da inflação.

Uma campanha especial toma como eixo a Dilma Rousseff e seu "passado terrorista", dizendo que, além de assaltar bancos, tinha prazer em torturar e matar bons pais de família. Também colocam em cena a um filho de Lula. Isto é: a clássica campanha de tergiversações e calúnias; porém, nesse caso, agigantada em suas proporções e na somatória de meios postos à disposição que, sem dúvida, se irão incrementando e subindo o tom à medida que nos aproximemos a outubro.

O leitor poderá apreciar também até que ponto campanhas similares a esta em sua essência vêm sendo realizadas agora mesmo contra governos de esquerda do continente, como acontece com Cuba, Venezuela ou Bolívia, entre outros.

No caso do Brasil, a operação tende a impactar a ascensão da campanha eleitoral por Dilma Rousseff, que reduziu consideravelmente a vantagem inicial de Serra e continua subindo enquanto este desde até situar-se em virtual situação de empate técnico. Também correm a seu favor a notável projeção internacional da política do presidente Lula, expressada estes dias em seu compromisso direto e no terreno para a solução do problema palestino-israelense; bem como seus êxitos internamente. O orçamento da educação foi triplicado em 8 anos, passando de 17,4 bilhões de reais, em 2003, para 51 bilhões, destinando-se grande parte do aumento do PIB para a educação básica; e fevereiro registrou um recorde de 209.425 novos empregos formais, cifra que chega a 390.844 no primeiro bimestre do ano de 2010.

* Jornalista uruguaio que escreve regularmente no matutino La República, o texto foi publicado e traduzido por Adital
DEU NO

MÚSICA DO DIA

sexta-feira, 26 de março de 2010

José Serra; mais bala, pimenta e porrada nos professores em greve

Policiais de Serra atiram contra contra professores .

Multidão avança rumo ao Palácio dos bandeirantes

Tropa de Choque da Polícia Militar avançou sobre os professores para impedir que chegassem no Palácio do Bandeirantes.Pelo menos 16 ficaram feridos por policiais que usaram balas de borracha, gás pimenta , cassetete e bomba de efeito moral, nas ruas que levam ao Palácio dos Bandeirantes

Professores fazem enterro simbólico de José Serra

os secretários adjuntos da Casa Civil, Humberto Rodrigues, e da Educação, Guilherme Bueno disseram que, Serra preferiu não negociar pessoalmente com os professores pois não quer passar a impressão de que esteja cedendo aos manifestantes. O governador e seus assessores avaliam que o movimento é mal visto pela maioria da população.

Praça de guerra ordenada pelo governador: Policia militar e tropa de choque abriram fogo contra a manifestação dos professores


MANIFESTANTE CARREGA POLICIAL FERIDO


Autoritarismo e Jogo Sujo

As táticas do governador José Serra (PSDB) para impedir que a Apeoesp (Sindicato dos Professores de São Paulo) siga mobilizando milhares de professores às ruas são de arrepiar os cabelos. Horas antes do protesto realizado dia 19, um professor registrou como a polícia rodoviária deteve, sem dar explicação alguma, os ônibus que vinham da região metropolitana para a capital. Mesmo assim, 60 mil protestaram. Dia 26 a Apeoesp promete levar 100 mil. O que Serra será capaz de fazer agora?




"Foram quatro ônibus parados no pedágio de Barueri, SP. Eram mais de 10 no pedágio de Sorocaba. Serra foi perseguido pela ditadura ou aprendeu com a mesma seus métodos?", questiona o professor.

- Veja mais vídeo sobre sobre a truculencia e serra




É hoje! 100 mil professores vão exigir de José Serra que trate a educação com seriedade e respeito

MÚSICA DO DIA

Imagem do dia


Uma preciosidade da minha vida. Te amo muito!!!!!!!!!!!!

Em Rio Branco Homenagem aos 88 anos do PC do B reúne FPA no plenário da Aleac

Com a participação de representantes de todos os partidos que compõem a Frente Popular do Acre, o PC do B comemorou nesta quinta-feira, 25, os 88 anos da fundação do partido. Graças à iniciativa conjunta dos parlamentares da base de apoio e de oposição ao Governo, o ato político, que deveria ser realizado no auditório da Casa, foi transferido para o plenário e teve o formato de uma sessão solene.

O presidente da Aleac e do Comitê Regional do partido no Acre, deputado Edvaldo Magalhães, comandou a Mesa de Honra que teve como convidados o prefeito em exercício de Rio Branco, Eduardo Farias, a deputada federal comunista Perpétua Almeida, a fundadora do partido no Estado, Rita Batista, a jovem comunista Renata Caroline, 16 anos, revelação da União da Juventude Socialista, o deputado Helder Paiva, do Partido Republicano e primeiro vice-presidente da Mesa Diretora, o vereador Jessé Santiago (PSB), presidente da Câmara de Vereadores da capital e representando, o presidente regional do PT, Leonardo Brito, e Diego Oliveira, representante do chamado G8, o grupo de partidos composto pelo PR, PRP, PTN, PSDC, PHS, PTC, PRB e PTB. O ex-governador Jorge Viana também marcou presença.

Também participaram da solenidade os deputados Moisés Diniz (PCdoB), líder do Governo; Taumaturgo Lima (PT), primeiro secretário da Mesa, representando o líder petista, Ney Amorim; Walter Prado, líder do PDT; Elson Santiago (PP); Chico Viga (PT), que também aniversaria neste 25 de março; Shirley Torres, do Partido Verde, e o professor Carlos Augusto Coelho de Farias, do PMN que discursou parabenizando os comunistas.

O Salão do Povo Marina Silva ficou totalmente ocupado por convidados e militantes comunistas de todas as cidades acreanas, bem como por dirigentes sindicais e representantes do movimento social. Ao final da solenidade o PC do B serviu um bolo vermelho no Salão Azul da Aleac.


Fonte: ac24horas

quinta-feira, 25 de março de 2010

PCdoB 88 anos: Oscar Niemeyer declara seu carinho pelo partido

Fundado em 1922, o Partido Comunista do Brasil é o partido mais antigo do país. Viveu 60 anos na clandestinidade. Em 1962, rechaçou o oportunismo de direita, reorganizou-se, adotando a sigla PCdoB, realçando sua marca revolucionária. Muito perseguido pelo regime militar, dirigiu a Guerrilha do Araguaia em 72-75. Ao fim da ditadura, alcançou a legalidade. Vive hoje uma das suas fases mais ricas. Neste vídeo, Oscar Niemeyer diz de sua preferência pelo PCdoB e declara seu carinho pelo partido.

O PCdoB guia-se pela teoria científica de Marx, Engels e Lênin, e desenvolvida por outros revolucionários. Procura aplicá-la criativamente à realidade do Brasil e desenvolvê-la sem cessar.
O princípio básico da organização do PCdoB é o centralismo democrático, que estimula a expressão das pessoas de forma livre e responsável para a construção das orientações partidárias sob um único centro dirigente e no qual as decisões tomadas são válidas para todos, subordinando o interesse individual ou da minoria ao do coletivo, ou da maioria. Assim, o Partido age como um todo uno, onde a unidade de ação é sua força.

Fonte: produção koutsavos , texto da Fundação Maurício Grabois, com a colaboração da TV Vermelho.

MÚSICA DO DIA

quarta-feira, 24 de março de 2010

25 de março, Dupla comemoração!

Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão


Neste dia 25 de Março o PC do B comemora mais um aniversário. É um momento de festa do partido e dos setores políticos e sociais com os quais o PCdoB compartilha convicções e trincheiras na luta pelo aprofundamento e ampliação da democracia no Brasil, em defesa da soberania nacional, pelos direitos dos trabalhadores e do povo.

Neste dia tenho motivos se sombra para comemora. 25 de Março é o aniversário do meu partido. Organização politica que milito há 25, que descortinou horizontes na minha consciência, que me disponibilizou armas para lutar contra a opressão dos fortes sobre os fracos, me fez acreditar que outro modo de civilização e organização social é possível.
Tenho ou outro motivo mais que especial. 25 de Março é o aniversário do meu guri, o homem da minha paixão e do meu amor. Vinicius completas 12 anos de idade. A festa é dupla. pela manhã tem bolo na festa de aniversário do partido e a tarde no aniversário do Vinicius.

Nesta data aproveito e faço três homenagens: Meu filho, meu partido, e meu camarada Edvaldo Magalhães, presidente do PC do B Acreano que há 25 anos atrás me convidou para a missão de ser militante do partido da bandeira vermelha sem um lista.
Edvaldo, O militante leal.
Presidente da assembleia legislativa
Governador

Edvaldo Magalhães por Nelson Liano Jr.

Quem conhece e acompanha o trabalho do presidente da Aleac, deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), sabe que ele respira política 24 horas por dia. Fazer uma simples entrevista com o parlamentar é uma luta. O celular de Edvaldo não pára de tocar com ligações de todos os lugares do Estado e do país. Ele atende todas, conversa, articula e dá conselhos. Uma greve no Juruá, um deputado que está saindo da linha, um vereador que está perdido, uma decisão do Governo do Estado, um empresário buscando caminhos, um prefeito querendo soluções ou um simples eleitor angustiado com um problema pessoal. O comunista dá atenção a todos sempre com a perspectiva do presente e do futuro. A sua recompensa é que provavelmente ninguém detém melhor conhecimento do mapa político do Acre. Talvez por saber que representa um partido forjado na clandestinidade dos “anos de chumbo”, Edvaldo valoriza tanto o diálogo aberto e democrático com todos os setores da sociedade.

'Não é impossível imaginar que a Dilma ganhe no 1º turno', diz diretor do Vox Populi

Os Nordoni e nós

O show midiático

Ricardo Kotscho

Nem o Papa e a Madonna chegando juntos a um evento talvez não conseguissem atrair tantos jornalistas à sua volta. A fotografia publicada hoje pelos jornais mostrando o advogado de defesa do casal Nardoni, Roberto Podval, cercado por um mar de câmaras e microfones por todos os lados, ao chegar para mais uma etapa do julgamento, resume bem o show midiático montado no tribunal do Fórum de Santana.

Não se fala de outra coisa desde segunda-feira. A pergunta que me faço diante deste espetáculo: a imprensa mobilizou seus batalhões para atender a um interesse do público ou o público não fala de outra coisa diante da overdose da cobertura do julgamento em todas as mídias?

Na capa do jornal, no rádio do táxi, nos noticiários da televisão e da internet, o dia inteiro somos bombardeados com a trágica história da menina Isabella, de 5 anos, que morreu ao ser jogada pela janela do prédio onde morava, depois de ser espancada, segundo os peritos. Os acusados pelo crime, que chocou o país há dois anos, são o pai e a madrasta da menina.

A esta altura do campeonato, com todos os depoimentos que já foram feitos e as provas apresentadas pela polícia, não conheço ninguém, a não ser os advogados da defesa e a família dos acusados, que ainda tenha alguma dúvida sobre a responsabilidade de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pela morte de Isabella.

Mais do que todas as perícias e testemunhos, foi a entrevista que os dois deram ao “Fantástico”, dias após o crime, e repetida esta semana no “Jornal Nacional”, que me deu a certeza de que não havia nenhuma outra pessoa no apartamento na hora do crime, como eles alegaram.

Em vez de se revoltarem e mostrarem indignação ao serem acusados pelo assassinato da menina, como qualquer pai faria, eles pareciam acuados, sempre na defensiva, tentando explicar o inexplicável.

Cabe agora à defesa apenas procurar atenuantes para o bárbaro crime, se é que isso ainda é possível, pois tudo caminha para a condenação dos dois à pena máxima, sem surpresas no julgamento. Mesmo assim, o interesse da imprensa e da população não arrefece, atraindo a cada dia novos personagens para a sala de julgamento e as imediações do tribunal, onde os jurados ora se emocionam, ora fazem força para não cair no sono.

Se o trabalho do promotor Francisco Cembranelli parece fácil neste caso, a tarefa da da defesa é um desafio quase impossível: provar a inocência dos réus por falta de provas. Isto ficou claro na terça-feira quando o juiz Maurício Fossem advertiu a defesa por chamar Alexandre Nardoni de vítima durante uma pergunta.

“A única vítima deste caso está morta”, cortou o juiz.

Roberto Podval, o advogado da defesa, ainda tentou argumentar, de forma patética, mas não convenceu ninguém:

“Todos são vítimas deste fatídico episódio”.

Todos quem? Como aqui ninguém é dono da verdade, deixo o veredicto para os senhores jurados, o que pode levar ainda alguns dias, e os leitores deste Balaio. Quem matou Isabella?

MÚSICA DO DIA

Em busca de um vice, Serra esbarra em muitas encrencas

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), demorou meses para revelar seu segredo de polichinelo e confirmar que seria candidato à Presidência da República. Agora, corre contra o tempo para tentar arranjar um candidato a vice que sustente suas pretensões. Nesta busca, Serra tem enroscado em muitas encrencas e pode acabar tendo que engolir um companheiro ou companheira de chapa com potencial para tirar mais votos do que agregar.

Charge de Alves para A Charge Online

Antes de explodir o escândalo político no Distrito Federal, Serra namorava a idéia de convidar o então único governador do Democratas, José Roberto Arruda, para ser seu vice. Mas agora Arruda está preso e, de quebra, arrastou para o buraco a credibilidade do seu antigo partido, o DEM, causando um tremendo mal estar para a aliança demo-tucana.

Com o DEM enfraquecido, fortaleceu-se entre os tucanos a proposta de formar uma chapa puro sangue, com um vice do próprio PSDB. O nome para ocupar tal posto era incontestavelmente o do governador mineiro Aécio Neves, tido e havido nas rodas oposicionistas como a verdadeira salvação da lavoura.

Acontece que o neto de Tancredo só foi cogitado para a vaga de vice pois suas pretensões eleitorais de ser o cabeça da chapa foram simplesmente tratoradas pelo tucanato paulista, que impôs Serra como candidato à sucessão de Lula. Analistas que desfrutam de alguma intimidade com Aécio dizem que a forma como o governador mineiro foi preterido na escolha provocou uma mágoa difícil de ser superada.

Os tucanos ainda tentam convencer Aécio a aceitar o papel secundário de vice de Serra. Mas o governador mineiro já deu todos os sinais de que não vai embarcar nesta canoa. Assim, Serra não apenas perde o seu “vice ideal” como também abre espaço para que parte do eleitorado mineiro dê o troco em outubro, preferindo votar em outra mineira, a pré-candidata petista Dilma Rousseff. Além disso, com Aécio fora da disputa presidencial, o DEM sentiu-se encorajado a reivindicar novamente a vaga de vice.

Demos à disposição

E aí novas encrencas surgem no já nebuloso horizonte eleitoral do tucano. Os nomes cogitados pelo DEM oscilam entre o indesejável e o insosso. Até o momento, a imprensa apresentou três pretensas indicações: a senadora Kátia Abreu (TO), o ex-governador da Bahia Paulo Souto e o senador Agripino Maia (RN).

Destes três nomes cogitados pelo DEM, a senadora Kátia Abreu pode parecer, à primeira vista, ser a melhor opção: é mulher (ajudaria numa disputa em que a principal adversária de Serra também é uma mulher), é de um estado da região Norte-Nordeste do país (onde Serra precisa de mais votos) e preside a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), representando um setor importante do país, o dos produtores rurais. Porém --e este é um grande porém—os interesses que Kátia Abreu defende estão identificados com o que há de mais atrasado na política brasileira. Líder da bancada ruralista, a senadora não se envergonha de defender pessoas, empresas e projetos que flertam com o trabalho escravo, o trabalho infantil, o desmatamento, a poluição, a violência no campo, a grilagem, a concentração de terras e várias outras mazelas praticadas pelo latifúndio. Não bastasse isso, ela também é acusada de desviar verbas da CNA para irrigar suas próprias campanhas eleitorais. Não é à toa que entre os três nomes cogitados pelo DEM, o da senadora é o que José Serra menos gostaria de ter como companheira de chapa, ainda mais numa disputa em que os temas ambientais estarão em evidência.

Indiferente à opinião do governador paulista, o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), outro arauto dos interesses do latifúndio, defende a senadora. Questionado sobre a resistência de Serra ao nome de Kátia Abreu, ele despista: “Não sei fazer essa análise. Não posso dizer o que o PSDB pensa”.

Segundo Caiado, não é hora de colocar a questão do vice em primeiro plano. “É preciso fazer esse debate como menos paixão e mais racionalidade. O partido tem quadros, vai discutir, não pode ter uma posição 100% rígida. Tem que buscar uma somatória [à candidatura Serra], temos que construir uma chapa vencedora”, disse o deputado em entrevista ao site Terra Magazine.
Apesar do apelo de Caiado por um debate com menos afobamento, dois outros nomes já começam a ser ventilados entre os demos: o do ex-governador baiano Paulo Souto e o do líder do DEM no Senado, Agripino Maia (RN).

Souto insiste na tese de que será candidato ao governo da Bahia, com a missão de ressuscitar o carlismo naquele estado. A escolha de seu nome seria conveniente para Serra por dois motivos: ele é de um estado nordestino e sua saída da disputa pelo governo baiano poderia ampliar o apoio a Serra no estado. “A indicação de Souto poderia ganhar força caso abrisse canal de negociação com o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) na Bahia. O PSDB poderia apoiar Geddel no Estado, se o acordo tirar o PMDB do palanque de Dilma”, especula a Folha de S. Paulo em matéria publicada nesta terça (23). Mas tal especulação parece muito mais a expressão do desejo do tucanato de ter um palanque ampliado na Bahia do que propriamente a intenção dos candidatos ao Palácio de Ondina.

Restaria então o nome de Agripino Maia. O senador potiguar, apesar de também ser do Nordeste, vem de um estado com um eleitorado relativamente pequeno (pouco mais de 2 milhões de eleitores) e seu perfil de coronel conservador não agregaria muita coisa à campanha de Serra. Seria a última opção do DEM.

Nova versão de chapa puro sangue

Diante de opções pouco entusiásticas, aliados de Serra, especialmente na mídia, começam a ventilar a hipótese de uma nova versão de chapa puro sangue tucana, mas com o prefeito de Curitiba, Beto Richa, na vice. Richa é pré-candidato ao governo do Paraná. Lidera todas as pesquisas até o momento e nada indica que está disposto a trocar uma quase certa eleição ao Palácio Iguaçu (sede do governo paranaense) por uma quase certa derrota ao Palácio do Jaburu (residência oficial do vice-presidente).

Além disso, várias lideranças do DEM continuam defendendo que só se justifica uma chapa puramente tucana se Aécio for o vice. Se não for, o vice teria que ser de outro partido, ou seja, teria que ser do DEM, já que o PPS, que deve compor a coligação que dará suporte à candidatura Serra, não tem sido nem sequer cogitado para indicar um vice na chapa presidencial. E também não tem lideranças à altura do posto para oferecer.

Todas estas incertezas que cercam a escolha de um vice para José Serra revelam que o consórcio oposicionista ainda está sem rumo e se não encontrá-lo em breve poderá tornar ainda mais tormentosa uma campanha que já se desenha bastante difícil para a direita.


Cláudio Gonzalez

terça-feira, 23 de março de 2010

Presidente do PP é procurado pela Interpol



Assita!

Fórum Urbano Mundial 5


ONU-Habitat e o Governo do Brasil dão as boas- vindas aos participantes da quinta sessão do Fórum Urbano Mundial, principal evento de urbanismo do mundo, que acontece entre 22 e 26 de março de 2010, nos armazéns da zona portuária do Rio de Janeiro.

O Fórum foi estabelecido pelas Nações Unidas para analisar um dos problemas mais urgentes que o mundo enfrenta hoje: a rápida urbanização e seu impacto nas comunidades, cidades, economias, mudanças climáticas e políticas.

O tema do FUM5 é “O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido”.

Clique aqui e visite o site da ONU-Habitat.
Lula discursa no Forum Mundial urbano




MÚSICA DO DIA


Musica e poesia cantada. A genialidade de Lô borges.

segunda-feira, 22 de março de 2010


PCdoB quer protagonismo dos movimentos em 2010

Lucia Stumpf. Sectretária nacional de movimentos sociais

Protagonismo dos movimentos sociais durante o processo eleitoral 2010. Esse foi o tom da reunião constituída na tarde desta segunda-feira (22/3) na sede do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Com a presença do presidente do PCdoB, Renato Rabelo, a reunião foi uma primeira articulação para a formação do Fórum Nacional de Movimentos Sociais do PCdoB, que deve ser concretizado durante o 3º Encontro Nacional dos Movimentos Sociais, em 9 e 10 de abril, em Brasília. Fonte: Portal Vermelho.

Reforma agrária, uma parte das conquistas dos Trabalhadores


A história da reforma agrária brasileira se inicia tardiamente, no final dos anos 50 e início dos anos 60, quando a reivindicação pelas “reformas de base” (agrária, urbana, bancária e estudantil) tomou corpo e passou a fazer parte das discussões populares.

Se destacando em meio às demais, a reivindicação pela reforma agrária, exigia a extinção do latifúndio existente desde a época de colonização do Brasil e a melhoria das condições de vida no campo.

Em Tarauacá a luta pela democratização da posse da terra custou muito sacrifício para os que tiveram coragem de lutar contra o modelo fundiário atrasado de especulação fundiária e a herança conservadora dos "coronéis de barraco".

Na última sexta feira, aconteceu um evento público histórico na região do Rio Gregório. O Governo do Estado do Acre entregou quase 300 títulos de posse de terra para pequenos trabalhadores da Floresta.
leia mais no blog do Accioli

Socialistas arrasam direita na França


O segundo turno das eleições regionais francesas, segundo pesquisas de boca de urna, dão vitória à esquerda (Partido Socialista, a Europa Ecologia e a Frente de Esquerda liderada pelo Partido Comunista), por 54% dos votos contra 36% da UMP (União para um Movimento Popular) do presidente Nicolas Sarkozy, de direita.

Este resultado dá às forças de esquerda (socialistas, comunistas e ecologistas) o controle de 21 das 22 regiões metropolitanas, ficando o partido de Sarkozy apenas com o controle da Alsácia.

É a última eleição francesa antes da corrida presidencial de 2012. Leia mais aqui.

domingo, 21 de março de 2010

É muito difícil falar a verdade

"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto". dizia Rui Barbosa.

Hoje muita gente, especialmente políticos, se sustentam na mentira e na desonra. Estes nunca vão ter condições de falar a verdade, mostrar sua verdadeira conduta. Usam laranjas para comprar patrimónios e todos os tipos artifícios para fazer valer seus interesses inconfessos.

Entender como uma pessoa por iniciativa própria, informa ao publico que compareceu a justiça para prestar esclarecimentos, não é para qualquer um. Entendo ser muito difícil também para o conterrâneo Luiz Calixto compreender isso.

Desde 1989 faço peregrinação no Rio Tarauacá, procurando levar conscientização e esperança para nosso sofrido povo. É um compromisso com minhas Raízes. A maioria das vezes viajei em uma canoinha sem cobertura, levando nada mais que um saco de sal, um pouco de farinha e alguns enlatados de conservas.

Em 2005, 2006,2007 e 2008 acompanhei num barco particular, a equipe de saúde itinerante do governo do estado. Meu adversário ficou impressionado por eu ter falado a verdade e já qualificou como crime eleitoral e réu confesso os meus sinceros esclarecimentos .Coitado, sei que é difícil pra ele fazer a mesma coisa.

Já convidei o deputado para um debate sério, mas tergiversou e fugiu como o diabo foge da Cruz, prefere ficar como aqueles "moleques" que insulta, corre... E depois volta para insultar de novo. Acho que @ internauta "Sem Rumo" que enviou-me um comentário sobre o comportamento do ex-coletor e contemporaneo de peladas na quadra da escola João Ribeiro, tem Razão. Clique aqui e leia o comentário.

Já entendi muito bem isso. Entretanto me sinto a vontade e não vou deixar de responder insultos e provocações de quem vive falseando deliberadamente a verdade e escorando-se na má-fé.

Covardia ou mentira?


Lendo as noticias politicas de Tarauacá, tenho ficado impressionado como meu nome está sendo lembrado nos debates abertos e no subterrâneo. Passei mais de ano fazendo um tratamento de saúde em Rio Branco, participei pouco da vida politica do meu município nos últimos 15 meses. Agora que estou voltando para o batente, já sinto o incomodo de alguns.

Nas ultimas semanas venho sendo alvejado de forma odiosa e covarde, na câmara de vereadores, em Blogs, sites, E-mails e mensagens anónimas. Peço piedades aos que tentam vomitar em mim suas bílis podre e não tem coragem de mostrar a cara. Os que tem coragem de atirar de frente não têm problema, pode vir, eu tenho o coro grosso.

No meio dos ataques identificados, uma coisa me chamou atenção. O site oficial do poder legislativo municipal informa que o vereador líder do prefeito, fez duras criticas e acusações contra mim e o governo Binho. VEJA AQUI. No blog do vereador autor das acusações, ele desmente e se diz chateado com a publicação mentirosa.VEJA AQUI
A pergunta que faço aos leitores é o seguinte: O vereador é covarde e não assume o que diz, ou os responsáveis para alimentar o Site da câmara pagos com o dinheiro público, estão inventando mentiras?

Antes que os leitores tirarem conclusões precipitadas, a câmara e o vereador devem explicar.



MÚSICA DO DIA

sábado, 20 de março de 2010

Minhas raízes e a hora do Adeus a Santa Maria



Era 1973, o preço da borracha em queda, não havia escolas para tirar os filhos do analfabetismo e da servidão, sem nenhuma atenção de saúde no seringal, o filho mais novo havia morrido a míngua, todo o esforço e suor derramado quase não dava mais para pagar a conta ao barracão. Meus pais chamaram filhos para dizer que não dava mais para continuar em Santa Maria.

Era preciso vender tudo para comprar uma casa na cidade. Vendemos gado, porcos, ovelhas e os equipamentos de trabalho da colocação. Chegou um batelão e começamos embarcar a bagagem da mudança. Junto também foi embarcado gado, porcos, galinhas, patos, periquito e papagaio.

Chegou a hora de desatar o barco e dar Adeus a Santa Maria. O silencio e a incerteza do nosso destino, misturava-se com o desconforto e o fedor dos amimais. O barco virou a proa pra baixo e começou descer o Rio Tarauacá. Foram três dias de Viagens até desembocar na foz do Murú “a boquinha na noite”.

Quando avistei a cidade, fiquei impressionado com a luminosidade da noite. Era apenas umas três Lâmpadas fixadas na frente do prédio da Leal Maia (Casa de aviação da família Leal). A luz da lamparina a kerozene nas noites de Santa Maria contrastava com Luz eléctrica da cidade e brilhavam forte nos meus olhos. Pensei que, estávamos chegando num mundo de luzes e facilidades, mas era muito diferente do que parecia.

Começamos desembarcar a bagagem e colocar em cima do barranco, para em seguida transportar nas costas até nossa nova casa. Eu estava ansioso para conhecer minha nova moradia. Quando chegamos a casa foi pura decepção. Encontramos uma tapéra no meio de um aningal (vegetação de igapó). Tinha apenas uma cobertura, uma parte de assoalho e duas paredes laterais. Todos os anos de trabalho do meu pai com a nossa ajuda se resumiram em nada.

A casa media 7x 5, não tinha quarto em nem cozinha, mas tinha que abrigar oito pessoas. Para nossa família, estava começando um novo desafio: Morar na cidade sem emprego, sem parentes importantes e vindos do seringal.